instagramcustom

Categoria:

Maternidade Saudável

Como foi a primeira edição do #VPPApresenta?

Aconteceu e foi um sucesso o #VPPApresenta: Julyana Mendes, do @mãedesete. Em sua primeira edição, o evento trouxe convidadas incríveis que compartilharam suas experiências com a maternidade, com destaque para a Primeira Infância.

vida_pos_parto_vpp_apresenta_03

A Julyana Mendes, do Mãe de Sete, falou sobre educar 7 filhos com perfis diferentes e gerar conexões com todos eles. Disse também da importância de gerar empatia com cada um e acolher com escuta ativa e nunca ignorar nossa intuição de mãe. O grande desafio de administrar a inter-relação entre os filhos e com os pais. E que temos que ter a consciência de que filhos vamos deixar pro mundo e de que mundo vamos deixar pros nossos filhos.

Já a Mariana Lacerda desmistificou vários paradigmas da educação. Ao falar de Disciplina Positiva, ela ressaltou a importância de darmos autonomia aos nossos filhos e envolvê-los na criação das regras da casa desde cedo. Levantou questionamentos como por exemplo, para que fazer a criança se sentir pior antes de validar seu comportamento? Falou também sobre elevar a autoestima dos nossos filhos e diferenciar o autoristarismo da autoridade. E, principalmente, que nós pais temos que estar preparados para o desafio de educar.

Por fim, a nossa parceria Letícia Oliveira, do Nutrininos, trouxe dicas super úteis sobre alimentação infantil. Como criar memória afetiva com os alimentos e deixar a hora das refeições mais divertidas e práticas. Levar diálogo com prazer pra mesa e reunir a família. Não ficar pedindo a criança para experimentar a todo o tempo mas deixar ela experimentar com curiosidade e autonomia.

vida_pos_parto_vpp_apresenta_02

Todas as fotos foram tiradas pela fotógrafa Mariana Meireles.

O melhor presente para o Dia da Mulher: Autorresponsabilidade

Hoje é o Dia Internacional da Mulher. E foi no dia 8 de março de 1857, em Nova York, lutando pelos direitos salariais e condições melhores de trabalho e seguido de outros acontecimentos que o mundo todo começou a comemorar a data.

De lá pra cá conquistamos muito, mas ainda temos muito o que conquistar. E a conquista depende da nossa capacidade de realização. Pra realizar precisamos antes de tudo sonhar Mas eu conheço muita gente que não se permite sonhar, por achar que não merece, que não deve, que é pedir demais… Que sonhar é luxo em tempos de tanta necessidade.

Todo mundo reclama que não tem tempo, que não para, que “tá” cansado, que dorme pouco, trabalha muito, que ninguém ajuda… O hábito de reclamar já enraizou na nossa cultura. Parece que as pessoas acham bonito falar que não têm tempo.

Gente, vamos parar! Um minuto, que seja hoje, no “nosso” dia. Pra refletir sobre quem somos. O que temos feito por nós. Parar de viver no piloto automático. Dar uma pausa e gerar consciência. Ouvir você. Seus anseios, seus sonhos, sem desmerecer por achar que vai ser difícil alcançar. Depois que a gente para, tem coragem pra sonhar, o que fazer para realizar? Parece que nos sentimos paralisados muitas vezes, sem saber por onde começar.

Eu me lembro a primeira vez que eu ouvi a palavra Autorresponsabilidade. Fiquei confusa e ao mesmo tempo culpada. Uma culpa por colocar a responsabilidade de tudo que dava errado nos outros. Afinal de contas, ser coadjuvante da própria vida é bem mais fácil que ser protagonista. Gente, eu vivia reclamando e colocando a culpa no outro. Eu reclamava tanto que meu apelido era “ complaininggirl” quando eu morava no Canadá. Tive a oportunidade suada de estudar fora e ainda ganhei esse apelido. Voltei pro Brasil, consegui passar numa seleção de trainee de um banco em BH e eu continuava ouvindo “ lá vem a menina reclamona”

Por muitos anos isso não me incomodou. Hoje eu concluo que achava bonito reclamar. Talvez chamasse atenção das pessoas e isso se tornou um vício emocional pra mim. Porque nós somos viciados em emoções ruins. Inconscientemente, mas somos. Sabe aquela pessoa que entra no carro e começa a reclamar do carro da frente, do trânsito, buzina, grita, xinga a mãe de todo mundo? O coração dela dispara, ela arrepia, gera adrenalina. E isso vicia.

Eu perdi o vício de reclamar o dia que entendi o que era autorresponsabilidade. Ser autorresponsável é entender e acreditar que você é o único responsável pelo que acontece na sua vida, e só você e pode muda-lá. Neste dia, eu engoli pedra quando tentei reclamar. Não conseguia mais. O reclamar passou a ser conversar comigo mesma, ouvir minha voz interior, me conscientizar.

