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VPP Entrevista: Clarissa Yakiara

O Vida Pós Parto na CDL FM 102.9 conversa na próxima terça, dia 27 de fevereiro, com a Clarissa Yakiara, psicóloga e idealizadora da Bee Family.

VPP: Conta para os nossos ouvintes o que é a Bee Family.

Clarissa: A Bee Family é uma “escola” para pais e mães de crianças de 0 a 7 anos, que desejam se tornar um exemplo digno de ser imitado por seus filhos! Um espaço acolhedor para aqueles pais e mães que sentem que educar um ser só é possível a partir de um processo honesto e profundo de autoeducação.

VPP: Quais os maiores dilemas das mães em relação à criação dos filhos, que hoje é o que mais se discute no grupo, e como você abraça esse tema?

Clarissa: Os dilemas são bem variados e envolvem a maioria dos desafios que nós pais e mães de crianças pequenas vivenciamos hoje em dia! Desde como dar limites e organizar a rotina com as crianças, questões de alimentação, sono, escolha e adaptação na escola, a questões pessoais, tais como mudanças na vida conjugal, profissional e familiar depois da chegada dos filhos, sobrecarga que sentimos, a busca do equilíbrio, rede de apoio… Enfim, abordamos os mais diversos temas que fazem do universo materno, paterno e familiar!

VPP: Assisti uma palestra sua onde você fala de como trabalhar em casa com as crianças e achei interessante quando mencionou que eles precisam de entender que o que fazemos tem início, meio e fim. Conta pra gente mais sobre essa dica para as mamães e papais que trabalham home office por exemplo. Realidade que é cada vez mais comum.

Clarissa: Na verdade, o que disse é que é importante que as crianças consigam perceber os processos completos no dia-a-dia familiar, em especial quando estes pais trabalham em casa. Ela precisa ver que as atividades que fazemos em nosso dia-a-dia tem início meio e fim. Por exemplo, se vou fazer uma sopa, eu primeiro separo os alimentos, depois descasco, lavo, pico, cozinho para somente depois servir esta comida para a família. Neste caso, a criança pode visualizar todas as etapas do processo – dependendo de sua idade pode até apoiar – diferente de quando o adulto está sentado na frente do computador e a criança não percebe o processo das atividades que estão acontecendo ali. Acompanhar este FAZER que tem início, meio e fim dos adultos, inspira um brincar mais concentrado e criativo da criança, permitindo que o adulto possa ter mais tempo livre para trabalhar e se concentrar em suas atividades.

VPP: Uma das maiores dificuldades que eu ouço as mamães discutirem hoje na educação dos filhos é colocar limite e ser mais ouvida pelos filhos. Qual dica você daria pra gente?

Clarissa: Quando falo de limites as duas palavras que me vem em mente são disposição e conexão. Quanto mais disponíveis estivermos para observarmos nossos filhos e conectados para nutri-los emocionalmente, sinto que saberemos exatamente como conduzir e guiar as crianças em cada situação, ou seja, apresentar os limites e as fronteiras que cada pai e mãe vai escolher para sua família!

VPP: Você gravou um vídeo sobre como educar o filho em 4 passos. Pode falar um pouco dos 4 passos pra gente?

Clarissa: O primeiro passo é observar a criança, principalmente as questões e comportamentos que nos incomodam. A partir daí, vou para o segundo passo que é a auto observação, ou seja, vou observar a mim mesmo(a) afim de buscar a correspondência do que estou percebendo em meu filho dentro de mim. Assim que começo a encontrar essas questões em mim vou começar um processo de redesenho do meu comportamento (3º passo) e logo buscar maneiras criativas para conduzir meu filho neste processo de mudança também (4º passo). Parece simples, mas é um processo que requer muita coragem, humildade e vontade de se tornar mesmo um exemplo digno de ser imitado pelos pequenos.

VPP: Como foi pra você mudar de país e adaptar a família em uma outra cultura? Por que você fez essa escolha?

