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Pais que se cuidam fazem a família mais feliz

38% dos papais e mamães dizem que quando estão bem consigo mesmos a família tende a ficar muito mais feliz também. O dado é de uma pesquisa realizada pelo Facebook IQ, em que especialistas analisaram dados, no Face e no Instagram, de 8.300 pais com idade entre 25 e 65 anos, de vários lugares do mundo, entre eles o Brasil.

Depois de ver esse dado, fiquei pensando sobre a importância das atividades que nos dão prazer, mesmo que elas impliquem em ficar um tempinho longe de nossos filhos.

Quantas vezes vivemos aquele dilema de que temos que nos dedicar exclusivamente aos pequenos? Aliás, aquele velho discurso que as crianças devem ser sempre prioridade ainda é muito latente. Quem nunca se sentiu culpada por deixar o filhote com a vovó, ou babá, para jantar no fim de semana? Ou o inverso: foi chamada de egoísta por preferir ir ao cinema na sexta do que curtir a garotada?

Penso que devemos esquecer essas duas palavras: culpa e egoísmo. Quando nos colocamos em primeiro lugar, estamos cuidando de nós mesmas. Estamos nos amando, nos sentindo bem e, certamente, teremos muito mais disposição para cuidar do próximo.

Reservar um momento do dia para fazer algo que nos dê prazer também traz benefícios para a saúde, tanto fisicamente quanto emocionalmente. Praticar atividade física pela manhã, por exemplo, é algo que faz uma enorme diferença no resto do meu dia.

E sim: da mesma forma que seu filhote quer brincar sozinho, você precisa e tem todo direito do mundo de se dedicar aos seus outros papéis: mulher, trabalhadora, esposa. O segredo é se planejar, e deixar a criança ciente que esses momentos são de individualidade são necessários.

Coloque-se em primeiro lugar. E isso não vale só quando o assunto é maternidade, mas em qualquer outra esfera da sua vida. Sendo uma pessoa melhor, mais plena e feliz, você certamente executará seus outros papéis de um jeito muito mais prazeroso.

Ter um propósito vale muito mais que o dinheiro quando o assunto é trabalho

Recentemente, a BBC publicou uma matéria – simplesmente sensacional – em que trazia alguns exemplos de empresas que colocaram a felicidade dos funcionários em primeiro plano. É isso mesmo que você leu: muito mais que o lucro, a prioridade é garantir o bem-estar dos empregados.

Isso tudo tem uma justificativa: pessoas felizes são muito mais produtivas. Ou seja, muito mais que idealismo, os sorrisos no ambiente corporativo acabam fazendo bem para o rendimento da companhia.

A relação é comprovada, inclusive, com pesquisas no assunto. Um estudo de 2014, por exemplo, sugere que pessoas mais felizes são entre 7% e 12% mais produtivas no trabalho.

Por outro lado, uma pesquisa britânica realizada no ano passado convidou várias pessoas a classificarem a sensação de bem estar em diferentes atividades ao longo do dia. Entre 39 opções, a que proporcionava maior satisfação era “fazer amor”, seguida de “ir ao teatro ou um show”. Trabalho pago apareceu em penúltimo lugar. Pasmem: uma posição acima de ficar doente de cama.

É por isso que as pessoas, cada vez mais, mudam de emprego. Elas não se sentem felizes em seus trabalhos. E isso tudo por não terem um propósito. Foi exatamente isso o que me motivou a seguir uma carreira independente. O meu antigo trabalho não me deixava feliz. Além disso, eu sentia que tinha muito mais a oferecer ao compartilhar a minha história e, assim, ajudar as outras mamães a organizarem suas vidas após o parto, em busca de uma vida muito mais plena.

O contexto em que vivemos também tem alterado a nossa relação com o trabalho. O aumento da expectativa de vida, somado à uma idade de aposentadoria mais tardia têm motivado as pessoas a fazerem algo que realmente dê impacto.

O objetivo é fazer a diferença na sociedade e deixá-la muito mais sustentável. As pessoas querem que o mundo seja um lugar melhor. Nesse sentido, o salário é bem menos importante do que a felicidade. E ser feliz no trabalho envolve aprender coisas novas, ter autonomia e, sobretudo, transformar a vida das pessoas.

