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Sobre o papel de ser mãe

Fiz um post desabafo na semana passada, em que dizia que não somos obrigadas a fazer e dar conta de tudo. Indo um pouquinho mais além, ressaltei a importância de fazermos aquilo que julgamos fazer bem pra gente em primeiro lugar.

Prosseguindo o assunto, hoje gostaria de falar para quem acabou de se tornar mamãe e ainda está com várias dúvidas sobre como assumir mais esse papel.

Quando engravidamos, criamos mil de expectativas. Ficamos ansiosas e apreensivas: temos que ser a mãe e a esposa perfeita, cuidar da casa, ter sucesso profissional e ainda estarmos sempre lindas.

Como já disse, não dá para fazer tudo ao mesmo tempo. O primeiro passo é aceitar e não entrar em pânico. Racionalize cada uma das atividades.

Enquanto as crianças ainda são pequenas, talvez elas precisem mais de você do que o trabalho. O sucesso profissional pode esperar um pouco. Enquanto isso, planeje o que quer fazer depois que elas crescerem.

Não se culpe! Tente fazer o que está ao seu alcance. Nem sempre fazer tudo é o melhor. Deixe a ansiedade de lado e não descuide nunca de você. Cuidar da saúde e do corpo deixa a autoestima mais alta e a gente fica muito mais disposta pra encarar todas essas tarefas!

Caso precise de uma apoio nesta fase da vida, saiba que o Coaching para Mães vai ajudá-la. Vamos juntas nessa! Envie um email para [contato@vidaposparto.com] e agende sua sessão.

Autorresponsabilidade não é fazer tudo sozinha

Falei semana passada sobre autorresponsabilidade e que “somos nós temos que fazer e ninguém mais”.

A mensagem que quis passar foi de que as nossas escolhas somos nós quem deveríamos fazer e ter coragem de assumi-las. É sobre ser protagonista da própria vida e ter capacidade de colocar as nossas escolhas em prática.

É verdade que depois que a gente faz nossas escolhas pode ser difícil assumir e colocar tudo em prática. A capacidade de realização não é pra todo mundo.

Não estou falando que temos que sair fazendo tudo sozinhas. É por isso que precisamos de apoio, de algum profissional que nos incentive a dar o primeiro passo e enxergar propósito no que decidimos fazer. De ter uma equipe para nos estimular a realizar nossos objetivos profissionais. Os nossos amigos e a nossa família também são fundamentais nesse processo, sobretudo nas questões pessoais.

O processo de coaching você é incentivado a planejar a realização de cada um dos seus desejos. Geramos clareza de como fazer acontecer , no plano de ação que você vai desenhar para dar o primeiro até o último passo.

Não sabe quais são seus sonhos? Pois então, a mentoria ainda nos ajuda a pensar, sonhar e até escolher o que queremos da nossa vida. Está precisando de um empurrãozinho para se descobrir ou tocar seus desejos? Vamos juntas nessa! Envie um email para [contato@vidaposparto.com] e agende sua sessão comigo.

Coaching de Mães para Mães

Quando a sessão de Coaching é para um coach do mesmo segmento de mães?

Eu achei o máximo poder apoiar uma mãe que quer seguir apoiando outras mães assim como eu.

A maioria das mamães que me procuram querem resgatar a autoestima perdida após o parto. A maternidade pode acarretar na falta de cuidado consigo mesma devido à dedicação ao filho, novas preocupações e várias outras tarefas na rotina.

Aquela mulher que tinha tempo para si mesma e para o companheiro, ia ao salão nos intervalos do trabalho e saía com as amigas à noite, agora se divide em mil e usa seus horários livres na agenda para cuidar do filho. Com amor e prazer, é claro, mas muitas vezes, ela se sente angustiada por não entender e adaptar tão rápido às mudanças que a vida pede.

O Coaching para Mães apoia essa mulher que deseja alcançar o que deseja, mas não consegue, que procrastina por não ter energia ou por dúvida do que realmente deseja após tantas mudanças em sua vida.

Atender a Karine que apoia mães no casamento após a maternidade foi enriquecedor. Saber que não somos professoras de vida nem sabemos mais que ninguém. Muito pelo contrário, aprendemos umas com as outras e nos apoiamos na caminhada da vida.

E o coach veio para questionar, para dar aquela chacoalhada nas coisas e apontar o que não está nos fazendo bem. Pensar e repensar no que pode ser feito e ter coragem para mudar. Ação muita ação para o que talvez esteja parado ou para aquilo que nem sabemos que podia ser feito, porque estamos imersas nas eternas e costumeiras justificativas que damos à vida.

Tem poder quem age. Um grão por dia. No final teremos uma semana, um mês, um ano cheio de realizações e pontos finais.

Antes de reclamar, aponte o dedo pra você

Temos o péssimo hábito de reclamar, não é mesmo? Reclamos do vizinho, do colega de trabalho, do marido (ou namorada), da professora da escola, da pós-graduação, de não termos o corpo perfeito ou de faltar força de vontade para ir à academia.

Muitas vezes reclamamos sem nem pensar, mas pelo simples fato de repetir padrões que nos foram ensinados.

Você já parou para pensar que o problema talvez esteja com você mesma? Se as coisas não andam rendendo conforme gostaria, pode ser por falta de auto responsabilidade e determinação.