Clarissa: Era algo que estávamos planejando há mais de 2 anos. Já conhecáamos bem a cidade e éramos apaixonados por Pucon. Tínhamos alguns amigos que já viviam lá, o que facilitou bem o processo! Estávamos em busca de uma vida mais tranquila, numa cidade pequena e que tivesse uma escola orientada pela Pedagogia Waldorf. O mais difícil foi adaptar ao clima. Pucon é uma cidade que tem as estações bem definidas e marcadas: no inverno faz muito frio. Além disso, lá chove em média de 7 a 9 meses por ano. Esse está sendo o maior desafio.

Pra quem quiser saber mais, aproveite a estadia da Clarissa no Brasil. Ela será uma das palestrantes no evento do Mom is Cool e Na pracinha, dia 28 de fevereiro, próxima quarta. Saiba mais em: acesse bit.ly/entrenos1

Como organizar a festa de aniversário do seu filho?

A Viviani Werneck, do IdeaAZ 4 You, realizadora de festas personalizadas, compartilhou conosco algumas dicas ótimas para você organizar a festa de aniversário do seu filho.

“Acredito que toda alegria deve ser festejada. A descoberta de que o seu bebê vai chegar, os primeiros 365 dias da vida do seu maior presente (um filho) e todos os próximos dias da vida dele, a formatura ou as demais comemorações da sua família significam muito e são verdadeiras conquistas. Por isso celebre sempre!”

Se você é mãe, e assim como eu também ama festejar, vou te dar umas dicas para organizar a festa do seu pequeno:

1. Planeje a festa com antecedência, pois assim ficará mais fácil organizar todos os detalhes;

2. Monte um cronograma e siga o seu planejamento;

3. Crie uma planilha com os gastos estimados para o seu evento;

4. Se você for montar a decoração, teste antes. Para isso, vale usar até a sua mesa de jantar;

5. Conte a história que você deseja na sua decoração, abuse dos elementos e complementos;

6. Defina a paleta de cores da sua festa;

7. Não abra mão das flores e dos balões, pois eles trazem alegria;

8. Mergulhe na inspiração!

Pesquise muito sobre o tema, assista o filme (se este for um tema clássico) e crie a sua festa. Realmente o processo construtivo e a organização de uma festa demandam muita de dedicação e comprometimento, mas o resultado final é muito prazeroso e estimulante. Comece e você não vai para mais!

Carnaval para a criançada em BH

Já faz tempo que os belo-horizontinos deixavam a capital mineira para curtir o Carnaval em outras cidades. BH agora é rota da folia, com programação dedicada, inclusive, à criançada.

Como já é tradição aqui no Vida Pós Parto, compartilho a agenda dos bloquinhos exclusiva para os pequenos caírem nas festa. Detalhe: a programação cresceu e tem mais opções que os anos anteriores. Fique ligada, mamãe!

As sugestões são do pessoal do Na Pracinha.

Sábado

Bolinha Preta

Realizado pela Cia Pé de Moleque e Aldeia Jabuticaba, conta com um repertório de músicas populares, marchinhas e cancioneiro folclórico brasileiro. O cortejo aconteceem minitrio elétrico.

Quando? Às 14h

Onde? R.Orange, 30, São Pedro

Indicação etária livre

Entrada franca

Bailinho de Carnaval Ouro Minas

O bailinho tem DJ e animadores, em ambiente pra família toda.

Quando? 19h às 23h

Onde? Av. Cristiano Machado, 4001 – Ipiranga

Quanto? R$ 40,00 (adultos); R$ 20,00 (crianças) | Crianças até 4 anos não pagam. Vendas: sympla

Mommys na Folia

Bailinho para a criançada organizado pelo grupo materno Mommys.

