instagramcustom

Blog Archives:

Como saber se o bebê está com alergia ou intolerância?

Alergia e intolerância são muitas vezes confundidas como o mesmo problema de saúde, mas são duas situações clínicas diferentes.

É verdade que, por vezes, podem ser caracterizadas por sintomas parecidos mas essas doenças variam de acordo com o mecanismo de ação. E é esse o tema do post do pessoal do Eu Saúde hoje no blog: é alergia ou intolerância o que meu bebê tem?

Alergia

Neste caso, o bebê é sensível a uma proteína de um determinado alimento (por exemplo, a proteína do leite de vaca), fazendo com que o organismo produza anticorpos. Mesmo em pequenas quantidades.

As reações acontecem até 1 hora após ingestão do alimento, causando os seguintes sintomas:

  • Urticária: um dos primeiros sinais que podem aparecer, manchinhas vermelhas na pele do bebê.
  • Dificuldade em respirar e tosse
  • Lábios e língua inchados
  • Alterações a nível gastrointestinal: são menos frequentes e podem consistir em náuseas, vômitos, diarreias ou constipação.

Intolerância

A intolerância alimentar causa um efeito indesejável provocado pela ingestão de um alimento, mas que não envolve os anticorpos. As crianças podem ingerir uma pequena quantidade do alimento, pois os sintomas só acontecem em grandes quantidades.

Se caracteriza por sintomas que vão afetar o sistema digestivo:

  • Dor de barriga
  • Aumento do volume da barriga
  • Gases
  • Diarreia
  • Vômitos

O que fazer?

Os pais das crianças que percebam que seu filho está sofrendo de alguma dessas reações depois da ingestão de algum alimento específico devem levá-la ao seu pediatra e, posteriormente, ao médico especialista em alergia e imunologia clínica. A boa notícia é que a maioria é reconhecida e pode ser tratada precocemente.

No especialista, será efetuada uma avaliação clínica bastante pormenorizada, bem como, das suas manifestações físicas para ter certeza do diagnóstico. Esse deve ser feito com muito cuidado e rigor, pois ao diagnosticar alergia ou intolerância, a criança vai ter que parar de comer certos alimentos.

A maioria das crianças, com o passar dos anos, deixa de apresentar sintomas de alergia. Ainda assim, elas devem ser avaliadas periodicamente. É importante evitar as dietas restritivas sem necessidade, pois poderão causar deficiências nutricionais.

Posso praticar atividade física durante a gravidez?

A pediatra Flávia Cabral, da plataforma Eu Saúde, esclarece uma das principais dúvidas das gestantes durante a gravidez: está liberado malhar?

A atividade física moderada, durante 30 minutos por dia, com exercícios aeróbicos pode melhorar a disposição e ajudar a manter a forma durante a gravidez. Caminhada, pilates e exercícios na água são ótimas opções.

Existem exercícios que podem ajudar a suportar as dores nas costas e nas pernas. Outros preparam o corpo para o parto, fortalecendo a musculatura do períneo. É fundamental, entretanto, passar por uma avaliação médica antes de se começar a se exercitar.

Se você já praticava qualquer atividade física regular antes de engravidar, provavelmente poderá mantê-la, desde que não seja muito intensa.

Converse com seu médico a respeito.

Ainda tem dúvidas sobre o assunto? Os profissionais do Eu Saúde estão prontos para ajudá-la no que precisar.

A alimentação correta para quem amamenta

Os nossos parceiros do Eu Saúde compartilharam na última semana todas as vantagens da amamentação para as mamães. Para complementar o assunto e garantir a qualidade do seu leite, hoje eles trazem dicas para você se alimentar corretamente enquanto estiver amamentando.

Tudo é muito fácil e simples. A sua alimentação não precisa variar muito do habitual, desde que, é claro, já seja saudável. Ela deve ser completa, variada e equilibrada.

Vale lembrar que não é hora de se restringir demais, nem se seu objetivo for perder peso. Afinal de contas, seu corpo precisa de energia para produzir o leite. O ideal para recuperar a forma física, é colocar seu corpo em movimento com a atividade que mais curtir.

Confira abaixo as dicas da Rita Moreira, do Eu Saúde, para se alimentar corretamente durante a amamentação:

  • Faça de 6 a 7 refeições por dia (café da manhã, 1 ou 2 lanches da manhã, almoço, 1 ou 2 lanches da tarde, jantar e ceia);
  • Não deixe passar mais de 3h30 entre cada refeição;
  • Mastigue calmamente;
  • Beba bastante água (cerca de 2l por dia). Manter-se sempre bem hidratada ajuda no funcionamento do intestino e na produção do leite.

Fique atenta a alguns alimentos específicos:

– EVITE alimentos açucarados, salgados ou com muita gordura, que prejudicam tanto a saúde quanto a produção de leite.

– NÃO beba bebidas alcoólicas. O etanol passa para o leite por meio da circulação sanguínea. Como o organismo do bebê ainda não está bem desenvolvido, vai ser muito difícil para ele eliminar o álcool, afetando o seu desenvolvimento. Além disso, essa substância pode prejudicar a saída do leite da mama.

