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VPP Entrevista: Ana Paula Garcia, do Mãe na Hora Certa

Hoje eu bati um papo com a Ana Paula Garcia, no Vida Pós Parto na CDL FM 102.9. Ela é Coach para gestantes e idealizadora do Mãe na Hora Certa. Pra quem perdeu a entrevista, segue na íntegra. Vale super a pena conferir.

Letícia Melo: Você idealizou o Mãe na Hora Certa após uma experiência de vida sua na maternidade?

Ana Paula Garcia: O Mãe na Hora Certa é um projeto de Planejamento Financeiro, Pessoal e Profissional para as tentantes e gestantes. Eu idealizei este projeto depois do nascimento dos meus filhos, pois entendi que nos preparamos para os nove meses de gestação e não para as mudanças que chegam com o nascimento dos nossos filhos.

Letícia Melo: Eu posso dizer que o projeto também é um gerador de conteúdo para as mães além do serviço de Coaching? Conta pra gente como funciona e quais os serviços do Mãe na Hora Certa.

Ana Paula Garcia: Sim, mantenho as redes sociais do Mãe na Hora Certa com conteúdos diferenciados sobre como se planejar para a chegada do bebê. Desenvolvi o Coach para Gestantes e Tentantes para orientar as futuras mamães a se planejarem para as mudanças que vão ocorrer na sua rotina com a chegada do seu filho. E a novidade deste ano é o Personal New Mom, um passo a passo de como organizar a casa da futura mamãe para receber seu bebê.

Letícia Melo: E o coaching para as gestantes apoia a mãe em quais etapas da maternidade?

Ana Paula Garcia: O processo de coaching permite apoiar a futura mamãe em todas as etapas: antes, durante e depois da gestação. Vamos atuar a partir do momento que a mamãe me procurar, depende da fase que ela estiver vivenciando. Quanto antes iniciarmos o processo mais tempo essa mãe terá para se planejar.

Letícia Melo: Se você pudesse dar uma única dica para as Mães, qual seria?

Ana Paula Garcia: Futuras mamães não deixem para tomar suas decisões pessoais, financeiras e profissionais no período da sua licença maternidade, este é um momento conturbado de emoções a flor da pele que podem influenciar negativamente suas escolhas. Façam seu planejamento materno além dos 9 meses da sua gestação, afinal filho é para a vida toda! Ana, obrigada por compartilhar seu conhecimento e projeto conosco. Para quem quiser saber mais, é só acessar o Mãe na Hora Certa no Facebook ou Instagram.

Ler é fundamental

Seja no kindle, tablet, note, celular ou nos charmosos livros de papel, a leitura é fundamental em nossa vida. Muito mais que um hábito pra lá de prazeroso, com ela nos tornamos pessoas muito melhores.

Isso tudo porque ler traz benefícios em diversas esferas de nossa vida. Aprendemos a nos expressar melhor. Para quem fala em público, ela ajuda a desenvolver a oratória. Além, é claro, de melhorar nosso repertório de palavras. Digo isso por experiência própria.

Ler também nos deixa mais inspiradas. Os livros nos libertam de padrões, ideias pré-concebidas, abrindo nossa cabeça para um mundo novo.

A leitura nos tira da zona de conforto. Principalmente quando o livro aborda um assunto ou perspectiva diferente daqueles que estamos habituados. Eles nos fazem refletir, oferecem novas ideias, que nos despertam para novos pontos de vista.

O resultado disso é um autodesenvolvimento contínuo e maior qualidade nos relacionamentos interpessoais.

Se você está precisando de algumas dicas, compartilho abaixo uma listinha com alguns livros que li nos últimos meses e têm me inspirado bastante.

  • Empreendendo felicidade (Pedro Salomão)
  • Osho, o livro das mulheres
  • Osho, vivendo perigosamente
  • O poder do agora (Eckhart Toll)
  • Autorresponsabilidade (Paulo Vieira)
  • Autoestima do seu filho ( Dorothy Corkille)

VPP Entrevista: Julyana Mendes, do Mãe de Sete

A Julyana Mendes, do Mãe de Sete, foi convidada especial da primeira edição do #VPP Apresenta. Aproveitei para entrevistá-la no Vida Pós Parto na CDL FM 102.9. O bate-papo foi ao ar hoje. E a entrevista está disponível na íntegra para quem perdeu ou quer conferir de novo.