Quando? 10h às 13h

Onde? Buffet Carrossel (R. Timbiras, 2772, Santo Agostinho) Venda de alimentos no local. Indicação etária livre

Quanto? R$ 15,00 (adulto); R$ 30,00 (combo família 2 adultos + 1 criança) Vendas: sympla

Bloco “Alessandra no País da Ser Brincante”

Mini trio elétrico com músicos e um repertório repleto de marchinhas e sucessos de carnaval, oficinas e brincadeiras.

Quando? 13h às 17h

Onde? Praça Manoel de Barros (R. Castelo de Lisboa, s/n – Castelo)

Indicação etária livre

Entrada franca

Domingo

Bloco da Oca

Entre na folia motivado a preservar a natureza. O bloco, voltado pra família toda, busca valorizar as conexões com o meio ambiente, as raízes da nossa história e a cultura indígena.

Quando? 10h

Onde? R. Henrique Badaró Portugal, 480, Buritis (percurso pela pista de caminhada e retorno à concentração)

Indicação etária livre

Entrada franca

Folia Kids

O Gigante da Pampulha será palco de um parque infantil de brinquedos infláveis e apresentações das animações preferidas da criançada.

Quando? 9h

Onde? Estádio Mineirão

Quanto? R$ 50,00 (inteira) | Combo família: R$ 75,00 Vendas: https://www.nenety.com.br/eventos/carnaval-kids Indicação etária livre

Bloquim Dubem

O Bloquim contará com cortejo de tambores do Tambolelê, apresentação do Circo Irmãos Simões, bailinho de carnaval com samberçário grove e contação de histórias.

Quando? 13h às 17h

Onde? Parque Marcos Mazzoni (R. Deputado Bernardino de Sena Figueiredo, 1022, Cidade Nova)  Indicação etária livre

Entrada franca

Segunda

Carnabailinho Lá no lote

Esse evento promete! O Bloco da Bolinha Preta comanda a festa no mais novo espaço de eventos da cidade. A folia contará com fonte interativa, slackline, oficina de pintura facial e venda de comidinhas no local.

Quando? 9h às 13h

Onde? Av. Clóvis Salgado, 1485, Pampulha

Quanto? R$ 100,00 (passaporte família – 4 pessoas) | R$ 30,00 (individual). Bebês até 12 meses não pagam. Vendas: Sympla

Bailinho do Distrital

Fera Neném, Quintal da Guegué, Circo do Meio Dia, Coração Palpita estão na programação.

Quando? 10h30 às 15h

Onde? Mercado Distrital do Cruzeiro: R. Opala, s/n – Cruzeiro

Quanto? R$ 40,00 (inteira) | Crianças até 2 anos não pagam Obs.: acesso ao espaço Distrital até 15h Vendas: sympla

Os Baianinhas – Ala Infantil do bloco Baianas Ozadas

O maior bloco da capital agora tem uma ala infantil. O grupo ensaiou com crianças a partir de 5 anos com oficinas de musicalização. A bateria mirim conta também com o apoio do cantor Geo Ozada e Geovanne Sassá.

Quando? 9h

Onde? Av. Afonso Pena, 1394, Funcionários (em frente ao Palácio das Artes)

Indicação etária livre

Entrada franca

Terça

Baile Infantil Secretinho

Mais um evento no Mercado Distrital. Dessa vez quem comanda a festa é o Bloco Fera Neném, Pernafolia e Baianinhas Ousadas.

Quando? 10h às 15h

Onde? Mercado Distrital do Cruzeiro (R. Opala, s/n, Cruzeiro)

Quanto? R$ 40,00 (inteira) | Crianças até 6 anos não pagam ingresso Obs.: acesso ao espaço Distrital até 15h Vendas: sympla

Bloco Circo Marimbondo Concentração

O grupo da musicista Bianca Luar traz canções tradicionais da infância e releituras da MPB, especialmente do Clube da Esquina, em ritmos variados de carnaval. A criançada pode levar os instrumentos e tocar junto à bateria.

Quando? 10h

Onde? Esquina das ruas Paraisópolis com Teresopólis, no Santa Tereza

Indicação etária livre

Entrada franca

Bloco “Alessandra no País da Ser Brincante”

Mini trio elétrico e bailinho Pezinho na folia, com a Cia Pé de Moleque e intervenções brincantes.

