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Meu bebê chegou! O que fazer para auxiliar o seu desenvolvimento?

O primeiro mês de vida do bebê é um turbilhão de novidades! Os pais aos poucos vão aprendendo a lidar com as fraldas, o banho, as cólicas, a amamentação e a nova rotina da casa.

Passada essa etapa, começam novas experiências de interação com o bebê. A partir do 2° mês de vida, o bebê já presta mais atenção no rosto dos pais e o vínculo torna-se cada vez mais intenso.

Muitos pais se perguntam: “Será que meu filho já entende o que eu falo? Devo conversar e brincar com ele?”

Vamos às respostas!

Quando você conversa com seu bebê nessa idade, ele percebe que isso é uma forma de comunicação, mas ainda não compreende o significado do que é dito. Ele observa, ouve e aprende a processar essa informação, e isso é fundamental para auxiliar no desenvolvimento da cognição e da linguagem.

Assim ele vai aprendendo sobre essa forma de interação, para logo responder com uma expressão facial, geralmente o sorriso, que aparece por volta dos 2 meses. Aí os pais se derretem!

E com relação às brincadeiras, sim, nessa idade já deve iniciar algumas atividades direcionadas para estimulação do desenvolvimento.

Nesse momento, é muito importante saber duas coisas:

1) Como brincar? As atividades devem ser adequadas para a etapa do desenvolvimento em que o bebê se encontra, não podemos pular etapas, pois isso acaba prejudicando o curso do desenvolvimento.

2) A quantidade: para não estressar o bebê. “Estressar o bebê? Bebês ficam estressados?” Sim, um excesso de estimulação pode causar desconforto e irritação, sintomas do desgaste físico ou emocional. O ideal é reservar um ou dois momentos do dia para as brincadeiras.

Muitos pais têm dúvidas também a respeito do “BRINCAR”, se ele é mesmo tão importante para o desenvolvimento.

A brincadeira não é uma simples diversão, ela é capaz de gerar diferentes estímulos para aumentar as conexões cerebrais, e dessa forma, torna-se um excelente instrumento para auxiliar o desenvolvimento de forma saudável e prazerosa.

É importante saber que de 0 a 2 anos de vida é quando o cérebro tem maior potencial para se desenvolver. Então temos que aproveitar!

Além disso, hoje a ciência comprova que um ambiente favorável ao crescimento e ao desenvolvimento dos bebês, gera repercussão positiva na vida adulta!

Flávia Cançado

Fisioterapeuta

Encarar exercício como obrigação nos deixa menos ativas!

Você se exercita porque o médico mandou ou quer caber naquele vestido MA-RA para a próxima festa?

Se a sua resposta for sim, talvez seja a hora de reavaliar, por que você está gastando horas do seu dia na academia ou para correr na rua.

Pelo menos é isso o que propõe um estudo da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, publicado na BMC Public Health. Os cientistas analisaram o que deixa as mulheres felizes e bem-sucedidas, e de que forma a atividade física interfere nisso.

A ideia é que as motivações que a gente têm na vida fazem uma grande diferença na hora de incorporar exercício físico no nosso dia-a-dia.

A pesquisa recrutou 40 mulheres, com idades entre 22 e 49 anos. 29 eram sedentárias e 11 eram muito ativas. Os achados revelaram que, em ambos os grupos, as participantes sentem-se realizadas quando se conectam com outras pessoas, estão relaxadas e livres de pressão ou quando atingem conquistas no trabalho ou em casa.

Para as sedentárias, um exercício válido é aquele intenso. Em contrapartida, elas disseram se sentir pressionadas a se movimentar para ter mais saúde ou perder peso.

Segundo o estudo, a justificativa é a ideia de que é necessário se exercitar de forma vigorosa por, no mínimo, 30 minutos para conquistar um corpo mais magro e saudável. Se você faz parte desse time, a boa notícia é que existem planos com vigor e períodos menores, com ótimos resultados para o corpo, mente e saúde.

Já as mulheres que se exercitam com frequência demonstraram uma visão mais amigável e flexível dos exercícios.

