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Palestra com Rossandro Klinjey: Que educação você está dando para os seus filhos?

Na próxima quarta, o Vida Pós Parto marca presença na palestra “Que educação você está dando para seus filhos?”, com o psicólogo Rossandro Klinjey.

O tema é super necessário para nós, mamães e papais, uma vez que educar crianças e adolescentes é uma tarefa extremamente desafiadora.

Precisamos aprender a lidar com a insegurança, o despreparo e até mesmo a frustração. O nosso papel, entretanto, é imprescindível na formação de nossos pequenos. E é necessário muito envolvimento e comprometimento.

Segundo o psicólogo Rossandro Klinjey, os pais devem sempre servir de modelos para os filhos. Não apenas pelas interações que eles estabelecem no seio familiar, mas também pela relação que criam com o próximo. Precisamos inspirá-los e ajudá-los na evolução emocional. É o que não canso de dizer: eles são como esponjinhas, absorvendo tudo o que a gente faz.

Ainda segundo Rossandro, educar dá trabalho. Os desafios são constantes, mas eles não podem nos imobilizar. “Devemos, como adultos, exercitar nossa resiliência e buscar caminhos que lapidem nossos “diamantes” para brilharem como pessoas e cidadãos éticos, íntegros e competentes, que possam contribuir para a construção de um mundo melhor. Nesse processo, certamente, tornamo-nos pessoas melhores também.”

Rossandro Klinjey é um dos palestrantes mais renomados da área de família. Ele é escritor, Psicólogo Clínico, Mestre em Saúde Coletiva e Doutor em Psicanálise. Em seu livro “Help! Me Eduque”, Rossandro analisa o motivo pelo qual os pais, apesar de amarem profundamente seus filhos, não conseguem torná-los pessoas mais capazes, felizes e equilibradas.

Quando? 22/11, às 19h30

Onde? Ilustríssimo – Rua Maranhão, 56 – Santa Efigênia – BH/ MG

Ingressos à venda no Sympla

Informações: (31) 3227-0510

 

Aproveite o feriado do meio da semana

Um feriado descompromissado, em plena quarta-feira, pode parecer pouco proveitoso. Impossível de emendar e dar uma esticadinha a mais nos dias de descanso, ele ainda acaba quebrando o ritmo já engatado da semana.

Pensemos por uma perspectiva mais positiva. E se a gente encarar o dia de hoje como um presente? 24 horas “a mais de vida”, um dia inteirinho para fazermos aquilo que tanto amamos, ficarmos próximas das pessoas mais queridas ou mesmo tocar aquele projeto pessoal parado há muito por falta de tempo.

Esqueça que a rotina volta com força total amanhã, afaste o tédio e faça o tempo de descanso valer a pena. Aproveite o mundo lá fora. Ou mesmo dentro de sua casa, cuidando de você mesma e deixando a autoestima nas alturas.

Eu, por exemplo, vou aproveitar o dia para ficar grudadinha na Júlia, sobretudo depois 10 dias viajando longe dela. Vou ao parque, curtir atividades ao ar livre e quem sabe até fazer um piquenique.

As possibilidades são múltiplas. Felizmente. Dá para colocar a leitura em dia. Hábito pra lá de prazeroso, ler ainda ajuda a dar ótimos insights para a vida profissional e pessoal. Eu amo!

Você também está liberada para fazer a maratona de sua série favorita, ou passear no shopping. Além de fazer umas comprinhas, se você tem criança em casa, pode levá-la para curtir a decoração de Natal. No BH Shopping, por exemplo, acontece hoje o evento de chegada do Papai Noel.

Que tal um jantar com seus amigos? A combinação bebida, comida e boa conversa distrai a mente.

São várias opções de lazer para você relaxar e retomar a semana com força total. Quer uma notícia boa? Depois de amanhã já é sexta.

Crie vínculos fortes com seus filhos

Crianças que têm vínculos fortes com os pais aprendem com mais facilidade e se relacionam melhor com outras pessoas. E a Ciência comprova isso. Pesquisadores finlandeses acompanharam 700 famílias durante sete anos – do nascimento dos filhos até a fase escolar. Aquelas em que os pais tinham um relacionamento mais saudável com os pequenos, as crianças aprendiam mais rápido e sabiam lidar melhor com as emoções.