Quando? 10h às 14h

Onde? Praça Manoel de Barros (R. Castelo de Lisboa, s/n, Castelo)

Indicação etária livre

Entrada franca

 

Meu filho não quer dormir!

Fazer a criançada dormir! Essa é, certamente, uma das tarefas mais difíceis para nós, mamães. Quem nunca presenciou cenas de manhas e até choros, deixando o momento, que era pra ser tranquilo, em algo extremamente estressante?

Já passei por isso tantas vezes, que acabei criando uma rotina estratégica para fazer a Júlia dormir sem drama.

Eu intercalo leitura e iPAD. Sim, iPAD. Os eletrônicos são condenados pelos especialistas e eu concordo. Mas utilizo para incentivar a leitura e assistimos um vídeo tranquilo e calmo. E desligamos um tempo antes de fechar os olhos, assim ela vai desligando os faróis aos poucos.

Além disso, faço massagem nas pernas, bracinhos, costas, barriga e um belo cafuné relaxante. Uma coisa importante. Tudo é feito com a luz baixa do abajour e o restante da casa apagada. Mesmo que eu não vá dormir naquela hora, é essencial transmitir a sensação de que a casa toda vai descansar. Quando ela apaga, eu me dedico a fazer tudo o que está faltando.

Bom, isso é o que eu faço, mas nada melhor do que a palavra de quem mais entende do assunto, não é mesmo? Por isso, chamei a Lívia Praiero, consultora do sono Materno Infantil, para falar melhor sobre o sono da criançada.

Como fazer a criançada dormir?

“Crianças de idade entre 3 a 5 anos tem necessidades de muitas horas de sono, como os bebês. Segundo Kim West, autora do livro ‘The sleep lady’s good night, good tight’, a média de sono diária destas crianças é em torno de 10 a 12 horas de sono noturno, podendo ainda considerar a necessidade de sonecas em dias de muita atividade.

Você pode estar pensando que isso é muito? Na verdade, nossa rotina corrida, muitos equipamentos eletrônicos ao redor e atividades que duram até tarde da noite, têm transformado a rotina de nós adultos e, por consequência, refletido na rotina de nossos filhos. Podemos chamar de ‘geração superexcitadas’ que sim, sentem dificuldade para relaxar, ou seja, não conseguem dormir com facilidade. Pedem água, companhia, se distraem na TV, não conseguem se concentrar para dormir. Muitas das vezes, nem o ambiente é propício para o sono.

Essa privação de sono (lê-se, uma criança desta idade dormir menos do que necessita), pode não nos parecer um problema agora, mas atentem-se: é um grande problema. As horas de sono perdidas hoje impactarão no futuro! Não só no desenvolvimento cognitivo, como no desenvolvimento motor e até na obesidade. Já existem estudos que comprovam todos esses reflexos negativos e que justificam epidemias de depressão em tenra idade, obesidade e dificuldades de concentração e aprendizado.

Nossa sociedade está tão envolvida em suas mil atividades, obrigações, agenda lotada que não percebe que estão levando os filhos no mesmo ritmo, ou seja, nem tem a oportunidade de ficar em casa e ter um momento de sono preservado. Me deparo com crianças tarde da noite nos shoppings, bares, aniversários, supermercado…entendo que não conseguimos alguém para fazê-los companhia, mas será que não poderíamos poupá-los dessa agenda extra? Já pararam para pensar que nós, na idade deles, mal saíamos aos finais de semana? Nossos pais não viviam nessa velocidade e sim, preservavam nosso sono. Entendiam sua importância, seus impactos positivos e negativos. Com um olhar mais atento, davam o jantar mais cedo, nos impediam de assistir TV pós jantar, liam livros, recolhiam-nos a atividades mais calmas e favoráveis ao sono.

