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Ler é fundamental

Seja no kindle, tablet, note, celular ou nos charmosos livros de papel, a leitura é fundamental em nossa vida. Muito mais que um hábito pra lá de prazeroso, com ela nos tornamos pessoas muito melhores.

Isso tudo porque ler traz benefícios em diversas esferas de nossa vida. Aprendemos a nos expressar melhor. Para quem fala em público, ela ajuda a desenvolver a oratória. Além, é claro, de melhorar nosso repertório de palavras. Digo isso por experiência própria.

Ler também nos deixa mais inspiradas. Os livros nos libertam de padrões, ideias pré-concebidas, abrindo nossa cabeça para um mundo novo.

A leitura nos tira da zona de conforto. Principalmente quando o livro aborda um assunto ou perspectiva diferente daqueles que estamos habituados. Eles nos fazem refletir, oferecem novas ideias, que nos despertam para novos pontos de vista.

O resultado disso é um autodesenvolvimento contínuo e maior qualidade nos relacionamentos interpessoais.

Se você está precisando de algumas dicas, compartilho abaixo uma listinha com alguns livros que li nos últimos meses e têm me inspirado bastante.

  • Empreendendo felicidade (Pedro Salomão)
  • Osho, o livro das mulheres
  • Osho, vivendo perigosamente
  • O poder do agora (Eckhart Toll)
  • Autorresponsabilidade (Paulo Vieira)
  • Autoestima do seu filho ( Dorothy Corkille)

VPP Entrevista: Julyana Mendes, do Mãe de Sete

A Julyana Mendes, do Mãe de Sete, foi convidada especial da primeira edição do #VPP Apresenta. Aproveitei para entrevistá-la no Vida Pós Parto na CDL FM 102.9. O bate-papo foi ao ar hoje. E a entrevista está disponível na íntegra para quem perdeu ou quer conferir de novo.

A Julyana Mendes é de Brasília, palestrante, influenciadora digital e mãe de sete filhos!

Letícia Melo: O que te motivou a criar o projeto Mãe de Sete?

Julyana Mendes: O Mãe de Sete nasceu quando a Bia, minha sétima filha, tinha seis meses. O projeto nasceu dessa oportunidade de trocar experiência e aprender. Eu pensei que eu poderia aprender muito com elas também. É um projeto que nasceu com essa missão de aprender e de compartilhar muito da minha experiência também.

Letícia Melo: Nas suas redes sociais, você falou recentemente sobre desnudar-se. Sobre falar na real para os seus filhos o que te incomoda profundamente. Como é o diálogo em casa com sete filhos e sete idades completamente diferentes?

Julyana Mendes: Eu acho que essa coisa da idade diferente é minha maior demanda. É a minha maior dificuldade! Mas desnudar-se que eu falei é a o auto-conhecer. É você precisar passar para os seus filhos que você não é perfeita, que você falha e erra. Que você conhece seus limites. Então se você passa isso pra eles… Você passa isso de acordo com a idade de cada um, com a demanda da vida de cada um. Mas é sempre dizer: “Olha, isso aqui eu não consigo fazer. Isso aqui eu errei, eu exagerei”. Isso que é muito importante: não passe a perfeição, porque eles não serão assim. Isso frustra, né?

Letícia Melo: Aproveitando que estamos no mês de março, mês da mulher, qual recado você deixa para nós, mulheres? Porque antes de sermos mamães, somos mulheres!

Julyana Mendes: Exatamente! Começa por aí, né? A família começa pelo marido e pela esposa. Não com o pai e mãe necessariamente. Eu falo que sou o exemplo para minhas quatro filhas não como mãe, mas como mulher. Eu quero que elas me olhem dessa maneira: de uma mulher que se cuida, que se ama, que tem seu tempo, que estuda, que tem amigas. A gente não é só mãe e não podemos esquecer esse lado. Até por que, quando eu casei com meu marido, eu casei com seis filhos. Eu já tinha seis filhos! Quando ele me olhou, ele não viu uma mãe, ele viu a mulher que está carregando tudo isso. Fortaleça a sua mulher, que ela te carrega no colo quando a mãe precisa.