Se a criação de vínculos é positiva para a criançada, nós, mamães, só temos a ganhar também. São nesses momentos de cumplicidade que conhecemos mais nossos filhotes, seus gostos, desejos e o que pensam sobre o mundo que os cercam. A gente se surpreende, orgulha e, muitas vezes, nos sentimos super desafiadas também. Uma oportunidade incrível de crescimento. Quantas você já precisou ser criativa para responder um questionamento do seu pequeno?

Não existe uma receita para se aproximar dos pequenos. Varia de acordo com os interesses do seu filhote. O principal segredo é se interessar em estar perto deles, e curtir os momentos gostosos juntos. Eu, por exemplo, adoro fazer passeios diferentes. Brincar ao ar livre em parques e praças, levar ao museu e fazer piqueniques.

Outra atividade super prazerosa e enriquecedora é estimulá-lo a ler. Crie um clima, interprete os personagens, enfim abuse da criatividade para despertar a imaginação da criançada.

Criar o “dia do hoje pode” também é super gostoso. Depois de uma semana de aulas, tarefas extra-classe, regras e horários, nada mais gostoso para a garotada do que comer aquela guloseima que eles tanto amam.

Seja amorosa. Sempre! Demonstrar afeto é uma das maneiras mais naturais e bonitas de manter uma relação próxima. Não se reprima quando der vontade de encher seu filhote de beijos e abraços.

Enfim, existem várias outras oportunidades, como cozinhar junto, criar um acampamento na sala, ver fotos de família. E são esses momentos, simples, mas muito profundos, que vão fazer com que a criança crie, futuramente, só lembranças boas de você.

Pais que se cuidam fazem a família mais feliz

38% dos papais e mamães dizem que quando estão bem consigo mesmos a família tende a ficar muito mais feliz também. O dado é de uma pesquisa realizada pelo Facebook IQ, em que especialistas analisaram dados, no Face e no Instagram, de 8.300 pais com idade entre 25 e 65 anos, de vários lugares do mundo, entre eles o Brasil.

Depois de ver esse dado, fiquei pensando sobre a importância das atividades que nos dão prazer, mesmo que elas impliquem em ficar um tempinho longe de nossos filhos.

Quantas vezes vivemos aquele dilema de que temos que nos dedicar exclusivamente aos pequenos? Aliás, aquele velho discurso que as crianças devem ser sempre prioridade ainda é muito latente. Quem nunca se sentiu culpada por deixar o filhote com a vovó, ou babá, para jantar no fim de semana? Ou o inverso: foi chamada de egoísta por preferir ir ao cinema na sexta do que curtir a garotada?

Penso que devemos esquecer essas duas palavras: culpa e egoísmo. Quando nos colocamos em primeiro lugar, estamos cuidando de nós mesmas. Estamos nos amando, nos sentindo bem e, certamente, teremos muito mais disposição para cuidar do próximo.

Reservar um momento do dia para fazer algo que nos dê prazer também traz benefícios para a saúde, tanto fisicamente quanto emocionalmente. Praticar atividade física pela manhã, por exemplo, é algo que faz uma enorme diferença no resto do meu dia.

E sim: da mesma forma que seu filhote quer brincar sozinho, você precisa e tem todo direito do mundo de se dedicar aos seus outros papéis: mulher, trabalhadora, esposa. O segredo é se planejar, e deixar a criança ciente que esses momentos são de individualidade são necessários.

Coloque-se em primeiro lugar. E isso não vale só quando o assunto é maternidade, mas em qualquer outra esfera da sua vida. Sendo uma pessoa melhor, mais plena e feliz, você certamente executará seus outros papéis de um jeito muito mais prazeroso.

Ensine a criançada comer de um jeito mais saudável

Comecei a semana compartilhando algumas dicas super simples para você se alimentar de um jeito mais saudável.

