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Gestão de tempo: malhe junto com seu filhote

Quem é mãe sabe: a chegada dos filhos vira a nossa rotina de ponta a cabeça. Em meio a tantas novas tarefas, acabamos deixando nossa vida profissional e pessoal em segundo plano.

A atividade física é uma das primeiras coisas que abrimos mão. Como encontrar um tempinho para ir à academia? Por experiência própria, eu digo que é super possível! E mais: uma gotinhas de suor são essenciais para liberar endorfina, e deixar a autoestima nas alturas.

O primeiro passo para conseguir conciliar a academia com as outras responsabilidades é organizar o seu dia. Você pode malhar enquanto a criança está na escola. Também vale negociar com seu companheiro para que ele cuide dela enquanto você vai correr, por exemplo. Afinal de contas, a educação é responsabilidade do casal, certo?

Se essas estratégias forem inviáveis, você pode levá-la para malhar junto com você. Essa solução pode acontecer de vários jeitos. Todos eles super prazerosos, saudáveis e enriquecedores tanto pra gente, quanto pra criançada.

Ainda nenéns, a dica é caminhar ou correr levando eles no carrinho. Você também pode fazer o treino na presença da criança e até convidá-la para participar junto. Quantas vezes eu já me exercitei na frente da Júlia, e ela acabou arriscando fazer os mesmos movimentos. Se orientado por um preparador físico ou médico, você pode usar a criança como peso e mantê-la nos braços e pernas enquanto realiza uma série de agachamentos, flexões e abdominais. É um jeito ótimo de você criar ainda vínculos mais próximos com seu pequeno.

Quando seu filho crescer, você pode incentivá-lo a praticar um esporte, matriculando em uma aula específica. Vale balé, natação, futebol. Enfim, o que a criança mais curtir fazer. Júlia e eu, por exemplo, exercitamos na mesma academia. Enquanto eu faço musculação, ela nada. Um jeito ótimo de estimulá-la a ter hábitos saudáveis desde cedo.

Atualmente, as academias já contam com programas focados nos pequerruchos. A Bodytech, por exemplo, tem o Super Kids. Voltado para crianças a partir dos três anos, o objetivo é promover o desenvolvimento das habilidades motoras e das capacidades físicas dos de um jeito lúdico e super divertido. São várias os esportes oferecidos e a quantidade varia de unidade para unidade.

Palestra com Rossandro Klinjey: Que educação você está dando para os seus filhos?

Na próxima quarta, o Vida Pós Parto marca presença na palestra “Que educação você está dando para seus filhos?”, com o psicólogo Rossandro Klinjey.

O tema é super necessário para nós, mamães e papais, uma vez que educar crianças e adolescentes é uma tarefa extremamente desafiadora.

Precisamos aprender a lidar com a insegurança, o despreparo e até mesmo a frustração. O nosso papel, entretanto, é imprescindível na formação de nossos pequenos. E é necessário muito envolvimento e comprometimento.

Segundo o psicólogo Rossandro Klinjey, os pais devem sempre servir de modelos para os filhos. Não apenas pelas interações que eles estabelecem no seio familiar, mas também pela relação que criam com o próximo. Precisamos inspirá-los e ajudá-los na evolução emocional. É o que não canso de dizer: eles são como esponjinhas, absorvendo tudo o que a gente faz.

Ainda segundo Rossandro, educar dá trabalho. Os desafios são constantes, mas eles não podem nos imobilizar. “Devemos, como adultos, exercitar nossa resiliência e buscar caminhos que lapidem nossos “diamantes” para brilharem como pessoas e cidadãos éticos, íntegros e competentes, que possam contribuir para a construção de um mundo melhor. Nesse processo, certamente, tornamo-nos pessoas melhores também.”

Rossandro Klinjey é um dos palestrantes mais renomados da área de família. Ele é escritor, Psicólogo Clínico, Mestre em Saúde Coletiva e Doutor em Psicanálise. Em seu livro “Help! Me Eduque”, Rossandro analisa o motivo pelo qual os pais, apesar de amarem profundamente seus filhos, não conseguem torná-los pessoas mais capazes, felizes e equilibradas.

Quando? 22/11, às 19h30

Onde? Ilustríssimo – Rua Maranhão, 56 – Santa Efigênia – BH/ MG

Ingressos à venda no Sympla

Informações: (31) 3227-0510

 

Crie vínculos fortes com seus filhos

Crianças que têm vínculos fortes com os pais aprendem com mais facilidade e se relacionam melhor com outras pessoas. E a Ciência comprova isso. Pesquisadores finlandeses acompanharam 700 famílias durante sete anos – do nascimento dos filhos até a fase escolar. Aquelas em que os pais tinham um relacionamento mais saudável com os pequenos, as crianças aprendiam mais rápido e sabiam lidar melhor com as emoções.