Não pensem que vou levantar a bandeira slow down, não consigo desacelerar minha rotina, quiçá de outras famílias, mas sim, peço que se atentem em ao menos preservar a hora de sono dos seus filhos. É o famoso ritual do sono, tão claro para pais de bebês, mas logo perdidos com o desmame dos filhos. O ritual do sono consiste em se recolher com o filho, 30 minutos antes da hora de dormir (pasmem, até os 6 anos a academia americana de pediatra preconiza que sejam colocados para dormir às 19:30h) para ficarmos 100% entregues a eles: olho no olho, não compartilhando a TV. Nossos filhos relutam para dormir porque no fundo sentem falta de jantar sem TV, de conversas conosco sem o celular interrompendo, de um quartinho escuro e calmo, com os pais ao lado. Não, você não o fará dormir, mas saiba que por muitos anos ele precisa de sua companhia para relaxar, se sentir seguros e dormir. Quanto menos bebê, mais ele precisa da sua presença!

Separe esses 30 minutos, fique com ele! Depois terá o resto da noite para colocar suas coisas em dia, fazer as compras, ler as mensagens perdidas…e seu filho, várias noites de somo, para manter seu pleno desenvolvimento! Não querem dormir, não sentem sono, não querem ficar sozinhos? Dediquem-se a momentos a sós e descobrirá o quão dorminhoco seu filho é! Sono é segurança. Sua presença trará o sono de volta!”

Lívia Praeiro, fundadora do 8 horas – Consultoria do sono Materno Infantil, mãe do Miguel e da Maria Luísa

A festa de Bailarina da Júlia

Quem me acompanha nas redes sociais, sabe que a Juju adora ballet. Ela curte tanto a dança, que a última festa de aniversário foi totalmente inspirada no tema. Foi tudo lindo e emocionante, do jeitinho que Júlia queria.

Por isso, hoje abro espaço aqui no Vida Pós Parto, para a Viviani Werneck, do IdeaAZ 4 You, realizadora de festas personalizadas, contar um pouquinho mais sobre como foi a produção dessa festa. E, claro, esclarecer as dúvidas de várias seguidores de como foi todo o processo.

A Viviani é uma daquelas mulheres fortes que, depois de se tornarem mães, decidiram empreender: tanto para curtir aquilo que mais gostavam quanto para ficar perto dos filhos.

“No fim do ano passado, nós recebemos um convite da queridíssima Aline Vale para realizar a produção da festa Bailarina. Essa festa foi para comemorar os 5 anos da pequena Júlia que é uma garotinha doce, cheia de energia e apaixonada por ballet.

Assim como em todas as nossas festas, buscamos, sempre, apresentar uma produção exclusiva, mas com a identidade da aniversariante. Conversamos muito com a idealizadora desse projeto e com a mãe da pequena bailarina, a Letícia Melo, quem nos ajudou a identificar o perfil. Assim foi possível começar o nosso processo criativo.

Tivemos grande liberdade para criar, já que se tratava de um tema lúdico. Como em todo o processo de criação, foi necessário muito tempo de pesquisa e dedicação.

Definido o local da festa começamos a escolha da paleta de cores e a trabalhar as dimensões para proporções de peças, mobiliário que utilizaríamos na produção e itens que iriam compor os cenários que criamos – nessa festa a mesa de bolo e o espaço kids.

O processo completo de uma produção de festa envolve muita gente e, por esse motivo, sempre é importante trabalhar com parceiros que estejam conectados com a nossa mesma vibração. Isso ajuda a inspiração a fluir e a alcançar os melhores resultados.

Com uma formação tão diferente do meu mercado atual de atuação, pois sou formada em Administração de Empresas e Direito, a minha longa experiência com gestão e organização me auxiliam muito no processo de montagem.

Ousadia e criatividade em abundância me levaram a atuar no mercado de festas, já que eu sempre me reconheci como uma apaixonada por esse movimento festivo. Com um estilo clean e rico em detalhes, nós buscamos montar nossas produções sempre de forma exclusiva e inovadora. E esse trabalho me completa e me realiza!