Quem não é muito amiga da atividade física pode adotar alguns com truques. É preciso, primeiro, encarar o treino como renovação e não exaustão. Mexer pode – e deve – ser algo bom de se fazer. Eu já dei algumas dicas de como treinar sua mente para deixar o treino mais agradável, lembram?

Além disso, o exercício físico é uma forma super gostosa de se conectar com outras pessoas. Sem contar, que a sensação de ter conquistado algo é indescritível. E, sim, isso pode se transportado para todas as esferas da sua vida.

Abandone tudo que é tóxico. E isso não tem a ver só com a alimentação!

Existe um método radical e eficaz para acabar de vez com a desorganização.

A tática defendida por Marie Kondo, consultora e especialista em arrumação, é bem simples: você tira todas as coisas do lugar, coloca no chão, analisa e decide o que será descartado. O principal critério é responder: “Isso me deixa contente? Me traz alegria?”

Tática bem parecida, inclusive, quando começamos uma dieta e nos desafiamos a eliminar todos os alimentos processados que fazem mal ao nosso corpo e saúde.

Essa estratégia não vale só para a organização de espaços e alimentação, mas para todas as esferas da nossa vida: agenda, trabalho, relacionamentos, metas.

De tempos em tempos, você pode refletir sobre cada um desses pilares, procurando identificar quais situações te incomodam e quais te deixam realizadas. Depois, é só se livrar daquilo que te faz mal, e se afastar de quem não te faz feliz.

Objetos são mais fáceis de descartar, mas e as pessoas? Bom, neste caso é um pouco mais difícil, sobretudo, no ambiente de trabalho. Lembre-se, entretanto, que você não é obrigada a conviver com pessoas tóxicas, que sugam sua energia.

Se você é chefe ou dona do seu próprio empreendimento, não hesite em demiti-las. Agora, se você é funcionária, vale uma conversa no caso das atitudes estarem comprometendo o desempenho da equipe e do trabalho. Você também pode se proteger, afastando-se dessas pessoas. O mínimo de interações nessas horas é a garantia do sucesso.

Caso alguém te irrite, tente ignorar. Escolha aquelas batalhas que realmente valem a pena, e irão resultar em algo bom. Essa tática pode ser aplicada em outros tipos de relacionamentos, como o familiar, por exemplo.

Mantenha-se por perto de pessoas otimistas. Construa uma rede de amigos, colegas e contatos positivos, em que vocês se apoiem em todas as situações.

Sua felicidade e seu bem-estar são preciosos demais para você se deixar contaminar por pessoas negativas.

20 perguntas mais legais do que “Como foi o seu dia hoje?”

falei várias vezes sobre a importância de ficarmos mais perto dos nossos filhotes. Hoje quero compartilhar com vocês, mamães, algumas dicas que andei lendo recentemente sobre o diálogo com nossos pequenos.

Existem jeitos muito mais legais de iniciarmos uma conversa com a criançada do que a clássica – e óbvia: “Como foi o seu dia hoje?”.

1. O que te fez ficar feliz hoje?
2. Você viu algum coleguinha fazendo alguma coisa ruim? O quê?
3. Qual a brincadeira preferida dos seus amiguinhos na hora do recreio?
4. Alguém precisou da sua ajuda hoje? Como foi poder colaborar?
5. Com quem você se sentou na hora do recreio?
6. Teve alguma lição que você não entendeu muito bem?
7. Você curtiu a merenda? Do que mais gostou? Do que não gostou?
8. Você dividiu seu lanche com alguém? Alguém dividiu com você?
9. Qual a regra tem sido mais difícil cumprir na escola?
10. Tem alguma coisa te preocupando que você gostaria de compartilhar comigo?
11. Do que você mais gostou de aprender hoje?
12. Mostre alguma coisa que eu não sei.
13. Alguém levou bronca da professora?
14. Você fez perguntas para a sua professora? O quê?
15. Do que você mais gosta na escola?
16. E do que menos gosta?
17. O que faz você se sentir orgulhosa de si mesma?
18. Algum coleguinha chorou? Por quê?
19. Alguém fez algo muito hoje, que você tenha ficado super admirada?
20. Se você pudesse mudar alguma coisa no dia de hoje, o que seria?