Taí o primeiro passo após sonhar. Parar de reclamar , apontar pro outro. E AGIR. Como tudo começa a clarear. Aí vem a hora de entender seu momento presente. Se questione. Tente responder quem você é. Para que você se levanta todos os dias e coloca o pé pra fora da cama. A capacidade de realização  só acontece quando nos  sentimos realmente responsáveis pela nossa vida. E não nossos pais, nosso companheiro, nossos funcionários, colegas de trabalho, chefe,…a política, economia, o país.

Realizar começa com autoconhecimento. E quando nos conhecemos melhor tudo flui, você faz acontecer. Para aquelas mulheres que empreendem ou desejam empreender, não vai dar certo sem antes empreenderem a si mesmas. Significa ter capacidade de administrar a própria vida. E para isso: autoconhecimento, autorresponsabilidade e realização. Tem poder quem age.

Que o dia da mulher não seja apenas hoje, que vocês possam sentir que é todo dia. Que se validem todo dia, num dia difícil, escolha 1 vírgula que deu certo. Se valide por isso. Se elogie. Faça isso com o próximo, com o garçom, com o lixeiro, com sua família. Abrace mais, libere o hormônio da ocitocina, a droga do amor. Isso tudo é um presente que só a gente pode dar pra gente mesma nesse dia da mulher.

Crédito da Foto: Weber Pádua.

5 anos da Júlia

A festa de bailarina da Júlia foi inesquecível. Tanto pra ela, que sempre quis uma festa com essa temática, quanto pra mim que já fiz e amo balé. Por isso, abro espaço para a Aline Vale, proprietária do Aline Vale Ateliê, contar um pouco da experiência dela ao criar as bailarinas que conferiram charme e romantismo à festa.

“Estou aqui pra contar a história de uma celebração muito emocionante: os 5 anos de uma “menina-bailarina”. Tudo começou em novembro de 2017 quando minha amiga Letícia Melo perguntou se seria possível fazer “um bolinho” para comemorar os 5 anos da sua filha Júlia. O único pedido: que fosse muito especial!

Em uma situação em que tempo e recursos eram poucos, o que poderíamos fazer? A mamãe pensou até em um piquenique, mas dezembro é muito chuvoso e não dá pra confiar na previsão do tempo.

Foi aí que eu propus que fizéssemos uma comemoração da Júlia com as amigas. Para ser especial não bastava simplesmente estar com as amigas, tinha que ser algo que as envolvesse e as encantasse – palavras da Letícia.

Então veio pergunta principal: o que a Júlia gosta? O que ela curte fazer com paixão? A resposta imediata: Balé! Por esse tema também tenho paixão, afinal, desde 2014 desenvolvo peças decorativas para quartos e festas. As mais pedidas são as Bailarinas de Tule e de Plumas. São peças que desenvolvi com design longilíneo e com materiais que pudessem harmonicamente remeter à leveza e a elegância de uma Bailarina Clássica.

Dessa forma, cheguei a um produto que atendeu a uma demanda de decoradores, arquitetos e muitas mamães de meninas que buscavam uma peça com essa descrição para usar em seus projetos decorativos.

Para Letícia, as minhas Bailarinas seriam o ponto de partida para inspirar toda a criação da festa! Que honra! Me emociono e me motivo muito diante da admiração e encanto pelo meu trabalho que começou como hobby juntamente com a maternidade, e hoje é o meu “pequeno negócio”.

Nem só de Bailarina se faz uma festa com tema Balé e sim, de todo um contexto e ambientação românticos. Para isso contamos com profissionais que colaboraram muito para chegar a uma verdadeira atmosfera de encanto. Focar naquilo que poderia emocionar a Júlia é o que tornou possível celebrar tão lindamente os seus 5 anos. Lá estávamos ao lado dela vendo-a se divertir muito com as companhias perfeitas, magicamente encantadas com a decoração e o ambiente criados com o tema clássico que é o Balé.

Meu nome é Aline Vale. Sou mãe de dois, fisioterapeuta e atualmente (desde 2014) desenvolvo peças decorativas para quartos e festas a pedido de decoradores, arquitetos e mamães festeiras.

Preservar o meio ambiente também é coisa de criança

Despertar a consciência ecológica na criançada desde cedo, é fundamental para que tenhamos um futuro sustentável. É claro que nós, mamães e papais, somos peças fundamentais nesse processo. Afinal de contas, uma boa educação começa em casa, certo? De forma complementar, vem a escola.

Ensinar aos nossos filhotes a separar os lixos, a não desperdiçar e consumir de forma consciente são algumas das iniciativas que estão em nossas mãos para ajudá-los a construir um entendimento, desde cedo, sobre as temáticas ambientais. O mais legal é que tudo pode ser feito brincando.

Confira abaixo algumas dicas que busquei de especialistas lendo sobre o assunto:

Reciclagem

Coloque seu filhote no comando da coleta do lixo reciclável. Deixe que elas separem esses itens dos orgânicos. Uma coisa super lúdica que pode ser feita é aproveitar as caixas para construir novos objetos: casinhas, bonecas, árvores. Além de reciclar, você ainda está incentivando a criatividade da criança.

Games ecológicos

Existem diversos joguinhos online que despertam a criança para a importância de cuidar do meio ambiente. Incentive-a a jogá-los nos momentos de lazer. Outra atividade interessante é criar um quiz para testar e ensinar novos conhecimentos de sustentabilidade ao seu filhote.

