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O melhor presente para o Dia da Mulher: Autorresponsabilidade

Hoje é o Dia Internacional da Mulher. E foi no dia 8 de março de 1857, em Nova York, lutando pelos direitos salariais e condições melhores de trabalho e seguido de outros acontecimentos que o mundo todo começou a comemorar a data.

De lá pra cá conquistamos muito, mas ainda temos muito o que conquistar. E a conquista depende da nossa capacidade de realização. Pra realizar precisamos antes de tudo sonhar Mas eu conheço muita gente que não se permite sonhar, por achar que não merece, que não deve, que é pedir demais… Que sonhar é luxo em tempos de tanta necessidade.

Todo mundo reclama que não tem tempo, que não para, que “tá” cansado, que dorme pouco, trabalha muito, que ninguém ajuda… O hábito de reclamar já enraizou na nossa cultura. Parece que as pessoas acham bonito falar que não têm tempo.

Gente, vamos parar! Um minuto, que seja hoje, no “nosso” dia. Pra refletir sobre quem somos. O que temos feito por nós. Parar de viver no piloto automático. Dar uma pausa e gerar consciência. Ouvir você. Seus anseios, seus sonhos, sem desmerecer por achar que vai ser difícil alcançar. Depois que a gente para, tem coragem pra sonhar, o que fazer para realizar? Parece que nos sentimos paralisados muitas vezes, sem saber por onde começar.

Eu me lembro a primeira vez que eu ouvi a palavra Autorresponsabilidade. Fiquei confusa e ao mesmo tempo culpada. Uma culpa por colocar a responsabilidade de tudo que dava errado nos outros. Afinal de contas, ser coadjuvante da própria vida é bem mais fácil que ser protagonista. Gente, eu vivia reclamando e colocando a culpa no outro. Eu reclamava tanto que meu apelido era “ complaininggirl” quando eu morava no Canadá. Tive a oportunidade suada de estudar fora e ainda ganhei esse apelido. Voltei pro Brasil, consegui passar numa seleção de trainee de um banco em BH e eu continuava ouvindo “ lá vem a menina reclamona”

Por muitos anos isso não me incomodou. Hoje eu concluo que achava bonito reclamar. Talvez chamasse atenção das pessoas e isso se tornou um vício emocional pra mim. Porque nós somos viciados em emoções ruins. Inconscientemente, mas somos. Sabe aquela pessoa que entra no carro e começa a reclamar do carro da frente, do trânsito, buzina, grita, xinga a mãe de todo mundo? O coração dela dispara, ela arrepia, gera adrenalina. E isso vicia.

Eu perdi o vício de reclamar o dia que entendi o que era autorresponsabilidade. Ser autorresponsável é entender e acreditar que você é o único responsável pelo que acontece na sua vida, e só você e pode muda-lá. Neste dia, eu engoli pedra quando tentei reclamar. Não conseguia mais. O reclamar passou a ser conversar comigo mesma, ouvir minha voz interior, me conscientizar.

Taí o primeiro passo após sonhar. Parar de reclamar , apontar pro outro. E AGIR. Como tudo começa a clarear. Aí vem a hora de entender seu momento presente. Se questione. Tente responder quem você é. Para que você se levanta todos os dias e coloca o pé pra fora da cama. A capacidade de realização  só acontece quando nos  sentimos realmente responsáveis pela nossa vida. E não nossos pais, nosso companheiro, nossos funcionários, colegas de trabalho, chefe,…a política, economia, o país.

Realizar começa com autoconhecimento. E quando nos conhecemos melhor tudo flui, você faz acontecer. Para aquelas mulheres que empreendem ou desejam empreender, não vai dar certo sem antes empreenderem a si mesmas. Significa ter capacidade de administrar a própria vida. E para isso: autoconhecimento, autorresponsabilidade e realização. Tem poder quem age.

Que o dia da mulher não seja apenas hoje, que vocês possam sentir que é todo dia. Que se validem todo dia, num dia difícil, escolha 1 vírgula que deu certo. Se valide por isso. Se elogie. Faça isso com o próximo, com o garçom, com o lixeiro, com sua família. Abrace mais, libere o hormônio da ocitocina, a droga do amor. Isso tudo é um presente que só a gente pode dar pra gente mesma nesse dia da mulher.