Já pensou que nem toda criança gosta de responder como foi o dia na escola. Ou ainda que se você perguntar sempre a mesma coisa vai obter a mesma resposta sem graça e emoção?

Comecei a fazer essas perguntas para a Júlia recentemente e o resultado tem sido surpreendente. Muito mais empolgante e estimulante tanto para ela quanto para mim, que estou descobrindo coisas ótimas dela.

Esse é só um guia para você exercitar com seu filho, mas as possibilidades são infinitas e as respostas incríveis. É só usar um pouquinho da sua criatividade. E sim: não existe hora e nem lugar para iniciar uma conversa. Pode ser depois da escolinha, da natação, do balé, na hora do almoço ou do jantar. O que vale é dialogar e, sobretudo, se interessar pela vida do seu pequeno.

O que a maternidade me ensinou?

Ao escrever a mensagem para o Dia das Mães, acabei refletindo sobre o quanto a maternidade mudou a minha vida.

Não sei vocês, mas depois que me tornei mãe, tudo virou de ponta a cabeça: novos planos e preocupações e uma rotina muito mais corrida.

Com o tempo, tudo entrou nos eixos e acabei entendendo que nascemos uma nova mulher no dia do parto. Depois, engatinhamos e crescemos juntas com nossos filhotes até alcançar à maturidade.

Pensando nisso, resolvi compartilhar com vocês o que a maternidade – essa experiência recheada de descobertas e aventuras incríveis – me ensinou.

Minhas prioridades mudaram
Como ser a melhor a melhor mãe para a Júlia? O que eu deveria fazer para que ela tivesse uma boa educação e uma vida saudável? Muito mais que educar, eu precisava ser a principal referência para a minha filha. Eu deveria viver tudo aquilo que transmitisse pra ela enquanto mãe. Foi assim que coloquei uma vida leve e saudável como prioridade.

Sou menos egoísta
A maternidade me fez enxergar o mundo com outros olhos. Deixei de pensar somente em mim mesma. Aprendi a dividir, a esperar e a até ser um pouco mais paciente.

Aproveito melhor o meu tempo
Apesar do desgaste, ser mãe pode nos ajudar a otimizar o tempo. Os compromissos acabam fazendo com que a gente planeje melhor a rotina diária e dê mais valor aos momentos de lazer e descontração, sobretudo, se compartilhados em família.

Fiquei mais forte
Ter um filho pode trazer um sentimento de insegurança no início. Com o tempo, entretanto, a gente acaba se adaptando ao papel de mãe e a confiar mais em nós mesmas. Em alguns momentos, inclusive, tiramos força de onde nem sabemos, superando nossos próprios limites.

Conheci o que é empatia
Depois de ter um filho, a gente começa a entender que as coisas nem sempre acontecem do jeito que a gente idealiza. Com isso, acabamos compreendendo melhor o que acontece à nossa volta.
Assim, passei a entender as outras mães e a respeitá-las mesmo que elas não compartilhem da mesma forma de educar que eu. Só uma mãe tem o poder de saber o que é melhor para seu filho.

Amo incondicionalmente
O sentimento que a gente experimenta com o nascimento de um filho é algo avassalador, difícil de mensurar ou explicar. Educar é difícil, exige dedicação e paciência. Muitas vezes a gente erra, mesmo tentando acertar. O stress é grande, mas um sorriso simples, gratuito quando menos esperamos faz com que a gente releve tudo e entenda o que é um amor infinito.

Você feliz com seu corpo

Quem nunca se sentiu insatisfeita com o corpo, cabelo ou rosto? Garanto para você que já teve momentos que até as musas fitness, como a Bella Falconi ou a Gabriela Pugliesi, se olharam no espelho e não gostaram do que viram.

Felizmente existem algumas estratégias – comprovados cientificamente inclusive – para a gente melhorar a nossa aceitação, e até apreciar aqueles detalhes que nos fazem únicas nesse mundo.

Você tira um tempinho para se olhar, sentir e ouvir seu corpo? Parar por cinco minutos, respirar e inspirar é uma maneira super eficaz e gostosa de entrar em contato consigo mesma.

Outra técnica ótima é passar hidratante em frente ao espelho, observando cada detalhe do corpo. O contato sensorial aliado ao visual nos ajuda a aceitar melhor nossas formas. E quando isso acontece, fica até mais prazeroso lidar com os pontos negativos.