O bem-estar é fundamental. Assim como você tem que procurar a atividade física que te dê mais prazer, ficar ao lado de pessoas que te motivem, o trabalho também tem que ser algo que você curta fazer.

Está em dúvidas sobre qual caminho seguir? Tem medo de arriscar fazendo aquilo que tanto ama? O programa de Coaching do Vida Pós Parto vai te apoiar nesse processo, fazendo com que você se conheça melhor e elimine tudo aquilo que impede a sua evolução.

Por que o Coaching é importante para, nós, mulheres?

Mães, esposas, profissionais, amigas… Onde encontramos tempo para realizar tantas tarefas? Quando cuidar da gente? Como garantir a nossa satisfação pessoal? Ou melhor: o que nos deixa realizadas?

Decisões relacionadas à carreira profissional, à maternidade ou ao casamento devem ser gerenciadas em busca do nosso bem-estar. Para encontrar essa tão desejada satisfação pessoal, entretanto, precisamos de autoconhecimento. É fundamental identificar o caminho a seguir e os problemas em nome de uma vida melhor.

É aí que entra o Coaching, ou Mentoria, uma metodologia que une técnicas e ferramentas com base científica e de resultados comprovados para ajudar um indivíduo a entender melhor quem ele é e o que ele busca. Baseado em minha própria experiência de vida, por exemplo, criei meu próprio método, a MELOdologia, no qual apoio mamães de primeira viagem, nessa nova fase da vida.

O mito da “supermulher”

A imagem daquela mulher que dá conta de mil tarefas ao mesmo tempo gera muita expectativa, cobranças e frustrações. Em busca da perfeição em todos esses papéis, acabamos não tendo tempo para cuidar de nossas emoções e refletir sobre nossa vida. Para quem acabou de se tornar mãe, então, é pior ainda!

A boa notícia é que não temos que ir além dos nossos próprios limites, e também não somos obrigadas a sermos perfeitas o tempo inteiro. É preciso, se conhecer, aceitar as limitações e aprender a desfrutar mais daquilo que nos dá prazer.

Como o Coaching ajuda nessa?

O Coaching nos ajuda a enxergar o nosso próprio potencial, e valorizar a capacidade que temos de ser mães, mulheres, esposas, amigas.

Por meio de uma metodologia específica, aprendemos a nos conhecer, identificamos sonhos e metas e como se planejar e organizar para alcançar cada um deles.

Com o tempo, passamos a conseguir cumprir todas as obrigações sem deixar de lado o lazer e o bem-estar. O resultado final é uma vida mais saudável, plena e, sobretudo, mais empoderada!

E, sim, apesar de ser, hoje, uma Life Coach de Mães, eu também passei pelo processo de Coach. Foi por meio dele, inclusive, que descobri que podia apoiar mulheres em suas vidas pós maternidade.

O que é empreendedorismo materno?

Nunca se falou tanto em empreendedorismo materno. Apesar de existir há muito tempo, se trata de um movimento recente no Brasil. Detalhe: que tem ganhado força graças às possibilidades oferecidas pela Internet.

Comecei a ter contato com o assunto há pouco mais de três anos quando criei o Vida Pós Parto, e decidi fazer dele o meu projeto de vida.

De lá pra cá, presenciei um aumento das iniciativas e conheci várias mamães empreendedoras, cheias de boas ideias e disposição para encarar um negócio próprio.

E melhor: projetos que ajudam e enriquecem a experiência pós maternidade.

Por que as mães querem se tornar empreendedoras?

Ter um filho impacta todas as esferas da nossa vida: amorosa, feminina, familiar e até mesmo a forma como encaramos o trabalho.

Precisamos de mais flexibilidade de horário e autonomia para definir nosso dia-a-dia. Muito mais que retorno financeiro, queremos trabalhar com aquilo que curtimos fazer e, sobretudo, ficar mais próximas dos nossos filhotes. O objetivo é acompanhar de pertinho o crescimento deles.

O mercado corporativo, infelizmente, é incompatível com esses nossos anseios. Diversas pesquisas mostram, inclusive, que o desejo de empreender surge ainda durante o período de licença maternidade.