A proposta que faço hoje para vocês é diferente: a análise inversa. Antes de transferir a culpa das suas frustrações para pessoas ou situações, que tal observar o seu comportamento?

Em um relacionamento amoroso, por exemplo, quando foi a última vez que parou para escutar o seu parceiro de verdade? Há quanto tempo vocês não saem para jantar ou curtir um programa a dois prazeroso? O mesmo vale para o trabalho. Se você anda reclamando que não conquista mais espaço em seu emprego, talvez seja porque já não execute suas tarefas com tanto tesão mais.

O mesmo vale pra ter um corpo mais bonito ou saudável. Se vive caindo nas tentações gastronômicas, pode ser por excesso de autossabotagem: “Hoje eu comi pra descontar minha raiva, TPM ou pra comemorar uma conquista. Amanhã volto com força total.”

O desafio de hoje é tomar consciência das suas ações. O dedo tem que virar para você mesma, antes mesmo de reclamar do outro. E aí: o que você tem feito para mudar antes de reclamar?

O Coaching te ajuda nessa. Agende uma sessão. [contato@vidaposparto.com ou envie direct com suas perguntas]

O que a leva a fazer o que você faz e não o que você quer?

Retomo hoje o último tema que trouxe aqui no blog sobre Coaching: o Piloto Automático. O botãozinho que nos deixa na inércia, impedindo a realização de nossos desejos.

O piloto automático é %$#@&*! No mode ON, ele faz com que a nossa mente gaste energia com coisas que já nos acostumamos a fazer, e nem percebemos mais ao executá-las. É mecânico, automático mesmo.

Sabe aquela hora que você chega em casa e seu dedo já vai direto no botão da TV? Você entra, faz tudo com ela ligada e nem presta muita atenção no que está fazendo. Quando senta no sofá come sem ver, conversa sem olhar para o outro… Parece até que o canal não pode mudar porque você já se acostumou demais para querer mudar pra outro.

No trabalho, você faz tudo igual todo dia, sem muito questionar ou pensar em novas alternativas que poderiam enriquecer ainda mais sua vida profissional. E depois de tudo isso, ainda reclama que não faz nada como gostaria, que não tempo de curtir os filhos e os amigos. Você chega em casa e, quando vê, já é hora de dormir.

Enfim, são inúmeras as situações em que fazemos tudo por obrigação, sem nem se dar conta de como tem sido feito. E pior: sem sentirmos muito prazer em nada. Aposto que muita gente identificou cenas como essas na vida atual ou no passado. Todo mundo já passou por isso!

Lembre-se: nessa vida passageira, nós somos os agentes transformadores da mudança. Nada melhor do que um novo ano, com 365 novas chances, pra tentar fazer diferente: ser uma mãe melhor, cuidar mais de si, levar uma vida mais saudável, curtir bons momentos reais com quem você mais ama. Boa notícia: Tudo depende só de nós mesmas.

O processo de Coaching me ajudou muito a sair dessa inércia. Foi ele o gatilho para que eu me arriscasse a fazer tudo diferente: largar o emprego de anos e ir em busca da realização dos meus desejos. Inclusive o de motivar outras pessoas a desligarem o piloto automático também. Foi o Coaching que me ajudou a criar um novo plano de ação – e por que não, de vida? Agende uma consulta. [contato@vidaposparto.com ou envie direct com suas perguntas]

E se você entrasse em casa sem ligar a TV, o que você faria?

Mamãe, desligue o piloto automático!

Na última vez em que escrevi sobre maternidade aqui no blog, tentei esclarecer sobre a importância do Coaching para quem acabou de se tornar mamãe. Dando continuidade aos desafios impostos à mulher que está vivendo essa nova fase de vida, hoje quero falar sobre o autoconhecimento.

É ele que desperta a clareza do momento em que estamos vivendo, abrindo o nosso coração e a nossa mente para agirmos em busca daquilo que desejamos para nossa vida.

Somos, entretanto, vítimas de um sistema que dificulta o processo do autoconhecimento: o piloto automático. Com ele ligado, realizamos as tarefas de um jeito mecânico, sem muito refletir sobre o que de fato estamos fazendo. O resultado disso pode ser viver apenas por viver, sem ter entusiasmo… Ou por que, não? Tesão.

A sensação é mais ou menos esta: o tempo passa e você sente que está perdendo a vitalidade, a beleza, a motivação. Uma situação super comum, inclusive, para quem acabou de ser mãe, e se sente meio perdida a exercer seu papel de mulher, esposa, filha, etc. Você tem medo de arriscar, sofre por achar que poderia ser uma mãe melhor e, ainda se culpa.

Para desligar o piloto automático e passar a viver o momento presente, você precisa de autoconhecimento e, sobretudo, aceitação. Busque entender que vive um conflito entre quem gostaria de ser e o que realmente é. A partir do momento em que você para e identifica o problema, fica muito mais fácil desligar esse botão. Lembre-se, entretanto, que é preciso vontade, busca verdadeira e muita dedicação.

E, sim, o processo de Coaching permite esta redescoberta. Ele encoraja cada mãe a identificar aquilo que a paralisa e a desenhar o plano de ação para alcançar o que deseja. Identificou? Agende uma consulta. [contato@vidaposparto.com ou envie direct com suas perguntas]

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