Se a criação de vínculos é positiva para a criançada, nós, mamães, só temos a ganhar também. São nesses momentos de cumplicidade que conhecemos mais nossos filhotes, seus gostos, desejos e o que pensam sobre o mundo que os cercam. A gente se surpreende, orgulha e, muitas vezes, nos sentimos super desafiadas também. Uma oportunidade incrível de crescimento. Quantas você já precisou ser criativa para responder um questionamento do seu pequeno?

Não existe uma receita para se aproximar dos pequenos. Varia de acordo com os interesses do seu filhote. O principal segredo é se interessar em estar perto deles, e curtir os momentos gostosos juntos. Eu, por exemplo, adoro fazer passeios diferentes. Brincar ao ar livre em parques e praças, levar ao museu e fazer piqueniques.

Outra atividade super prazerosa e enriquecedora é estimulá-lo a ler. Crie um clima, interprete os personagens, enfim abuse da criatividade para despertar a imaginação da criançada.

Criar o “dia do hoje pode” também é super gostoso. Depois de uma semana de aulas, tarefas extra-classe, regras e horários, nada mais gostoso para a garotada do que comer aquela guloseima que eles tanto amam.

Seja amorosa. Sempre! Demonstrar afeto é uma das maneiras mais naturais e bonitas de manter uma relação próxima. Não se reprima quando der vontade de encher seu filhote de beijos e abraços.

Enfim, existem várias outras oportunidades, como cozinhar junto, criar um acampamento na sala, ver fotos de família. E são esses momentos, simples, mas muito profundos, que vão fazer com que a criança crie, futuramente, só lembranças boas de você.

Os benefícios da natação na primeira infância

“Após a liberação do pediatra e tendo todas as vacinas em dia, bebês a partir dos seis meses já podem começar a frequentar as aulas de natação”. Quem diz isso é o professor Regis Barbosa, Coordenador Geral da Gota D`Água, academia que a Juju, depois de três meses afastada dos treinos, está fazendo Natação.

E é sobre isso que gostaria de falar hoje: os benefícios da Natação na Primeira Infância.

A Natação desenvolve a respiração e melhora as habilidades motoras, fazendo com que as crianças tenham mais autonomia na água. Os pequenos também aprendem a se divertir em grupo, a esperar a vez do colega e, sobretudo, a entenderem que precisa ter paciência até para se divertir.

É a partir dos 6 meses que o bebê pode ser matriculado em uma academia de Natação, uma vez que já consegue se equilibrar sentado.

A partir de um ano, eles já possuem certa autonomia dentro da piscina, conseguindo se deslocar e bloquear a respiração em manobras de mergulhos, quando devidamente estimulados. Os pais e familiares percebem logo a melhora na coordenação, no equilíbrio, nos reflexos e no conhecimento de espaço. Esses estímulos são um gatilho prematuro nas habilidades como engatinhar e caminhar.

Além de ampliar a resistência respiratória, melhorar a circulação sanguínea e fortalecer o sistema imunológico do bebê, dificilmente uma criança que praticou natação nos primeiros anos de vida terá um resfriado. A Júlia, por exemplo, começou a fazer Natação com 1 ano e 3 meses.

Um dos diferenciais das aulas de natação da Gota D`Água é que elas são acompanhadas por uma equipe multidisciplinar que envolve, além de professores de educação física, psicólogos e psicomotricistas, especializados em atividades físicas para crianças.

Ou seja: muito melhor para o desenvolvimento físico dos pequerruchos.

 

Aprenda a elogiar a criançada do jeito certo

Você já parou pra pensar que o jeito que elogiamos nossos filhos pode influenciar a formação deles enquanto pessoas?

Recebi da escolinha da Júlia um texto que abordava esse assunto e resolvi compartilhar algumas reflexões com vocês, mamães.

Primeiro de tudo, é preciso falar sobre um estudo comportamental realizado com crianças pequenas. Alguns psicólogos propuseram à elas uma atividade de média dificuldade. Todas as crianças conseguiram terminar a tarefa. Depois, elas foram divididas em dois grupos.

O grupo A foi elogiado quanto à inteligência e à capacidade. Já as crianças do grupo B foram reconhecidas pelo seu esforço e trabalho realizado, mas nunca em relação a si mesmas.