A criação de produções de festas, como um negócio próprio, surgiu fortemente na minha vida após a chegada dos meus filhos. Aliada à vontade de ter mais tempo para eles, também veio a vontade de empreender.

O empreendedorismo materno me ajudou e me aproximou muito dos meus filhos à medida que me possibilitou mais tempo para ficar com eles e acompanhar o crescimento. É claro que esse caminho não é feito só de flores, e é preciso driblar as dificuldades de trabalhar em casa e ter mil possibilidades de interrupções ou de simplesmente não conseguir desligar dos filhos que estão logo ali ao lado brincando.

Com toda certeza afirmo que um dos maiores prazeres de trabalhar com eventos é entregar para o cliente uma festa única e que fique muito melhor do que ele tinha imaginado, percebendo, a cada entrega, que transformamos os seus sonhos em realidade.

No caso da Júlia, o resultado foi uma festa linda, cheia de charme e com a leveza de uma bailarina.

As bailarinas e o cisne que utilizamos na produção foram todos criados pela talentosa Aline, e as peças exclusivas da mesa foram todas escolhidas do acervo do Estúdio Paleta, que é o local, em BH, de locação de peças que sai na frente quando o assunto é o diferente e exclusivo.

Nós amamos, e vocês o que acharam dessa produção?”

Ps.: Na próxima semana, a Viviani volta por aqui para dar dicas de como organizar a festa de aniversário para seu filhote.

Por Viviani Werneck, IdeiAZ 4 You

Férias: novas descobertas para a criançada

As férias acabaram, mas o período foi de muita descoberta para a Júlia. Até dormir pela primeira vez na casa de uma amiguinha da escola ela dormiu!

Confesso que fiquei um pouco insegura. Sempre fica aquela medinho na primeira vez, né? Será que ela ficaria bem? Será que se cansaria? Como conhecia as pessoas que moravam na casa e sabia que tudo podia correr bem e em segurança, acabei ficando mais tranquila.

Por ter me divorciado quando Júlia tinha apenas 1 ano e 10 meses, ela acabou se acostumando a dormir na casa de parentes próximos. Principalmente dos avós. Vale lembrar que nesse período sempre contei muito com o apoio da minha família. Isso tudo acabou deixando ela mais tranquila e confiante de que eu estaria à disposição caso precisasse de mim.

Por falar na relação entre pais e filhos, entendo que a liberdade vem depois da confiança. E que somos colocadas à prova todo o tempo por nossos filhos e pelas diversas situações que enfrentamos. O importante é gerar empatia com eles e parar de dizer “não“ sem pensar. Sobretudo pelo fato de achar que o “não” vai dar segurança e proteção.

Foi positivo saber que ela curtiu. A cada experiência, uma descoberta!

E você mamãe, como agiria se fosse na sua casa?

Crie vínculos fortes com seus filhos

Crianças que têm vínculos fortes com os pais aprendem com mais facilidade e se relacionam melhor com outras pessoas. E a Ciência comprova isso. Pesquisadores finlandeses acompanharam 700 famílias durante sete anos – do nascimento dos filhos até a fase escolar. Aquelas em que os pais tinham um relacionamento mais saudável com os pequenos, as crianças aprendiam mais rápido e sabiam lidar melhor com as emoções.

Se a criação de vínculos é positiva para a criançada, nós, mamães, só temos a ganhar também. São nesses momentos de cumplicidade que conhecemos mais nossos filhotes, seus gostos, desejos e o que pensam sobre o mundo que os cercam. A gente se surpreende, orgulha e, muitas vezes, nos sentimos super desafiadas também. Uma oportunidade incrível de crescimento. Quantas você já precisou ser criativa para responder um questionamento do seu pequeno?

Não existe uma receita para se aproximar dos pequenos. Varia de acordo com os interesses do seu filhote. O principal segredo é se interessar em estar perto deles, e curtir os momentos gostosos juntos. Eu, por exemplo, adoro fazer passeios diferentes. Brincar ao ar livre em parques e praças, levar ao museu e fazer piqueniques.