Sobre o papel de ser mãe

Fiz um post desabafo na semana passada, em que dizia que não somos obrigadas a fazer e dar conta de tudo. Indo um pouquinho mais além, ressaltei a importância de fazermos aquilo que julgamos fazer bem pra gente em primeiro lugar.

Prosseguindo o assunto, hoje gostaria de falar para quem acabou de se tornar mamãe e ainda está com várias dúvidas sobre como assumir mais esse papel.

Quando engravidamos, criamos mil de expectativas. Ficamos ansiosas e apreensivas: temos que ser a mãe e a esposa perfeita, cuidar da casa, ter sucesso profissional e ainda estarmos sempre lindas.

Como já disse, não dá para fazer tudo ao mesmo tempo. O primeiro passo é aceitar e não entrar em pânico. Racionalize cada uma das atividades.

Enquanto as crianças ainda são pequenas, talvez elas precisem mais de você do que o trabalho. O sucesso profissional pode esperar um pouco. Enquanto isso, planeje o que quer fazer depois que elas crescerem.

Não se culpe! Tente fazer o que está ao seu alcance. Nem sempre fazer tudo é o melhor. Deixe a ansiedade de lado e não descuide nunca de você. Cuidar da saúde e do corpo deixa a autoestima mais alta e a gente fica muito mais disposta pra encarar todas essas tarefas!

Caso precise de uma apoio nesta fase da vida, saiba que o Coaching para Mães vai ajudá-la. Vamos juntas nessa! Envie um email para [contato@vidaposparto.com] e agende sua sessão.

Como organizar a festa de aniversário do seu filho?

A Viviani Werneck, do IdeaAZ 4 You, realizadora de festas personalizadas, compartilhou conosco algumas dicas ótimas para você organizar a festa de aniversário do seu filho.

“Acredito que toda alegria deve ser festejada. A descoberta de que o seu bebê vai chegar, os primeiros 365 dias da vida do seu maior presente (um filho) e todos os próximos dias da vida dele, a formatura ou as demais comemorações da sua família significam muito e são verdadeiras conquistas. Por isso celebre sempre!”

Se você é mãe, e assim como eu também ama festejar, vou te dar umas dicas para organizar a festa do seu pequeno:

1. Planeje a festa com antecedência, pois assim ficará mais fácil organizar todos os detalhes;

2. Monte um cronograma e siga o seu planejamento;

3. Crie uma planilha com os gastos estimados para o seu evento;

4. Se você for montar a decoração, teste antes. Para isso, vale usar até a sua mesa de jantar;

5. Conte a história que você deseja na sua decoração, abuse dos elementos e complementos;

6. Defina a paleta de cores da sua festa;

7. Não abra mão das flores e dos balões, pois eles trazem alegria;

8. Mergulhe na inspiração!

Pesquise muito sobre o tema, assista o filme (se este for um tema clássico) e crie a sua festa. Realmente o processo construtivo e a organização de uma festa demandam muita de dedicação e comprometimento, mas o resultado final é muito prazeroso e estimulante. Comece e você não vai para mais!

Crianças x atividade física: como conciliar?

Voltar à rotina de atividade física com a criançada não é tarefa fácil. Com foco e um bom planejamento, tudo dá certo!

Júlia retomou as atividades escolares e físicas esse mês. Na Bodytech, inclusive, tem o programa Superkids, no qual ela está fazendo três aulas  – Ballet, Circo e Natação – e mais o inglês lúdico, com o parceiro Greenwich, uma vez na semana.

A novidade para nós, mamães, é que agora a unidade da Bodytech, na Savassi, tem um espaço kids onde as crianças maiores de três anos podem ficar com um dos instrutores da academia enquanto a gente treina ou nos intervalos das aulas infantis. Júlia faz ballet e depois inglês e se diverte no espaço kids entre as atividades. Já eu aproveito para treinar, tomar banho e sair pronta para os meus compromissos profissionais.