Em seguida, a criançada teve que cumprir uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira. Só que elas podiam escolher se queriam ou não fazê-la, sem qualquer tipo de consequência.

As respostas foram surpreendentes. A maioria das crianças do grupo A simplesmente não quiseram nem tentar fazer a segunda atividade. Por outro lado, quase todas as crianças do grupo B aceitaram desempenhá-la.

O resultado nos ajuda a pensar sobre o jeito que estamos elogiando nossos filhos. O ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis.

As crianças “inteligentes” não querem o sentimento de frustração de não conseguir realizar uma tarefa, pois isso poderia modificar a imagem que os adultos têm delas. Em contrapartida, as esforçadas não ficam com medo de tentar, pois é o esforço que será valorizado.

Só que o conteúdo escolar não é tudo. Muito mais que isso, nossos filhos precisam aprender valores e princípios. Precisam respeitar as diferenças, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas. E isso não se consegue com elogios que ressaltam apenas o ego de cada um.

A criançada precisa ser incentivada a agir de forma positiva, com elogios que reforcem o seu bom comportamento como algo correto. Nossos filhos precisam ouvir frases como: “Que bom que você tem um bom coração”, “Parabéns por ter dito a verdade apesar de estar com medo… Isso era o correto.”

Crianças com sobrecarga de elogios gratuitos e vazios, quando adultos, tendem a demonstrar menos resistência à frustração, e até mesmo certa fragilidade emocional.

Lembre-se que nosso papel, enquanto mamães e papais, é criar ser humanos fortes para enfrentar a vida, e de bom coração para contribuir para um mundo melhor.

Viaje com a criançada sem dor de cabeça

As férias de julho chegaram! Para quem tem criança em casa, é uma oportunidade ótima de colocar o pé na estrada e viajar. Nada mais gostoso, não é mesmo?

Para que a viagem seja tranquila, é preciso planejar e deixar o trajeto, seja de carro, avião ou ônibus, menos entediante para a criançada.

Para quem for de carro
Comece pela segurança. Além do check up do seu carro, é fundamental cuidar dos itens de segurança, como cintos de segurança ou cadeirinha, se for o caso.

Os pequenos costumam não ter muita noção do tempo ou da necessidade de espera dentro do veículo. Por isso, planeje paradas durante o trajeto. Assim, eles podem andar, distrair, ir ao banheiro e se refrescarem.

Para distrair no carro, leve brinquedos e brincadeiras. Separe os objetos preferidos das crianças e dê um de cada vez, assim elas não se cansam rápido. Vale a pena rechear o celular com desenhos e filmes. No rádio, alterne suas músicas favoritas com uma seleção infantil.

No avião
A viagem será longa? Opte por vôos noturnos, assim os pequenos dormirão com mais facilidade. Programe uma troca de roupa a cada intervalo de quatro ou seis horas. Já que não é possível determinar as paradas, as dicas de diversão no carro também valem no avião: brinquedos, brincadeiras, desenhos e séries infantis.

Cuidado com a alimentação! Certifique-se de que a companhia aérea oferece cardápio especial para bebês e reserve-o. Se não for possível, leve a mamadeira vazia e o leite em pó, já que prontas podem ser retidas antes do voo.

Ônibus
O itinerário também não pode ser redefinido. Então, além de planejar os passatempos, racionalize os lanches e o consumo de líquidos, já que nem todos eles oferecem banheiros adequados. Se o seu filhote enjoa com facilidade, converse com o pediatra para determinar o melhor remédio.

Dilema: devo ou não deixar meu filho comer doce?

Dúvida de muitas mamães, hoje falo se podemos ou não deixar nossos pequenos se lambuzarem de doces.

Segundo pediatras especialistas, o açúcar deve ficar longe de crianças até os dois anos de idade. Relaxa: nem é preciso muito esforço. Afinal de contas, se trata de uma faixa etária que as crianças não estão tão suscetíveis a isso.

O mais difícil é que quando começam as influência externas, sobretudo da TV e da Internet. A boa notícia é que os doces podem fazer parte da alimentação da criançada. Desde que com moderação.

Eles devem ser oferecidos como sobremesa e jamais como substitutos de uma refeição.

Lembre-se, entretanto, de nunca condicionar o doce a uma recompensa pela criança almoçar e comer alimentos saudáveis.

É fundamental que ela entenda aquilo como um complemento da refeição principal. E sim: ocasionalmente. Não precisa oferecer todos os dias. e muito menos deixá-la comer excessivamente.