Outra atividade super prazerosa e enriquecedora é estimulá-lo a ler. Crie um clima, interprete os personagens, enfim abuse da criatividade para despertar a imaginação da criançada.

Criar o “dia do hoje pode” também é super gostoso. Depois de uma semana de aulas, tarefas extra-classe, regras e horários, nada mais gostoso para a garotada do que comer aquela guloseima que eles tanto amam.

Seja amorosa. Sempre! Demonstrar afeto é uma das maneiras mais naturais e bonitas de manter uma relação próxima. Não se reprima quando der vontade de encher seu filhote de beijos e abraços.

Enfim, existem várias outras oportunidades, como cozinhar junto, criar um acampamento na sala, ver fotos de família. E são esses momentos, simples, mas muito profundos, que vão fazer com que a criança crie, futuramente, só lembranças boas de você.

Ensine a criançada comer de um jeito mais saudável

Comecei a semana compartilhando algumas dicas super simples para você se alimentar de um jeito mais saudável.

E a criançada? O processo de educação alimentar para os pequenos costuma ser bastante complexo. Se nós, mamães, não seguimos uma rotina saudável, fica mais difícil ainda. Aliás, esse é o principal segredo nessas horas: fazer aquilo que você ensina. Afinal de contas, somos o modelo a ser seguido pelos nosso filhos, que absorvem tudo igual esponjinhas.

Abaixo separei algumas dicas oriundas da minha própria experiência como mãe de uma criança de 5 anos que nem sempre quer comer de verdade.

  1. As refeições devem ser prazerosas. Crie pratos divertidos, coloridos e com carinhas. Se seu filhote não quiser comer uma maçã, por exemplo, deixe que ele brinque com a fruta. Explore a sua criatividade e incentive a criança a explorar a dela. Isso vai acabar sendo positivo até para outras esferas da vida dela.
  2. Não deixe ela trocar uma refeição por um salgado. Seja firme. Do contrário, ela pode ficar ainda mais restritiva, sabendo que depois de várias carinhas tristes e algumas birras, vai acabar sendo atendida.
  3. Mas também não proíba nada! A criança pode comer escondido. Pior: compulsivamente. Você não tem os momentos das escapadas? Então! Estabeleça dias e horários para seu pequeno comer a guloseima preferida dele.
  4. Que tal levá-la para a cozinha junto com você? Lidar com os alimentos faz com que a gente se sinta atraídos por eles. Deixe a criançada separá-los, batê-los, amassá-los. Uma boa dica é começar pelos pratos que elas mais curtem, como bolos e tortinhas. E sim: cuidado com as facas e as panelas no forno e no fogão. Essas funções podem ficar com você.
  5. Leve a criançada à feira, supermercado, hortifrutis… Assim, elas podem conhecer e se interessarem ainda mais pelos alimentos. Quanto mais variado o cardápio, melhor.
  6. Nada de comer os mesmos alimentos todo dia. Se você já fica enjoada, imagina só as crianças que adoram descobertas. Conquiste-as com novidades. Sua saúde e a dela agradecem. E sim: a rotina fica muito mais gostosa.

Meu bebê chegou! O que fazer para auxiliar o seu desenvolvimento?

O primeiro mês de vida do bebê é um turbilhão de novidades! Os pais aos poucos vão aprendendo a lidar com as fraldas, o banho, as cólicas, a amamentação e a nova rotina da casa.

Passada essa etapa, começam novas experiências de interação com o bebê. A partir do 2° mês de vida, o bebê já presta mais atenção no rosto dos pais e o vínculo torna-se cada vez mais intenso.

Muitos pais se perguntam: “Será que meu filho já entende o que eu falo? Devo conversar e brincar com ele?”

Vamos às respostas!