Por falar em espelho, você pode aproveitar o momento para brincar na frente dele. Não há nada de errado em fazer poses e caras e bocas para você mesma. Pode até parecer bobagem, mas inconscientemente, esse truque ajuda a aumentar a autoconfiança.

Claro: cuidar da aparência é super importante. Fica muito difícil se sentir bem com o cabelo feio e a unha estragada, certo? A vaidade reflete a nossa autoestima e o jeito que a gente se relaciona com o mundo. Cuide-se.

Fique perto de pessoas seguras e positivas, que esbanjam alegria por onde passam. Elas acabam nos contagiando também.

Ao invés de focar naquilo que você não gosta, inverta o jogo. Concentre-se nos pontos positivos e no que tem de melhor. Cada pessoa é diferente e bonita à sua maneira. Olhe-se com carinho e respeite a sua particularidade.

Lembre-se: não adianta tentar incorporar uma alimentação saudável e praticar atividade física, se você não se ama.

Empreendedorismo materno: dicas para quem trabalha em casa

Quem me conhece, sabe que há quase um ano deixei o trabalho em um escritório para me dedicar ao empreendedorismo.

Sem dúvidas, empreender e tocar um negócio próprio tem muitos benefícios: posso fazer meus próprios horários, fico livre do trânsito em horários de pico e ainda curto minha filhota por mais tempo.

Para garantir a produtividade, tive que fazer algumas adaptações no meu dia-a-dia e na minha casa e criar uma rotina que se alinhasse à essa nova realidade.

É claro que não bater ponto traz mais flexibilidade, mas se a gente não fica atenta pode acabar procrastinando ou estendendo mais do que deveria. Sobre a procrastinação eu já falei aqui no blog.

Quem vai escolher o turno é você. Há quem prefira o dia, outras têm um desempenho melhor à noite. Esse é um dos principais benefícios de não trabalhar fora, inclusive.

Defina qual o seu horário de maior produtividade e planeje seu dia: horas dedicadas ao trabalho, a você e à sua família e ao lazer. E, sim, é importante ter horário fixo para acordar, trocar de roupa e almoçar.

Estar em casa é diferente de estar disponível o tempo todo. Negocie com quem compartilha o mesmo espaço com você. Explique a eles que está trabalhando e precisa ficar focada, mas que depois dará toda atenção do mundo a eles.

As reuniões e tarefas que exigem mais concentração, por exemplo, eu prefiro marcar quando a Júlia está na escola. Já as funções mais simples, como responder e-mails, posso fazer enquanto ela está brincando sozinha ou dando uma soneca.

Outra coisa super importante é delimitar o seu espaço de trabalho: um ambiente tranquilo, arejado e bem iluminado onde seus objetos de trabalho fiquem organizados. Se você não pode ter um escritório, monte uma mesa ou escrivaninha exclusivamente para trabalhar.

Circular e ser vista é fundamental para quem é empreendedora individual. Marque encontros e reuniões com seus parceiros, sobretudo, em locais públicos e que também sejam utilizados por outros empreendedores.

E, sim, participe de palestras, workshops e outros eventos que ampliem seu conhecimento. Oportunidade ótima para expandir suas conexões e até fazer marketing pessoal.

Por fim, conte com a ajuda de um contador para cuidar de toda a parte financeira da sua empresa. Assim, você fica com mais tempo disponível para fazer seu negócio crescer.

10 dicas para potencializar seu processo de mudança de hábitos

Você está vivendo o processo de mudança de hábitos, está comendo melhor e até se matriculou em uma academia para se exercitar?

Separei algumas dicas que vão ajudar a potencializar os seus resultados e levar sua autoestima lá nas alturas.

1º Não perca seu tempo criando desculpas para algum deslize que cometeu. Não existe compensações para treinos perdidos e nem escapulidas frequentes na alimentação. Cada furo cometido é uma oportunidade de melhoria desperdiçada.

2º Quanto mais radical uma dieta, mais chance você tem de desistir. A mudança tem que ser natural. Conscientize-se de que uma alimentação mais saudável vai trazer inúmeros benefícios ao seu corpo, saúde e mente.