As mamães que entram no trabalho desde cedo, também têm a opção de deixar a criança por lá. Caso ela já tenha idade para ficar sozinha, é claro.

Vale lembrar que nada disso funciona se não tivermos planejamento. Pararmos 30 minutinhos no dia anterior e preparar a agenda, contar com imprevistos, separar lanches, uniformes, e conversar com a criança para que tudo saia bem.

Quem não tem babá, uma rede de apoio ou academia com infraestrutura infantil também consegue conciliar treinos e os cuidados com a criançada. É só escolher uma academia com uma mensalidade que caiba no seu orçamento. Certamente deve ter uma mesinha para que seu filho possa fazer o Para-Casa ou usar o tablet enquanto você treina. Ou até opções de aulas infantis para matriculá-la, e assim incentivar a prática esportiva desde cedo.

Com um bom diálogo familiar e planejamento as coisas se encaixam melhor.

Autorresponsabilidade não é fazer tudo sozinha

Falei semana passada sobre autorresponsabilidade e que “somos nós temos que fazer e ninguém mais”.

A mensagem que quis passar foi de que as nossas escolhas somos nós quem deveríamos fazer e ter coragem de assumi-las. É sobre ser protagonista da própria vida e ter capacidade de colocar as nossas escolhas em prática.

É verdade que depois que a gente faz nossas escolhas pode ser difícil assumir e colocar tudo em prática. A capacidade de realização não é pra todo mundo.

Não estou falando que temos que sair fazendo tudo sozinhas. É por isso que precisamos de apoio, de algum profissional que nos incentive a dar o primeiro passo e enxergar propósito no que decidimos fazer. De ter uma equipe para nos estimular a realizar nossos objetivos profissionais. Os nossos amigos e a nossa família também são fundamentais nesse processo, sobretudo nas questões pessoais.

O processo de coaching você é incentivado a planejar a realização de cada um dos seus desejos. Geramos clareza de como fazer acontecer , no plano de ação que você vai desenhar para dar o primeiro até o último passo.

Não sabe quais são seus sonhos? Pois então, a mentoria ainda nos ajuda a pensar, sonhar e até escolher o que queremos da nossa vida. Está precisando de um empurrãozinho para se descobrir ou tocar seus desejos? Vamos juntas nessa! Envie um email para [contato@vidaposparto.com] e agende sua sessão comigo.

Meu filho não quer dormir!

Fazer a criançada dormir! Essa é, certamente, uma das tarefas mais difíceis para nós, mamães. Quem nunca presenciou cenas de manhas e até choros, deixando o momento, que era pra ser tranquilo, em algo extremamente estressante?

Já passei por isso tantas vezes, que acabei criando uma rotina estratégica para fazer a Júlia dormir sem drama.

Eu intercalo leitura e iPAD. Sim, iPAD. Os eletrônicos são condenados pelos especialistas e eu concordo. Mas utilizo para incentivar a leitura e assistimos um vídeo tranquilo e calmo. E desligamos um tempo antes de fechar os olhos, assim ela vai desligando os faróis aos poucos.

Além disso, faço massagem nas pernas, bracinhos, costas, barriga e um belo cafuné relaxante. Uma coisa importante. Tudo é feito com a luz baixa do abajour e o restante da casa apagada. Mesmo que eu não vá dormir naquela hora, é essencial transmitir a sensação de que a casa toda vai descansar. Quando ela apaga, eu me dedico a fazer tudo o que está faltando.

Bom, isso é o que eu faço, mas nada melhor do que a palavra de quem mais entende do assunto, não é mesmo? Por isso, chamei a Lívia Praiero, consultora do sono Materno Infantil, para falar melhor sobre o sono da criançada.

Como fazer a criançada dormir?

“Crianças de idade entre 3 a 5 anos tem necessidades de muitas horas de sono, como os bebês. Segundo Kim West, autora do livro ‘The sleep lady’s good night, good tight’, a média de sono diária destas crianças é em torno de 10 a 12 horas de sono noturno, podendo ainda considerar a necessidade de sonecas em dias de muita atividade.