A Julyana Mendes é de Brasília, palestrante, influenciadora digital e mãe de sete filhos!

Letícia Melo: O que te motivou a criar o projeto Mãe de Sete?

Julyana Mendes: O Mãe de Sete nasceu quando a Bia, minha sétima filha, tinha seis meses. O projeto nasceu dessa oportunidade de trocar experiência e aprender. Eu pensei que eu poderia aprender muito com elas também. É um projeto que nasceu com essa missão de aprender e de compartilhar muito da minha experiência também.

Letícia Melo: Nas suas redes sociais, você falou recentemente sobre desnudar-se. Sobre falar na real para os seus filhos o que te incomoda profundamente. Como é o diálogo em casa com sete filhos e sete idades completamente diferentes?

Julyana Mendes: Eu acho que essa coisa da idade diferente é minha maior demanda. É a minha maior dificuldade! Mas desnudar-se que eu falei é a o auto-conhecer. É você precisar passar para os seus filhos que você não é perfeita, que você falha e erra. Que você conhece seus limites. Então se você passa isso pra eles… Você passa isso de acordo com a idade de cada um, com a demanda da vida de cada um. Mas é sempre dizer: “Olha, isso aqui eu não consigo fazer. Isso aqui eu errei, eu exagerei”. Isso que é muito importante: não passe a perfeição, porque eles não serão assim. Isso frustra, né?

Letícia Melo: Aproveitando que estamos no mês de março, mês da mulher, qual recado você deixa para nós, mulheres? Porque antes de sermos mamães, somos mulheres!

Julyana Mendes: Exatamente! Começa por aí, né? A família começa pelo marido e pela esposa. Não com o pai e mãe necessariamente. Eu falo que sou o exemplo para minhas quatro filhas não como mãe, mas como mulher. Eu quero que elas me olhem dessa maneira: de uma mulher que se cuida, que se ama, que tem seu tempo, que estuda, que tem amigas. A gente não é só mãe e não podemos esquecer esse lado. Até por que, quando eu casei com meu marido, eu casei com seis filhos. Eu já tinha seis filhos! Quando ele me olhou, ele não viu uma mãe, ele viu a mulher que está carregando tudo isso. Fortaleça a sua mulher, que ela te carrega no colo quando a mãe precisa.

VPP Entrevista: Clarissa Yakiara

O Vida Pós Parto na CDL FM 102.9 conversa na próxima terça, dia 27 de fevereiro, com a Clarissa Yakiara, psicóloga e idealizadora da Bee Family.

VPP: Conta para os nossos ouvintes o que é a Bee Family.

Clarissa: A Bee Family é uma “escola” para pais e mães de crianças de 0 a 7 anos, que desejam se tornar um exemplo digno de ser imitado por seus filhos! Um espaço acolhedor para aqueles pais e mães que sentem que educar um ser só é possível a partir de um processo honesto e profundo de autoeducação.

VPP: Quais os maiores dilemas das mães em relação à criação dos filhos, que hoje é o que mais se discute no grupo, e como você abraça esse tema?

Clarissa: Os dilemas são bem variados e envolvem a maioria dos desafios que nós pais e mães de crianças pequenas vivenciamos hoje em dia! Desde como dar limites e organizar a rotina com as crianças, questões de alimentação, sono, escolha e adaptação na escola, a questões pessoais, tais como mudanças na vida conjugal, profissional e familiar depois da chegada dos filhos, sobrecarga que sentimos, a busca do equilíbrio, rede de apoio… Enfim, abordamos os mais diversos temas que fazem do universo materno, paterno e familiar!

VPP: Assisti uma palestra sua onde você fala de como trabalhar em casa com as crianças e achei interessante quando mencionou que eles precisam de entender que o que fazemos tem início, meio e fim. Conta pra gente mais sobre essa dica para as mamães e papais que trabalham home office por exemplo. Realidade que é cada vez mais comum.