E a criançada? O processo de educação alimentar para os pequenos costuma ser bastante complexo. Se nós, mamães, não seguimos uma rotina saudável, fica mais difícil ainda. Aliás, esse é o principal segredo nessas horas: fazer aquilo que você ensina. Afinal de contas, somos o modelo a ser seguido pelos nosso filhos, que absorvem tudo igual esponjinhas.

Abaixo separei algumas dicas oriundas da minha própria experiência como mãe de uma criança de 5 anos que nem sempre quer comer de verdade.

  1. As refeições devem ser prazerosas. Crie pratos divertidos, coloridos e com carinhas. Se seu filhote não quiser comer uma maçã, por exemplo, deixe que ele brinque com a fruta. Explore a sua criatividade e incentive a criança a explorar a dela. Isso vai acabar sendo positivo até para outras esferas da vida dela.
  2. Não deixe ela trocar uma refeição por um salgado. Seja firme. Do contrário, ela pode ficar ainda mais restritiva, sabendo que depois de várias carinhas tristes e algumas birras, vai acabar sendo atendida.
  3. Mas também não proíba nada! A criança pode comer escondido. Pior: compulsivamente. Você não tem os momentos das escapadas? Então! Estabeleça dias e horários para seu pequeno comer a guloseima preferida dele.
  4. Que tal levá-la para a cozinha junto com você? Lidar com os alimentos faz com que a gente se sinta atraídos por eles. Deixe a criançada separá-los, batê-los, amassá-los. Uma boa dica é começar pelos pratos que elas mais curtem, como bolos e tortinhas. E sim: cuidado com as facas e as panelas no forno e no fogão. Essas funções podem ficar com você.
  5. Leve a criançada à feira, supermercado, hortifrutis… Assim, elas podem conhecer e se interessarem ainda mais pelos alimentos. Quanto mais variado o cardápio, melhor.
  6. Nada de comer os mesmos alimentos todo dia. Se você já fica enjoada, imagina só as crianças que adoram descobertas. Conquiste-as com novidades. Sua saúde e a dela agradecem. E sim: a rotina fica muito mais gostosa.

Vem aí uma semana de muita diversão em BH

Começa hoje a semana da criança! E BH está cheia de eventos que vão fazer a alegria da garotada. Reuni abaixo alguns dos mais legais para vocês, mamães e papais, se planejarem.

Show Mari e Celi estão na cidade

As cantoras Marina Machado e Celinha Braga fazem um espetáculo repleto de músicas da memória afetiva dos brasileiros. As letras trazem histórias e imagens que nos remetem a tempos passados, e pinceladas de temas atuais que envolvem os pequenos e encantam os mais velhos. Um evento delicioso para a família toda!

Onde? Teatro Sesi Minas
Quando? 14.10, sábado, às 17h30
Quanto? Ingressos à venda pelo site do Sesi Minas

Festival Estação Kids

Os clássicos das histórias infantis invadiram o Shopping Estação neste mês de outubro. Desde o último fim de semana, o mall está levando espetáculos tradicionais a preços populares ao palco do Estação Cultural.

Dá só uma olhada na agenda imperdível!

Rei Leão
Quando? 12 e 21/10, às 16h
Quanto? Antecipado R$ 17 – Na hora R$ 40 (inteira) e R$20 (meia)

Os Saltimbancos
Quando? 14 e 15/10, 16h
Quanto? Antecipado R$17,00 – Na hora R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia)

Chapeuzinho Vermelho
Quando? 22/10, 16h
Quanto? R$ 20 (inteira) e R$10 (meia)

A Bela e a Fera
Quando? 28 e 29/10, 16h
Quanto? antecipado R$ 17 – Na hora R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)

Endereço: Estação Shopping BH (Av. Cristiano Machado, 11833 – Venda Nova)

Gigantes do Mar – Piscina de Bolinhas

Já o Pátio Savassi está surpreendendo a criançada com um mar gigante de bolinhas. O espaço é todo inspirado no fundo do mar. Tem figuras de piratas, sereias, conchas e peixes. E mais: um escorregador inflável de 4 metros de altura.