Quando você conversa com seu bebê nessa idade, ele percebe que isso é uma forma de comunicação, mas ainda não compreende o significado do que é dito. Ele observa, ouve e aprende a processar essa informação, e isso é fundamental para auxiliar no desenvolvimento da cognição e da linguagem.

Assim ele vai aprendendo sobre essa forma de interação, para logo responder com uma expressão facial, geralmente o sorriso, que aparece por volta dos 2 meses. Aí os pais se derretem!

E com relação às brincadeiras, sim, nessa idade já deve iniciar algumas atividades direcionadas para estimulação do desenvolvimento.

Nesse momento, é muito importante saber duas coisas:

1) Como brincar? As atividades devem ser adequadas para a etapa do desenvolvimento em que o bebê se encontra, não podemos pular etapas, pois isso acaba prejudicando o curso do desenvolvimento.

2) A quantidade: para não estressar o bebê. “Estressar o bebê? Bebês ficam estressados?” Sim, um excesso de estimulação pode causar desconforto e irritação, sintomas do desgaste físico ou emocional. O ideal é reservar um ou dois momentos do dia para as brincadeiras.

Muitos pais têm dúvidas também a respeito do “BRINCAR”, se ele é mesmo tão importante para o desenvolvimento.

A brincadeira não é uma simples diversão, ela é capaz de gerar diferentes estímulos para aumentar as conexões cerebrais, e dessa forma, torna-se um excelente instrumento para auxiliar o desenvolvimento de forma saudável e prazerosa.

É importante saber que de 0 a 2 anos de vida é quando o cérebro tem maior potencial para se desenvolver. Então temos que aproveitar!

Além disso, hoje a ciência comprova que um ambiente favorável ao crescimento e ao desenvolvimento dos bebês, gera repercussão positiva na vida adulta!

Flávia Cançado

Fisioterapeuta

A importância da autonomia para a criançada

Aproveito o Dia das Crianças para falar sobre a importância de incentivarmos a independência das crianças desde cedo.

Certamente, você quer que seu filhote seja um adulto independente, autoconfiante e feliz. Qual a sua postura quando ele não consegue realizar determinada atividade por conta própria?

Que atire a primeira pedra a mamãe que nunca acabou resolvendo problemas para seu pequeno. É super normal, já que não queremos vê-los sofrer. O problema é que a gente pode acabar tirando da criança a oportunidade de aprender.

Segundo especialistas, quando isso acontece a superproteção se sobressai em relação à autonomia, gerando consequências a curto e a longo prazo. As crianças podem se tornar mais inseguras, além de terem dificuldades para desenvolver importantes habilidades, que vão desde a organizar suas próprias coisas a serem mais tolerantes com a frustração.

Por mais que a nossa interferência seja necessária em alguns momentos, um voto de confiança pode fazer uma diferença gigante na autoestima e autoconfiança da garotada. Ao invés de responder ou agir por eles, o ideal é encorajá-los. Sabe aquele olhar que ilustra o “você consegue, não desista”?Ele é essencial para que os pequenos se sintam seguros e capazes de assumir responsabilidades.

Isso não tem a ver com deixá-los fazer sempre o que querem, mas, sim, oferecer opções para que façam pequenas escolhas. Sempre, é claro, apresentando as consequências e levando em conta a maturidade da criança.

Alguns hábitos que os especialistas recomendam a gente evitar:

  • Realizar atividades que eles conseguem fazer sozinhos, como comer ou trocar de roupa;
  • Dizer que ele é incapaz ou fez algo mal feito;
  • Conversar diretamente com a escola, antes de orientá-lo a resolver problemas com os colegas;
  • Fazer as tarefas por ele, ao invés de oferecer suporte e permitir que persista até conseguir;
  • Responder pela criança quando um adulto lhe dirigir a palavra;
  • Encobrir fracassos e evitar que assuma as consequências.

Tenho certeza que, com seu apoio, seu filhote vai conseguir resolver todos os problemas e se tornar um adulto bem mais seguro e feliz.

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