Clarissa: Na verdade, o que disse é que é importante que as crianças consigam perceber os processos completos no dia-a-dia familiar, em especial quando estes pais trabalham em casa. Ela precisa ver que as atividades que fazemos em nosso dia-a-dia tem início meio e fim. Por exemplo, se vou fazer uma sopa, eu primeiro separo os alimentos, depois descasco, lavo, pico, cozinho para somente depois servir esta comida para a família. Neste caso, a criança pode visualizar todas as etapas do processo – dependendo de sua idade pode até apoiar – diferente de quando o adulto está sentado na frente do computador e a criança não percebe o processo das atividades que estão acontecendo ali. Acompanhar este FAZER que tem início, meio e fim dos adultos, inspira um brincar mais concentrado e criativo da criança, permitindo que o adulto possa ter mais tempo livre para trabalhar e se concentrar em suas atividades.

VPP: Uma das maiores dificuldades que eu ouço as mamães discutirem hoje na educação dos filhos é colocar limite e ser mais ouvida pelos filhos. Qual dica você daria pra gente?

Clarissa: Quando falo de limites as duas palavras que me vem em mente são disposição e conexão. Quanto mais disponíveis estivermos para observarmos nossos filhos e conectados para nutri-los emocionalmente, sinto que saberemos exatamente como conduzir e guiar as crianças em cada situação, ou seja, apresentar os limites e as fronteiras que cada pai e mãe vai escolher para sua família!

VPP: Você gravou um vídeo sobre como educar o filho em 4 passos. Pode falar um pouco dos 4 passos pra gente?

Clarissa: O primeiro passo é observar a criança, principalmente as questões e comportamentos que nos incomodam. A partir daí, vou para o segundo passo que é a auto observação, ou seja, vou observar a mim mesmo(a) afim de buscar a correspondência do que estou percebendo em meu filho dentro de mim. Assim que começo a encontrar essas questões em mim vou começar um processo de redesenho do meu comportamento (3º passo) e logo buscar maneiras criativas para conduzir meu filho neste processo de mudança também (4º passo). Parece simples, mas é um processo que requer muita coragem, humildade e vontade de se tornar mesmo um exemplo digno de ser imitado pelos pequenos.

VPP: Como foi pra você mudar de país e adaptar a família em uma outra cultura? Por que você fez essa escolha?

Clarissa: Era algo que estávamos planejando há mais de 2 anos. Já conhecáamos bem a cidade e éramos apaixonados por Pucon. Tínhamos alguns amigos que já viviam lá, o que facilitou bem o processo! Estávamos em busca de uma vida mais tranquila, numa cidade pequena e que tivesse uma escola orientada pela Pedagogia Waldorf. O mais difícil foi adaptar ao clima. Pucon é uma cidade que tem as estações bem definidas e marcadas: no inverno faz muito frio. Além disso, lá chove em média de 7 a 9 meses por ano. Esse está sendo o maior desafio.

Pra quem quiser saber mais, aproveite a estadia da Clarissa no Brasil. Ela será uma das palestrantes no evento do Mom is Cool e Na pracinha, dia 28 de fevereiro, próxima quarta. Saiba mais em: acesse bit.ly/entrenos1

Sobre o papel de ser mãe

Fiz um post desabafo na semana passada, em que dizia que não somos obrigadas a fazer e dar conta de tudo. Indo um pouquinho mais além, ressaltei a importância de fazermos aquilo que julgamos fazer bem pra gente em primeiro lugar.

Prosseguindo o assunto, hoje gostaria de falar para quem acabou de se tornar mamãe e ainda está com várias dúvidas sobre como assumir mais esse papel.

Quando engravidamos, criamos mil de expectativas. Ficamos ansiosas e apreensivas: temos que ser a mãe e a esposa perfeita, cuidar da casa, ter sucesso profissional e ainda estarmos sempre lindas.

Como já disse, não dá para fazer tudo ao mesmo tempo. O primeiro passo é aceitar e não entrar em pânico. Racionalize cada uma das atividades.

Enquanto as crianças ainda são pequenas, talvez elas precisem mais de você do que o trabalho. O sucesso profissional pode esperar um pouco. Enquanto isso, planeje o que quer fazer depois que elas crescerem.

Não se culpe! Tente fazer o que está ao seu alcance. Nem sempre fazer tudo é o melhor. Deixe a ansiedade de lado e não descuide nunca de você. Cuidar da saúde e do corpo deixa a autoestima mais alta e a gente fica muito mais disposta pra encarar todas essas tarefas!