Onde? Pátio Savassi, piso L3 (Av. do Contorno, 6061)
Quando? De 2ª a 6ª, 14h às 22h; sábado, 10h às 22h; domingos e feriados, 12h às 20h 9até domingo, dia 15.10)
Quanto? R$ 25 para 30 minutos.

Trampolim Parque

Até o dia 24 de outubro, o Itaú Power Shopping recebe um parque para a criançada se divertir pra valer. A estrutura conta com camas elásticas gigantes, piscina de espuma, espaço para jogos de queimada com bolinhas super macias, cestas de basquete e lutas de cotonete. Uma delícia só!

Onde? Itaú Power Shopping (Av. David Sarnof, 5.160, Cidade Industrial)
Quando? Diariamente (até o dia 24.10), de 11h às 22h
Quanto? R$ 20 para 15 minutos. O minuto adicional custa R$1. Grupos de 5 pessoas ganham bônus de 5 minutos extras na compra dos ingressos.

Voando nas Nuvens, no BH Shopping

O BH Shopping se transformou num pedacinho do céu para receber os pequenos. Crianças de 4 até 12 anos podem participar gratuitamente de oficinas lúdicas que estimulam a criatividade brincando com um sonho comum a todas elas: voar.

Confira as diversas atrações:

Espaço Multissensorial

Com duas opções de simulação, a criança poderá escolher se quer sobrevoar uma linda cidade ou experimentar a sensação do balão em movimento. É preciso que elas estejam acompanhadas por um responsável maior de 18 anos. Todos os dias, no Piso BH.

Espaço de Fotos

A paisagem que simula o voo de balão poderá ser registrada no espaço de fotos para que pais e filhos possam ter o momento eternizado e divulgado nas redes sociais. Todos os dias, no Piso Mariana.

Oficina de Luminária Nuvem

Para estimular ainda mais a criatividade os participantes poderão fazer uma linda luminária em formato de nuvem. Terças, quintas e sábados, no Piso Mariana.

Oficina de Mobile

Balões montados com materiais fáceis de manipular como bolas de isopor, rede protetora de frutas e forminhas de cupcake serão transformados em um móbile mágico. Segundas, quartas, sextas e domingos, no Piso Mariana.

Onde? BH Shopping
Quando? 4 a 15 de outubro, de 14h às 20h
Mais informações: bhshopping.com.br/diadascrianças2017

O tempo que as crianças passam na frente das telas

Recentemente recebi um e-mail do colégio da Júlia que trazia como assunto o tempo que as crianças passam na frente da TV, computador, celular ou videogame. E mais: quais as consequências da exposição excessiva para o cérebro dos nosso pequenos.

Uma coisa é verdade. É praticamente impossível as crianças ficarem imunes à telas e aos monitores. E isso nem sempre é algo negativo: aplicativos, vídeos, programas de TV e games são excelentes para aprimorar a comunicação, construir bagagem intelectual e até no desenvolvimento cognitivo. Sem contar que enquanto elas ficam entretidas com esses recursos, acaba sobrando um tempinho livre para cuidarmos de nós mesmas.

O problema é quando as horas gastas em frente às telas colocam em segundo plano atividades importantes como a leitura, o para-casa, a interação com a família e os amigos e até mesmo o desenvolvimento psicossocial.

Segundo o Dr. Aric Sigman, a exposição excessiva a tablets e smartphones pode causar danos permanentes em cérebros ainda em formação. Para que o cérebro se desenvolva corretamente, a criança precisa receber estímulos do ambiente exterior. Quando ela passa muito tempo em frente a uma tela, ele se atrofia. O resultado é pra lá de negativo: a criança deixa de desenvolver habilidades cruciais para a sua vida como foco, concentração, atenção, comunicação e até as funções cognitivas.

A cada toque na tela são emitidos cores, formas e sons. O cérebro da criança processa isso e produz dopamina-componente, substância associada aos sentimentos de prazer. A exposição contínua é extremamente viciante, seguindo o mesmo padrão dos dependentes em álcool e drogas.