Você pode estar pensando que isso é muito? Na verdade, nossa rotina corrida, muitos equipamentos eletrônicos ao redor e atividades que duram até tarde da noite, têm transformado a rotina de nós adultos e, por consequência, refletido na rotina de nossos filhos. Podemos chamar de ‘geração superexcitadas’ que sim, sentem dificuldade para relaxar, ou seja, não conseguem dormir com facilidade. Pedem água, companhia, se distraem na TV, não conseguem se concentrar para dormir. Muitas das vezes, nem o ambiente é propício para o sono.

Essa privação de sono (lê-se, uma criança desta idade dormir menos do que necessita), pode não nos parecer um problema agora, mas atentem-se: é um grande problema. As horas de sono perdidas hoje impactarão no futuro! Não só no desenvolvimento cognitivo, como no desenvolvimento motor e até na obesidade. Já existem estudos que comprovam todos esses reflexos negativos e que justificam epidemias de depressão em tenra idade, obesidade e dificuldades de concentração e aprendizado.

Nossa sociedade está tão envolvida em suas mil atividades, obrigações, agenda lotada que não percebe que estão levando os filhos no mesmo ritmo, ou seja, nem tem a oportunidade de ficar em casa e ter um momento de sono preservado. Me deparo com crianças tarde da noite nos shoppings, bares, aniversários, supermercado…entendo que não conseguimos alguém para fazê-los companhia, mas será que não poderíamos poupá-los dessa agenda extra? Já pararam para pensar que nós, na idade deles, mal saíamos aos finais de semana? Nossos pais não viviam nessa velocidade e sim, preservavam nosso sono. Entendiam sua importância, seus impactos positivos e negativos. Com um olhar mais atento, davam o jantar mais cedo, nos impediam de assistir TV pós jantar, liam livros, recolhiam-nos a atividades mais calmas e favoráveis ao sono.

Não pensem que vou levantar a bandeira slow down, não consigo desacelerar minha rotina, quiçá de outras famílias, mas sim, peço que se atentem em ao menos preservar a hora de sono dos seus filhos. É o famoso ritual do sono, tão claro para pais de bebês, mas logo perdidos com o desmame dos filhos. O ritual do sono consiste em se recolher com o filho, 30 minutos antes da hora de dormir (pasmem, até os 6 anos a academia americana de pediatra preconiza que sejam colocados para dormir às 19:30h) para ficarmos 100% entregues a eles: olho no olho, não compartilhando a TV. Nossos filhos relutam para dormir porque no fundo sentem falta de jantar sem TV, de conversas conosco sem o celular interrompendo, de um quartinho escuro e calmo, com os pais ao lado. Não, você não o fará dormir, mas saiba que por muitos anos ele precisa de sua companhia para relaxar, se sentir seguros e dormir. Quanto menos bebê, mais ele precisa da sua presença!

Separe esses 30 minutos, fique com ele! Depois terá o resto da noite para colocar suas coisas em dia, fazer as compras, ler as mensagens perdidas…e seu filho, várias noites de somo, para manter seu pleno desenvolvimento! Não querem dormir, não sentem sono, não querem ficar sozinhos? Dediquem-se a momentos a sós e descobrirá o quão dorminhoco seu filho é! Sono é segurança. Sua presença trará o sono de volta!”

Lívia Praeiro, fundadora do 8 horas – Consultoria do sono Materno Infantil, mãe do Miguel e da Maria Luísa

A tal da autorresponsabilidade

Falei outro dia sobre o quanto temos o péssimo hábito de reclamar. E como se não bastasse, encontrar culpados pelas coisas ruins que acontecem conosco. Essa atitude pode até ser automática.

A grande verdade, entretanto, é que somos, nós, as principais responsáveis por tudo o que acontece, tanto de positivo quanto negativo. São as nossas escolhas que direcionam nossos caminhos. Não existe destino, acaso ou fatalidade.