Caso precise de uma apoio nesta fase da vida, saiba que o Coaching para Mães vai ajudá-la. Vamos juntas nessa! Envie um email para [contato@vidaposparto.com] e agende sua sessão.

Meu filho não quer dormir!

Fazer a criançada dormir! Essa é, certamente, uma das tarefas mais difíceis para nós, mamães. Quem nunca presenciou cenas de manhas e até choros, deixando o momento, que era pra ser tranquilo, em algo extremamente estressante?

Já passei por isso tantas vezes, que acabei criando uma rotina estratégica para fazer a Júlia dormir sem drama.

Eu intercalo leitura e iPAD. Sim, iPAD. Os eletrônicos são condenados pelos especialistas e eu concordo. Mas utilizo para incentivar a leitura e assistimos um vídeo tranquilo e calmo. E desligamos um tempo antes de fechar os olhos, assim ela vai desligando os faróis aos poucos.

Além disso, faço massagem nas pernas, bracinhos, costas, barriga e um belo cafuné relaxante. Uma coisa importante. Tudo é feito com a luz baixa do abajour e o restante da casa apagada. Mesmo que eu não vá dormir naquela hora, é essencial transmitir a sensação de que a casa toda vai descansar. Quando ela apaga, eu me dedico a fazer tudo o que está faltando.

Bom, isso é o que eu faço, mas nada melhor do que a palavra de quem mais entende do assunto, não é mesmo? Por isso, chamei a Lívia Praiero, consultora do sono Materno Infantil, para falar melhor sobre o sono da criançada.

Como fazer a criançada dormir?

“Crianças de idade entre 3 a 5 anos tem necessidades de muitas horas de sono, como os bebês. Segundo Kim West, autora do livro ‘The sleep lady’s good night, good tight’, a média de sono diária destas crianças é em torno de 10 a 12 horas de sono noturno, podendo ainda considerar a necessidade de sonecas em dias de muita atividade.

Você pode estar pensando que isso é muito? Na verdade, nossa rotina corrida, muitos equipamentos eletrônicos ao redor e atividades que duram até tarde da noite, têm transformado a rotina de nós adultos e, por consequência, refletido na rotina de nossos filhos. Podemos chamar de ‘geração superexcitadas’ que sim, sentem dificuldade para relaxar, ou seja, não conseguem dormir com facilidade. Pedem água, companhia, se distraem na TV, não conseguem se concentrar para dormir. Muitas das vezes, nem o ambiente é propício para o sono.

Essa privação de sono (lê-se, uma criança desta idade dormir menos do que necessita), pode não nos parecer um problema agora, mas atentem-se: é um grande problema. As horas de sono perdidas hoje impactarão no futuro! Não só no desenvolvimento cognitivo, como no desenvolvimento motor e até na obesidade. Já existem estudos que comprovam todos esses reflexos negativos e que justificam epidemias de depressão em tenra idade, obesidade e dificuldades de concentração e aprendizado.

Nossa sociedade está tão envolvida em suas mil atividades, obrigações, agenda lotada que não percebe que estão levando os filhos no mesmo ritmo, ou seja, nem tem a oportunidade de ficar em casa e ter um momento de sono preservado. Me deparo com crianças tarde da noite nos shoppings, bares, aniversários, supermercado…entendo que não conseguimos alguém para fazê-los companhia, mas será que não poderíamos poupá-los dessa agenda extra? Já pararam para pensar que nós, na idade deles, mal saíamos aos finais de semana? Nossos pais não viviam nessa velocidade e sim, preservavam nosso sono. Entendiam sua importância, seus impactos positivos e negativos. Com um olhar mais atento, davam o jantar mais cedo, nos impediam de assistir TV pós jantar, liam livros, recolhiam-nos a atividades mais calmas e favoráveis ao sono.