Mas também tem a explicação biológica

Isso mesmo! Um estudo da Universidade de Londres mostrou que durante a gestação o nosso cérebro diminui, e volta ao tamanho normal em seis meses. Esse processo de contração faz com que ele se reorganize.

Assim, quando volta a crescer, o cérebro acaba aumentando a capacidade de memorização, concentração e aprendizagem.

Tornamo-nos, assim, muito mais dinâmicas, habilidosas, sensíveis e competentes. Essas mudanças acontecem para exercermos o papel de mãe, além de serem habilidades super valorizadas no mundo dos negócios, não é mesmo? Tudo a ver com empreendedorismo!

Ser mãe desenvolve o nosso instinto empreendedor

Sim! Toda mãe é uma empreendedora nata. A mulher que se tornou mãe começa a enxergar o mundo de uma forma diferente, procurando sempre melhorar o que está à sua volta.

É a fralda mais saudável, roupa mais confortável, brinquedo que valorize a infância, espaços mais seguros, tempo para cuidar de si mesmas. Esse novo olhar acaba gerando múltiplas possibilidades de negócios.

Algumas mães também transformam talentos esquecidos, ou hobbys, em atividade profissional. O Vida Pós Parto, por exemplo, nasceu assim: da ideia de compartilhar a minha experiência para ajudar outras mães a resgatar a autoestima pós maternidade.

Há casos de mães que reinventam suas profissões lançando produtos e serviços sob uma nova ótica que adquirem após a maternidade.

Os desafios do empreendedorismo materno

Para nós, mamães, empreender é muito mais que montar um negócio próprio. É adotar um estilo de vida que tem tudo a ver com a maternidade, já que o trabalho tradicional não se encaixa mais na nossa nova vida.

Os desafios de empreender pós maternidade, entretanto, são um pouco maiores do que quando não temos filhos. Precisamos lidar com planejamento, contas, marketing. Atividades que muitas de nós nunca tínhamos ouvido falar.

Além disso, temos que encontrar o equilíbrio entre o trabalho e exercer o papel de mãe. Criar uma rede de apoio é fundamental para o processo de desenvolvimento de um negócio paralelo com a maternidade, assim como buscar qualificação sempre.

O resultado não podia ser melhor: transformamo-nos em mulheres empoderadas.

Empreenda fazendo aquilo que você mais ama

Pode parecer utopia, mas empreender fazendo aquilo que a gente mais ama é possível sim. E mais: é o principal segredo para alcançar o sucesso profissional.

Eu sei o tanto que pode ser difícil olhar para sua maior paixão como negócio e fazer as transformações necessárias para gerar renda. Entretanto, é justamente essa coisa que você mais ama e sabe como ninguém fazer o grande diferencial na hora de empreender.

Pensa comigo: pelo menos um terço do seu dia é dedicado ao trabalho, certo? Quando trabalhamos com aquilo que curtimos, esse período fica ainda mais agradável e tendemos a investir cada vez mais naquilo. De obrigação pura e simples, o trabalho acaba se transformando em algo prazeroso: um projeto de vida.

Se você acabou de ser mãe e quer tocar um negócio próprio em nome de sua satisfação pessoal e maior proximidade com seu filhote, comece pela sua principal habilidade.

Aposto que depois da maternidade você descobriu talentos e qualidades que nem sabia que tinha. Foi assim que me transformei em Life Coach de Mães.

Depois de definir qual sua área de atuação, é hora de planejar. Estruturar como será seu empreendimento, criar um plano estratégico e se preparar financeiramente.

Use a criatividade para executar cada uma das etapas e tenha persistência para reavaliar e fazer possíveis correções pelo caminho. Só não vale desistir, hein?

O conhecimento é a chave para enfrentar qualquer dificuldade que aparecer pelo caminho. Estude, participe de cursos, eventos seminários e relaciona-se com o mundo. O networking é essencial para abrir novas portas e construir projetos ainda mais sólidos.

O caminho é árduo, mas quando fazemos o que gostamos e acreditamos nisso, o universo acaba conspirando a nosso favor.

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