– EVITE bebidas com cafeína, como o café, chás e refrigerantes de cola. Uma pequena parte da cafeína vai passar para seu leite e pode causar agitação e irritabilidade no bebê.

– ATENTE-SE aos alimentos de sabor forte e veja a aceitação de seu bebê. Temperos como o alho e a cebola conferem sabor ao leite materno, e isso pode diminuir a aceitação do bebê. Caso não exista reação, pode comê-los normalmente. Assim, você vai fazer com que seu filhote aceite desde cedo esses sabores.

– EVITE os alimentos associados a alergias na família. O seu bebê também pode ser alérgico, apresentando sintomas inconvenientes, como a diarreia, irritações de pele, gases, tosse e desconforto.

– CUIDADO com o chocolate, pois o mesmo pode causar irritabilidade e alergia.

– CUIDADO com os medicamentos. Eles têm substâncias que passam para o leite e, consequentemente, para o bebê.

Ainda tem dúvidas sobre o assunto? Os profissionais do Eu Saúde estão prontos para ajudá-la nessa fase.

Os benefícios da amamentação para as mamães

Muito se fala da importância do aleitamento materno para o bebê: fortalece a imunidade, diminui o risco de alergias, evita cólica, previne doenças e ajuda no desenvolvimento cognitivo. E, para nós, mamães, quais os benefícios da amamentação?

Pouco se fala sobre o assunto, mas também saímos ganhando – e muito! Os nossos parceiros do Eu Saúde compartilham os principais motivos para você amamentar o seu filhote.

  • Auxilia na saúde física, psicológica e emocional, diminuindo o risco de depressão pós parto;
  • O vínculo emocional da amamentação é tão grande que se torna motivo de orgulho para a mulher, deixando a autoestima nas alturas;
  • A mãe que amamenta sente-se realizada;
  • Amamentar também estabiliza uma profunda relação de afeto e dependência entre a mãe e o bebê;
  • A mãe sente satisfação por dar algo de si: leite bom e fresco;
  • A amamentação retarda a volta da menstruação, promovendo uma rápida perda de peso pós-parto.

Curtiu? Na próxima semana, o Eu Saúde vai falar sobre a alimentação mais adequada durante o período em que estiver amamentando.
Se você ainda tem dúvidas sobre o aleitamento materno, converse com os profissionais da plataforma Eu Saúde. Eles estão sempre prontos a ajudá-la.

Parto Normal x Cesariana?

Parto Normal ou Cesariana: qual a melhor opção? O tema, bastante controverso, é o assunto que o Eu Saúde compartilha conosco hoje.
O parto vaginal é a maneira natural e fisiológica de dar à luz. Por isso mesmo, é chamado de parto normal.

As complicações para a mãe e o bebê são comprovadamente menores em um parto normal do que em uma cesariana, a não ser que existam indicações para a mesma.

As vantagens do parto normal incluem uma melhor recuperação da mulher após o parto, menor incidência de infecções e hemorragias para a mãe e menos problemas respiratórios no recém- nascido. Isso sem contar na maior proximidade entre a mãe e o bebê que o parto normal favorece.

Existem, entretanto, indicações médicas absolutas para se fazer a cesariana. Casos em que os benefícios para a mãe ou para o feto são maiores com esta via de parto. Outras indicações são relativas, ou seja, variam caso a caso e dependem da avaliação do profissional da saúde.

Converse bastante com seu médico e siga bem as orientações, afinal é o seu bebê que está chegando. Seja Feliz!

Anticoncepcional x Trombose

O Eu Saúde compartilha no blog hoje um assunto que interessa – e muito – nós mulheres. Principalmente aquelas que não querem ter filho e tomam pílula para evitar uma gravidez indesejada: O anticoncepcional faz mal?

O anticoncepcional hormonal oral – ou pílula anticoncepcional – tem em sua combinação estrogênio e progesterona sintéticos, que juntos inibem a ovulação. O contraceptivo também modifica o muco do colo do útero, tornando-o hostil ao espermatozoide.

Só que a pílula, como qualquer outro remédio, pode provocar vários efeitos colaterais importantes. Problemas como aumento da pressão arterial, enxaqueca e depressão, além de ser fator de risco para alguns tipos de câncer. Dentre eles, câncer do colo de útero, do sistema nervoso central e de mama, sobretudo aquelas mulheres que têm risco genético aumentado.

O principal problema de saúde devido ao uso de anticoncepcional, entretanto, é uma elevação da incidência de trombose e fenômenos tromboembólicos (trombose venosa profunda e tromboembolismo arterial).

Para saber mais sobre os riscos de desenvolver a trombose ao tomar pílula, é só acessar o Eu Saúde. Lá eles explicam direitinho porque isso acontece.

A boa notícia é que caso você se encaixe em um grupo de risco, dá para trocar para um método contraceptivo menos agressivo. Consulte seu médico.

  • Site desenvolvido por Agência Vetta