Não pensem que vou levantar a bandeira slow down, não consigo desacelerar minha rotina, quiçá de outras famílias, mas sim, peço que se atentem em ao menos preservar a hora de sono dos seus filhos. É o famoso ritual do sono, tão claro para pais de bebês, mas logo perdidos com o desmame dos filhos. O ritual do sono consiste em se recolher com o filho, 30 minutos antes da hora de dormir (pasmem, até os 6 anos a academia americana de pediatra preconiza que sejam colocados para dormir às 19:30h) para ficarmos 100% entregues a eles: olho no olho, não compartilhando a TV. Nossos filhos relutam para dormir porque no fundo sentem falta de jantar sem TV, de conversas conosco sem o celular interrompendo, de um quartinho escuro e calmo, com os pais ao lado. Não, você não o fará dormir, mas saiba que por muitos anos ele precisa de sua companhia para relaxar, se sentir seguros e dormir. Quanto menos bebê, mais ele precisa da sua presença!

Separe esses 30 minutos, fique com ele! Depois terá o resto da noite para colocar suas coisas em dia, fazer as compras, ler as mensagens perdidas…e seu filho, várias noites de somo, para manter seu pleno desenvolvimento! Não querem dormir, não sentem sono, não querem ficar sozinhos? Dediquem-se a momentos a sós e descobrirá o quão dorminhoco seu filho é! Sono é segurança. Sua presença trará o sono de volta!”

Lívia Praeiro, fundadora do 8 horas – Consultoria do sono Materno Infantil, mãe do Miguel e da Maria Luísa

A tal da autorresponsabilidade

Falei outro dia sobre o quanto temos o péssimo hábito de reclamar. E como se não bastasse, encontrar culpados pelas coisas ruins que acontecem conosco. Essa atitude pode até ser automática.

A grande verdade, entretanto, é que somos, nós, as principais responsáveis por tudo o que acontece, tanto de positivo quanto negativo. São as nossas escolhas que direcionam nossos caminhos. Não existe destino, acaso ou fatalidade.

Não adianta buscar explicações para as coisas que acontecem, enquanto tudo que acontece é uma resposta às nossas atitudes ou omissões.

Nada de achar isso tudo assustador. Na real, saber que tudo está em nossas mãos é altamente empoderador.

Se estamos em uma situação ruim, fomos nós que nos colocamos nela. Melhor: temos força e potencial para sair dela. E se queremos muito a realização de algo, está em nossas mãos fazer acontecer. É só abrir mão da preguiça e ir à luta.

Nada está fora do nosso controle. Somos nós quem ditamos as regras, escolhemos os rumos e mudamos a direção quando necessário. A gente sabe exatamente o que fazer caso nossas ações não estejam nos levando para onde gostaríamos de ir.

Só nós temos que fazer acontecer e ninguém mais. Encorajador isso, certo?

Férias: novas descobertas para a criançada

As férias acabaram, mas o período foi de muita descoberta para a Júlia. Até dormir pela primeira vez na casa de uma amiguinha da escola ela dormiu!

Confesso que fiquei um pouco insegura. Sempre fica aquela medinho na primeira vez, né? Será que ela ficaria bem? Será que se cansaria? Como conhecia as pessoas que moravam na casa e sabia que tudo podia correr bem e em segurança, acabei ficando mais tranquila.

Por ter me divorciado quando Júlia tinha apenas 1 ano e 10 meses, ela acabou se acostumando a dormir na casa de parentes próximos. Principalmente dos avós. Vale lembrar que nesse período sempre contei muito com o apoio da minha família. Isso tudo acabou deixando ela mais tranquila e confiante de que eu estaria à disposição caso precisasse de mim.

Por falar na relação entre pais e filhos, entendo que a liberdade vem depois da confiança. E que somos colocadas à prova todo o tempo por nossos filhos e pelas diversas situações que enfrentamos. O importante é gerar empatia com eles e parar de dizer “não“ sem pensar. Sobretudo pelo fato de achar que o “não” vai dar segurança e proteção.

Foi positivo saber que ela curtiu. A cada experiência, uma descoberta!

E você mamãe, como agiria se fosse na sua casa?

Mamãe, desligue o piloto automático!

Na última vez em que escrevi sobre maternidade aqui no blog, tentei esclarecer sobre a importância do Coaching para quem acabou de se tornar mamãe. Dando continuidade aos desafios impostos à mulher que está vivendo essa nova fase de vida, hoje quero falar sobre o autoconhecimento.

É ele que desperta a clareza do momento em que estamos vivendo, abrindo o nosso coração e a nossa mente para agirmos em busca daquilo que desejamos para nossa vida.