3º Atividade física e alimentação é uma dupla perfeita – assim como queijo e goiabada. Melhor: inseparáveis. Não tem como compensar alimentação ruim com treino, assim como cardio sem dieta é tempo perdido, sobretudo, se o seu objetivo é emagrecer.

4º Você não é obrigada a descansar após um treino intenso se não estiver sentindo nenhuma dor ou desconforto. Deixe de desculpas, anime-se e vá se exercitar!

5º Mas o descanso também é fundamental. Principalmente se seu objetivo é aumentar a massa magra.

6º Nem mais e nem menos. O limite é a meta. Ao fazer um exercício com carga menor ou maior do que você aguenta, a única pessoa enganada é você mesma.

7º Suplementos não são obrigatórios, mas podem acelerar os resultados se usados de um jeito estratégico. Desde que recomendados por um nutricionista, é claro.

8º Dor muscular não significa progresso, mas sair seca da academia também não vale. Lembre-se: para fazer efeito, o exercício tem que se intenso.

9º Matou a academia e enfiou o pé na jaca? A culpa engorda. Coloque o deslize na conta do prejuízo e retorne ao processo de mudança de hábitos novamente.

10° Coma e exercite-se com prazer. O processo de mudança de hábitos fica muito mais leve, natural e, certamente, muito mais gostoso.

Dieta x mau-humor

Por mais que eu não incentive dietas radicais, mas sim uma alimentação saudável – com menos industrializados possível – o processo de adaptação aos novos hábitos pode causar mau humor e irritação.

Ficar de bem com a vida quando temos que abrir mão de guloseimas gostosas como doces e massas é exigir demais. E a Ciência comprova isso.

É que o carboidrato facilita a entrada da serotonina – substância que regula o humor, o sono e o apetite – no sistema nervoso.

Reduzir, portanto, o consumo de alimentos muito calóricos, como os citados acima, pode deixar a gente irritada e até agressiva.

Mas garanto que com o tempo isso passa. Tudo é questão de adaptação. Se a gente passa anos acostumada a comer, por que corrigir esses hábitos seria fácil?

A minha dica nessa virada de comportamento é praticar atividades prazerosas.

Exercitar, por exemplo, libera endorfina, outra substância relacionada ao bem estar.

Você também pode passear ao ar livre, ouvir música, sair com aquele amigo ou amiga que não vê há tempos. Enfim, o segredo é se distrair, e tirar o foco da comida.

Planeje-se para nunca se atrasar

Você nunca consegue chegar na hora certa? Pior ainda: você não sabe porque isso acontece.

Está na hora de se planejar e dar um jeito nessa falha.

Além de ser falta de educação, nada mais chato do que ficar tensa com o atraso e chegar toda esbaforida em seus compromissos.

Quanto tempo você demora para se vestir? Quantos minutos são dispensados para escolher a roupa? Em dias mais inspirados, você deve demorar menos. Em dias ruins, muito mais tempo.

O segredo é deixar o look separado na noite anterior. Há pessoas, inclusive, que já deixam preparadas no domingo todas as roupas que vão usar durante a semana.

Um hábito de pessoas pontuais que você pode se inspirar é contar os minutos que leva para fazer todas as atividades diárias. Até mesmo aquelas mais corriqueiras, como tirar o carro da garagem ou pegar o ônibus.

Pode parecer simples: mas os três minutinhos que você gasta para estacionar, por exemplo, contam muito na somatória geral de tempo.

Depois disso, é só usar a Lei de Murphy a seu favor. Calcule o seu tempo, contando que pode acontecer algo que te faça atrasar. Se você fizer isso, vai chegar na hora ou até com uns minutinhos de sobra.

Para não se esquecer dos compromissos, tenha uma agenda e faça uma lista de tudo o que precisa fazer.

Aprenda a dizer não. Se você aceitar tudo aquilo que te pedem durante o expediente, vai acabar esquecendo ou atrasando o que tinha para fazer antes. Organize-se e atenda a esses pedidos fora da agenda diária posteriormente.

E vocês, meninas, têm alguma dica para não se atrasar? Compartilhe comigo!

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