Não adianta buscar explicações para as coisas que acontecem, enquanto tudo que acontece é uma resposta às nossas atitudes ou omissões.

Nada de achar isso tudo assustador. Na real, saber que tudo está em nossas mãos é altamente empoderador.

Se estamos em uma situação ruim, fomos nós que nos colocamos nela. Melhor: temos força e potencial para sair dela. E se queremos muito a realização de algo, está em nossas mãos fazer acontecer. É só abrir mão da preguiça e ir à luta.

Nada está fora do nosso controle. Somos nós quem ditamos as regras, escolhemos os rumos e mudamos a direção quando necessário. A gente sabe exatamente o que fazer caso nossas ações não estejam nos levando para onde gostaríamos de ir.

Só nós temos que fazer acontecer e ninguém mais. Encorajador isso, certo?

Férias: novas descobertas para a criançada

As férias acabaram, mas o período foi de muita descoberta para a Júlia. Até dormir pela primeira vez na casa de uma amiguinha da escola ela dormiu!

Confesso que fiquei um pouco insegura. Sempre fica aquela medinho na primeira vez, né? Será que ela ficaria bem? Será que se cansaria? Como conhecia as pessoas que moravam na casa e sabia que tudo podia correr bem e em segurança, acabei ficando mais tranquila.

Por ter me divorciado quando Júlia tinha apenas 1 ano e 10 meses, ela acabou se acostumando a dormir na casa de parentes próximos. Principalmente dos avós. Vale lembrar que nesse período sempre contei muito com o apoio da minha família. Isso tudo acabou deixando ela mais tranquila e confiante de que eu estaria à disposição caso precisasse de mim.

Por falar na relação entre pais e filhos, entendo que a liberdade vem depois da confiança. E que somos colocadas à prova todo o tempo por nossos filhos e pelas diversas situações que enfrentamos. O importante é gerar empatia com eles e parar de dizer “não“ sem pensar. Sobretudo pelo fato de achar que o “não” vai dar segurança e proteção.

Foi positivo saber que ela curtiu. A cada experiência, uma descoberta!

E você mamãe, como agiria se fosse na sua casa?

Mamãe, desligue o piloto automático!

Na última vez em que escrevi sobre maternidade aqui no blog, tentei esclarecer sobre a importância do Coaching para quem acabou de se tornar mamãe. Dando continuidade aos desafios impostos à mulher que está vivendo essa nova fase de vida, hoje quero falar sobre o autoconhecimento.

É ele que desperta a clareza do momento em que estamos vivendo, abrindo o nosso coração e a nossa mente para agirmos em busca daquilo que desejamos para nossa vida.

Somos, entretanto, vítimas de um sistema que dificulta o processo do autoconhecimento: o piloto automático. Com ele ligado, realizamos as tarefas de um jeito mecânico, sem muito refletir sobre o que de fato estamos fazendo. O resultado disso pode ser viver apenas por viver, sem ter entusiasmo… Ou por que, não? Tesão.

A sensação é mais ou menos esta: o tempo passa e você sente que está perdendo a vitalidade, a beleza, a motivação. Uma situação super comum, inclusive, para quem acabou de ser mãe, e se sente meio perdida a exercer seu papel de mulher, esposa, filha, etc. Você tem medo de arriscar, sofre por achar que poderia ser uma mãe melhor e, ainda se culpa.

Para desligar o piloto automático e passar a viver o momento presente, você precisa de autoconhecimento e, sobretudo, aceitação. Busque entender que vive um conflito entre quem gostaria de ser e o que realmente é. A partir do momento em que você para e identifica o problema, fica muito mais fácil desligar esse botão. Lembre-se, entretanto, que é preciso vontade, busca verdadeira e muita dedicação.

E, sim, o processo de Coaching permite esta redescoberta. Ele encoraja cada mãe a identificar aquilo que a paralisa e a desenhar o plano de ação para alcançar o que deseja. Identificou? Agende uma consulta. [contato@vidaposparto.com ou envie direct com suas perguntas]

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