Crédito da Foto: Weber Pádua.

A tal da autorresponsabilidade

Falei outro dia sobre o quanto temos o péssimo hábito de reclamar. E como se não bastasse, encontrar culpados pelas coisas ruins que acontecem conosco. Essa atitude pode até ser automática.

A grande verdade, entretanto, é que somos, nós, as principais responsáveis por tudo o que acontece, tanto de positivo quanto negativo. São as nossas escolhas que direcionam nossos caminhos. Não existe destino, acaso ou fatalidade.

Não adianta buscar explicações para as coisas que acontecem, enquanto tudo que acontece é uma resposta às nossas atitudes ou omissões.

Nada de achar isso tudo assustador. Na real, saber que tudo está em nossas mãos é altamente empoderador.

Se estamos em uma situação ruim, fomos nós que nos colocamos nela. Melhor: temos força e potencial para sair dela. E se queremos muito a realização de algo, está em nossas mãos fazer acontecer. É só abrir mão da preguiça e ir à luta.

Nada está fora do nosso controle. Somos nós quem ditamos as regras, escolhemos os rumos e mudamos a direção quando necessário. A gente sabe exatamente o que fazer caso nossas ações não estejam nos levando para onde gostaríamos de ir.

Só nós temos que fazer acontecer e ninguém mais. Encorajador isso, certo?

Você tem fé? Não estou falando de religião!

Não mesmo. Religião não é para todo mundo, mas fé eu creio que sim.

Todo mundo tem fé em alguma coisa. Fé em fechar seus negócios e bater a meta no final do mês. Fé em arrumar um emprego. Em ver seu amor feliz. Seu filho passsar de ano. Fé em engravidar. Fé em ter paz nos encontros familiares. Fé em Buda, Jesus ou até em ser ateu.

Fé é acreditar. Acreditar é sobrevivência. Se não acreditamos não abrimos os olhos pela manhã e não damos o primeiro passo. Acreditar em você mesmo. Essa sim é a fé primordial, é acreditar que você, é capaz.

Acreditar no outro também é uma coisa maravilhosa. Afinal não fazemos muita coisa sozinhos, ou sem o apoio, que seja emocional, de alguém que confiamos ou amamos. Bom ter fé, não é?

Como gerar autorresponsabilidade?

Na semana passada, falei no blog sobre a procrastinação. Um dos segredos para afastar esse péssimo hábito do nosso dia-a-dia é a autorresponsabilidade.

Aceitar a responsabilidade pela nossa existência, atos e ações, é um passo fundamental para alcançarmos sucesso em todas as esferas da vida.
Como você se comporta perante as diferentes situações? Tem sido mais passiva ou ativa?

Notícia ruim: todas nós tendemos a não aceitar os nossos erros, damos desculpas por não cumprirmos nossas responsabilidades, transferimos a culpa para o outro quando algo não sai como o planejado. É muito mais cômodo agir assim.

Por outro lado, quando nos comportamos desse jeito temos muito menos chance de conquistar objetivos e realizar sonhos.

Eu, por exemplo, desenvolvi meu senso de autorresponsabilidade depois da maternidade. Se eu continuasse levar a vida que levava, sem qualquer cuidado comigo mesma, seria uma pessoa infeliz, deixando a desejar como mulher e mãe. Foi aí que me dei conta que só eu mesma podia controlar a minha própria vida. Comecei a me exercitar, a me alimentar melhor, a tentar viver com mais leveza. Atitudes essas que me ajudaram a resgatar a autoestima e melhorar o relacionamento com as pessoas.

Você é a única responsável pela sua vida, situação em que está vivendo e realização de suas metas e desejos. Só você tem o poder de tirá-la do lugar onde está para chegar aonde sonha estar. E isso vale para quem quer levar uma vida mais saudável, ter mais sucesso profissional, melhorar o relacionamento com a família, fazer as pazes com o mundo.

Que tal parar de apontar culpados ou procurar desculpas? Dedique-se aos seus objetivos com fé e determinação e nada poderá detê-la.
Reclamar não resolve problema algum. Se algo estiver dando errado, encontre as causas, descubra como corrigí-las e siga em frente.

Lembre-se: você tem tudo para alcançar aquilo que quer. Tenha foco, força e fé sim, mas parta para o campo da ação é fundamental. Que tal?

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