Somos, entretanto, vítimas de um sistema que dificulta o processo do autoconhecimento: o piloto automático. Com ele ligado, realizamos as tarefas de um jeito mecânico, sem muito refletir sobre o que de fato estamos fazendo. O resultado disso pode ser viver apenas por viver, sem ter entusiasmo… Ou por que, não? Tesão.

A sensação é mais ou menos esta: o tempo passa e você sente que está perdendo a vitalidade, a beleza, a motivação. Uma situação super comum, inclusive, para quem acabou de ser mãe, e se sente meio perdida a exercer seu papel de mulher, esposa, filha, etc. Você tem medo de arriscar, sofre por achar que poderia ser uma mãe melhor e, ainda se culpa.

Para desligar o piloto automático e passar a viver o momento presente, você precisa de autoconhecimento e, sobretudo, aceitação. Busque entender que vive um conflito entre quem gostaria de ser e o que realmente é. A partir do momento em que você para e identifica o problema, fica muito mais fácil desligar esse botão. Lembre-se, entretanto, que é preciso vontade, busca verdadeira e muita dedicação.

E, sim, o processo de Coaching permite esta redescoberta. Ele encoraja cada mãe a identificar aquilo que a paralisa e a desenhar o plano de ação para alcançar o que deseja. Identificou? Agende uma consulta. [contato@vidaposparto.com ou envie direct com suas perguntas]

VPP Entrevista: Ana Paula Lobato, do Mom is Cool

Ana Paula Lobato, mãe do Mateus e da Luisa, publicitária e cofundadora do Mom is Cool – plataforma de micro-cursos para mães – bateu um papo conosco no Vida Pós Parto na CDL FM.

Letícia: Ana, eu tive o prazer de apoiar o Mom is Cool logo que você lançou a plataforma e eu gostaria que você contasse um pouco do projeto e como ele surgiu.

Ana Paula: O Mom is Cool é uma plataforma de microcursos gratuitos para mães. Na verdade, para todas as pessoas que se interessam pelo universo da maternidade. Ele surgiu de um desejo meu de compartilhar minhas experiências e sentimentos em relação à maternidade com outras mães. Um sentimento de apoio, acolhimento, troca, inclusão.

Letícia: Inclusive foi através deste desejo de apoiar as mães que participe do projeto com o microcurso “Como resgatar a autoestima na maternidade”. Amei colaborar e espero ter contribuído. Conta pra gente quais os temas abordados hoje no Mom is Cool.

Ana Paula: O universo da maternidade é infinito, né? A gente fala desde como recuperar a autoestima da mulher após o parto (que é o microcurso do Vida Pós Parto), passando por ferramentas de uma comunicação mais empática com nossos filhos até um sentimento de uma mãe que procura um diagnóstico para um filho, porque ele é diferente da maioria das crianças. Gostaria de ressaltar que não existe certo e errado. São conteúdos para inspirar, somar, ajudar nas escolhas que cada cuidador terá que fazer nesse caminhar desafiador.

Letícia: Por que os microcursos são oferecidos em pílulas por email? Explica pra gente como funciona.

Ana Paula: O formato foi baseado em uma pesquisa, que nos disse que as pessoas não têm tempo, elas têm microtempos. É como se seu dia fosse fracionado e em cada pedacinho você atuasse com uma ação. No caso das mães, o tempo parece ser mais curto ainda e não queríamos que esse fator (o de não ter tempo) fosse o impedidor do acesso aos conteúdos. São textos valiosos, mas breves, e que você pode ler na hora que puder e quiser, em algum microtempo do seu dia.

Letícia: Quais os planos para o futuro com o Mom is Cool? Como parceiros podem apoiar e patrocinar esta ideia?

Ana Paula: Nossa, vários! Há muito a ser dito e em vários formatos. Penso que ano que vem já teremos material e uma rede para iniciar conversas presenciais sobre os temas. Um livro também é algo que nos ronda o pensamento. As marcas que se identificarem com a proposta do projeto podem estar conosco apoiando algum microcurso, que converse com aquele conteúdo. São associações de conceitos, entende? Um microcurso que trata da importância do brincar precisa de alguma empresa que valorize e tenha algum link com isso. Estamos na fase de mapeamento dessas interseções.

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