Vale a pena se atentar também para a qualidade do doce escolhido. O chocolate, o bolo e doces caseiros são opções bem mais saudáveis que balas, chicletes e outros produtos açucarados comprados no supermercado.

Uma dica ótima e super saudável é o Muffin de Cranberries, um dos bolinhos preferidos da Júlia. Super fácil de fazer, ele pode ser uma opção para a merenda de sexta-feira de seu pequeno.

Carnaval para a criançada: bloquinhos infantis

Com o sucesso dos vários blocos de rua, BH se tornou um dos principais destinos dos foliões no Carnaval. E a criançada também tem espaço nos festejos de Rei Momo da capital mineira. São vários blocos temáticos infantis.

Iniciativa da Aldeia Jabuticaba com a Cia Pé de Moleque, o Bloquinho da Bola Preta é uma das principais atrações para os pequenos. O mais legal é que o bloco tem até Dança Materna. O desfile acontece no sábado, de 14h às 18h, com saída lá da Aldeia Jabuticaba (Rua Orange, 30, São Pedro).

O Bloquinho DuBem é um evento festivo e musical com brincadeiras, música e lazer para a garotada e a família inteira curtirem juntos. O desfile acontece no sábado e domingo, das 9h às 17h, no Parque Marcos Mazzoni, no Bairro Cidade Nova.

No sábado, de 10h às 17h, também tem o Carnaval das Crianças do Necup (Núcleo de Estudos em Cultura Popular). O evento terá intervenções artísticas, brinquedos, pinturas e adereços. A animação fica por conta do Bloco Percussão Brasil. O endereço da festa é na Avenida Nossa Senhora de Fátima, 3322, no Prado, e a entrada é franca.

O Mineirão também abre espaço para a criançada pular Carnaval, na segunda, a partir das 9h, com shows do Pato Fu, Charanga dos Padês e dos palhaços Patati Patatá. Haverá mascotes de times, área de descanso, fraldário, foodtrucks e praça de alimentação. Os ingressos custam entre R$25 e R$40 (crianças) e R$35 e R$60 (adultos)

O bloco Baianas Ozadas, o maior de BH, conta com uma ala infantil, Os Baianinhas. O bloco sai na segunda e a concentração para o desfile começa na Praça da Liberdade, às 9h.

Encerrando a programação carnavalesca para os pequerruchos, na segunda, ainda tem o Bailinho do Distrital, às 10h30, no Mercado do Cruzeiro, e o Circo Marimbondo, às 9h30, na Rua Bocaiúva, 21, no Bairro Santa Tereza. O bloco formado pela musicista Bianca Luar e a pedagoga Fernanda Sander resgata canções tradicionais da infância e faz releituras da MPB, especialmente do Clube da Esquina, em ritmos variados de Carnaval.

Opção é o que não falta para curtir a folia com a criançada em Belo Horizonte. Qual vai ser o seu destino?

Vida Pós Parto apoia: Chá de Fraldas Servas

Toda criança tem direitos e merece cuidados. Com os menores em situação de vulnerabilidade social, então, nem se fala.

Imagine só ser órfão ou ter que ser afastado do convívio com os pais por ser vítima de violência doméstica ou abuso sexual. Infelizmente essa é a realidade de várias crianças de zero a seis anos que são recebidas em 12 abrigos da capital mineira à espera de adoção.

Diferente da criançada que vai para a escolinha ou a casa da avó, carregando na mochila roupas, brinquedos e papinhas, as que chegam nos abrigos vão apenas com a roupa do corpo.

Para ajudar esses lares e creches e os pequenos acolhidos, o Servas, em parceria com a Drogaria Araújo, lançou o Chá de Fraldas. Uma campanha que o Vida Pós Parto tem o maior orgulho em apoiar.

Você pode colaborar também. Para participar, é só acessar o site Chá de Fraldas Servas e escolher os produtos que deseja doar. A lista é bem parecida com as dos chás de bebê convencionais, porém reduzida a itens básicos e essenciais: roupinhas, brinquedos, fraldas, mamadeiras, chupetas, leite e alimentos em geral, pomadas, sabonetes, shampoos infantis e cremes. Além do Nan, um suplemento para as crianças que sofrem de desnutrição.

Os produtos são distribuídos em creches e instituições de atendimento às crianças de Belo Horizonte. De três em três meses, o Servas disponibiliza a prestação de contas dos itens doados e quais instituições foram beneficiadas. Participe dessa iniciativa do bem.

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