Apesar disso, nada de demonizar a tecnologia. Essas telas também tem seus pontos positivos. Games e aplicativos ajudam na coordenação motora, distraem e até aprimoram as habilidades linguísticas. Só que o seu consumo deve ser moderado. E nós, mamães e papais, somos fundamentais nesse processo.

Eu, por exemplo, procuro proporcionar à Júlia diversos momentos de lazer ao livre. Adoro levá-la a parques, praças, sítios e me divirto junto, ensinando várias brincadeiras da minha infância, infelizmente tão esquecidas hoje em dia.

Ela também tem um tempo para se dedicar apenas às tarefas escolares e outras atividades extra-classe, como o balé. Sem contar nos brinquedos, tintas, lápis de cor e desenhos, super úteis para estimular a criatividade.

Os especialistas também recomendam assistir os programas preferidos dos nossos filhotes junto com eles, aproveitando para conversar sobre o conteúdo que é visto. Além, é claro, de monitorar tudo o que a criançada anda vendo ou acessando.
Outra coisinha super importante é utilizar o horário das refeições como um momento de diálogo e conversa, sem dividir a atenção com o celular.

E, vocês, mamães, como dividem o tempo da garotada entre a tecnologia e outras atividades?

Sobre o tempo que passamos com nossos filhos

Que mamãe nunca ficou na dúvida sobre o que mais vale a pena quando o assunto é o tempo dedicado às crianças: mais horas juntos, mesmo sem se dedicar integralmente, ou um tempo menor, mas totalmente exclusivo aos pequenos?

Confesso que, por vezes, fiquei nesse dilema. E, sim, me culpei muito por trabalhar e deixar a Júlia com a babá, sobretudo, no início da maternidade.

Depois de ler muitos especialistas sobre o assunto – e também graças à experiência de quase 5 anos de mãe – talvez tenha descoberto o que funciona melhor para mim.

Não existe um mundo ideal, sem trabalho, obrigações e outras formas de relacionamento que permeiam a nossa vida: como o casamento, a família, os amigos. Felizmente! Afinal de contas, imagina que sufocante seria para a criança – e também para nós mesmas – se a dedicação fosse integral? Cada um tem a sua individualidade.

Estar sempre com nossos filhos não é o melhor para eles. Exceto, é claro, quando recém-nascidos. E mesmo assim, você ainda precisou da ajuda de outras pessoas nessa fase, certo?

Cabe a nós, mamães e papais, introduzir os pequenos dentro da realidade em que vivemos. Quanto tempo eu disponho realmente para estar com minha filhota entre tantos compromissos e obrigações? Quanto tempo eu desejo, de fato, estar com ela? Essas respostas são individuais e devem ser dadas da forma mais honesta possível. Sem culpa e sem drama. Afinal de contas, o tempo que passamos com nossos filhos não deve ser mera formalidade e nem obrigação.

Seja qual for a escolha que a gente fizer, sempre se perde algo: seja da carreira, do acompanhamento dos filhos, da vida familiar. Não existem regras. Somente escolhas. É, claro, que o planejamento ajuda a dar uma minimizada.

Para as mamães que decidiram se aventurar no empreendedorismo, eu já compartilhei algumas dicas de como equilibrar o trabalho e a vida pessoal, sem deixar que seu negócio tome todo o seu tempo disponível.

Sobre o tempo que dedico ao papel de mãe, busco que seja de qualidade. Não estou o tempo todo com a Júlia, é verdade. Entretanto, quando estamos juntas, procuro aproveitar o máximo possível, com atividades prazerosas e que enriqueçam ainda mais o nosso relacionamento. E mais: sem dividir a atenção com celular e outras coisas.

Lembre-se: estar disponível não é estar presente o tempo inteiro. É a criança ter a segurança de que quando precisar, estaremos de braços abertos para ajudá-la.

O presente é estar presente de verdade, por inteiro, mesmo que por um momento não tão grande quanto gostaríamos.

A importância de leitura para a criançada

Incentivar o hábito de leitura é um dos maiores presentes que nós, mamães e papais, podemos dar aos nossos filhos.

Ler é fundamental para o desenvolvimento intelectual da criança, auxilia na aprendizagem escolar, além de ser um passatempo pra lá de agradável, que ajuda a desbravar novos mundos pela imaginação.

Segundo educadores, os alunos que são estimulados a ler desde cedo têm mais habilidade para escrever e interpretar textos. E isso vale para o conteúdo de todas as disciplinas, inclusive a matemática, que também exige bastante interpretação.

A leitura também é essencial para ampliar o conhecimento de mundo e o vocabulário. Quanto mais cedo uma criança aprende novas palavras, mais repertório ela terá, seja em suas conversações ou atividades escolares. Além disso, ela terá mais facilidade na ortografia e desenvolverá sua escrita de forma muito mais completa.

As crianças que lêem muito também são muito mais criativas. Bons livros estimulam a imaginação, o que acaba resultando em novas ideias.

O hábito de ler pode e deve ser incentivado desde cedo, por meio de livros e revistas adequados à faixa etária de nossos pequenos. Já pensou em dar um livro de presente para seu filho e estabelecer horários diários de leitura? Outra coisa ótima é levá-los periodicamente às livrarias e bibliotecas.

E vocês, mamães, como incentivam seus filhos a lerem? Compartilhem comigo!

Como lidar com a agressividade das crianças?

De repente a sua criança super fofa e bem educada começa a bater, morder, chutar e adotar outros comportamentos agressivos! Tudo isso porque algo a contrariou. Não importa o motivo, essa situação pode ser bastante assustadora.

Nós, mamães, ficamos angustiadas. Será que a educação que estamos dando para os nossos filhotes está errada? Como lidar com tanto ódio?

O primeiro passo é entender que o comportamento agressivo não é culpa nossa. Não existe influência dos pais ou da escola na personalidade dos nossos filhos. Eles são o que são independente da gente. Pais agressivos podem dar origem a crianças super calmas e tranquilas. E vice-versa.

Antes de tudo, por que as crianças podem ser agressivas?

Quando bebês, a agressividade não é nada mais que o jeito que elas encontram para lidar com a frustração. Quando suas vontades não são atendidas, surge um sentimento de decepção muito forte com o qual não conseguem lidar. Por isso, eles acabam usando a força física.

A boa notícia é que, com o tempo e a educação que a criança recebe, ela tende a lidar com a raiva de um jeito mais aceito pela sociedade.

A notícia não tão boa é que depois dos dois anos, aparecem outros fatores que levam à agressividade. A personalidade, separações, doenças e o próprio desejo de contrariar uma ordem podem gerar um comportamento mais raivoso.

Em outros casos, a agressividade pode ser influenciado pela família. A criança pode imitar o comportamento hostil dos adultos que a cercam.

Outro descuido é a falta de limites. Se você satisfaz todas as vontades do seu pequeno, quando disser um não, pode ocasionar um comportamento mais violento.

Então, como lidar com a agressividade dos nossos filhos?

É preciso ter paciência! Estamos lidando com crianças, com emoções primitivas e seres que mal entendem seus sentimentos e suas ações. É nosso papel ajudá-las a lidar com tudo isso.

Pode ser difícil não se irritar, mas lembre-se: nada de reprimir com violência. A repressão pode até ter um resultado imediato, mas amedronta a criança. Por um tempo ela não vai repetir o erro, mas também não vai evoluir e nem aprender.

Conversar calmamente exige uma enorme força de vontade, é verdade. Mas quem disse que educar uma pessoa seria algo fácil?

Nada de criminalizar ou excluir seu filhote. Antes de exigir uma mudança de postura, tente deixar que o pequeno se sinta seguro e confortável. Incentive-o a se expressar, a dizer porque fez aquilo. Depois, explique que as atitudes agressivas não são legais e não vão resolver os problemas.

Se a causa da agressividade for pela repetição daquilo que a criança vê em casa, é hora de vocês, pais, mudarem o comportamento.

Se depois de tudo a criança ainda continuar reproduzindo comportamentos violentos, talvez seja hora de procurar a ajuda de psicólogo.

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