Espalhe bilhetinhos

Coloque bilhetinhos, por escrito, em locais estratégicos lembrando da importância de cuidar do meio ambiente. No espelho do banheiro, você pode escrever pedindo para fechar a torneira enquanto eles escovam os dentes. Na lixeira, para separar os orgânicos dos recicláveis.

Doe um brinquedo e faça outra criança feliz

Periodicamente, sente com a criança para organizar o armário. Separe brinquedos e roupas que ela não usa mais, e explique que os mesmos podem ser aproveitados e fazer a alegria de outras crianças. Combata o desperdício Quando a criança pedir algo para comer, ressalte a importância de juntos analisar o tamanho da fome, a quantidade de comida que será servida. O objetivo é que seu filho coma para se sentir satisfeito, evitando, assim, desperdícios. Afinal de contas, tem muita gente passando fome no mundo.

Lancheira Saudável

A Letícia Oliveira, Nutricionista Infantil e fundadora da Nutrininos, escreve hoje sobre as opções mais saudáveis de lanches para seu filho levar para a escola.

“Acabaram as férias e agora vem a grande dúvida: o que colocar na lancheira do meu filho?

Precisamos pensar em lanches saudáveis, que darão energia para os pequenos, tenham boa duração na lancheira, sejam atrativos e variados. Haja imaginação! Já sabemos que biscoitos recheados, sucos industrializados, refrigerante, chips e salgadinhos industrializados são péssimas opções para a rotina das crianças por serem calorias vazias, ou seja, são muito calóricos, cheios de açúcares e conservantes e não carregam quase nenhum nutriente.

É importante ofertamos um pouco de cada grupo alimentar para garantirmos um melhor valor nutricional, com nutrientes e energia para a criança.

No grupo das proteínas podemos oferecer leite, queijo branco, iogurte natural, ovo e até um franguinho desfiado no recheio de um sanduíche.

No grupo dos carboidratos podemos oferecer os pães integrais, bolos e biscoitinhos caseiros. Aqui também pode entrar o milho cozido, a pipoca, palitos de legumes, mandioca, cuscuz.

No grupo das gorduras podemos oferecer as castanhas e nozes. Para beber, a água mineral é a melhor opção, a água de coco e os sucos naturais ou integrais também podem ser boas alternativas.

O horário que a criança estuda, a rotina da escola e a idade da criança também irão fazer diferença, por exemplo, se a criança estuda na parte da manhã e almoça em casa, opte por lanchinhos mais rápidos e que não “encham” tanto a criança para não perder o apetite do almoço: fatia de queijo uma fruta e duas castanhas sem sal). Já as crianças que estudam na parte da tarde, é importante ter um lanche mais reforçado: pão, queijo e fruta.

Algumas dicas:

  • Prefira enviar as frutas inteiras pra não ficarem pretas e pouco atrativas;
  • Quando for mandar frutas picadinhas prefira as que não oxidam com facilidade (manga, melancia, morango, uva, goiaba);
  • Você pode enviar frutas desidratadas – damasco, uva passa, maçã, banana, figo – e mande muita água neste dia;
  • Prefira os sucos naturais, ou faça polpas de suco natural em casa mixando duas ou três frutas ou uma hortaliça (exemplo: maracujá com maçã e couve);
  • Prepare receitinhas de bolos e pães caseiros uma vez por mês e congele, assim fica prático para o dia a dia. Você só precisa assar diariamente. Use forminhas divertidas para variar a apresentação. Acrescente nutrientes as massas, pode ser através do purê de um legume, aveia, linhaça, castanhas;
  • O tipo da lancheira também pode influenciar no tempo que o alimento vai se manter quente ou frio. As lancheiras térmicas são as melhores opções, e algumas vêm com compartimento para gelo e garrafinha. Os potinhos para colocar os alimentos são indicados os de plásticos BPA Free. Já as garrafinhas, vale optar pelas térmicas ou as de plástico que também devem ser BPA Free.
  • Envolva a criança no preparo do lanche e na organização da lancheira. A higienização da lancheira deve ser feita diariamente para evitar o crescimento bacteriano e que os resíduos do lanchinho causem mau cheiro.”

VPP Entrevista: Clarissa Yakiara

O Vida Pós Parto na CDL FM 102.9 conversa na próxima terça, dia 27 de fevereiro, com a Clarissa Yakiara, psicóloga e idealizadora da Bee Family.

VPP: Conta para os nossos ouvintes o que é a Bee Family.

Clarissa: A Bee Family é uma “escola” para pais e mães de crianças de 0 a 7 anos, que desejam se tornar um exemplo digno de ser imitado por seus filhos! Um espaço acolhedor para aqueles pais e mães que sentem que educar um ser só é possível a partir de um processo honesto e profundo de autoeducação.

VPP: Quais os maiores dilemas das mães em relação à criação dos filhos, que hoje é o que mais se discute no grupo, e como você abraça esse tema?

Clarissa: Os dilemas são bem variados e envolvem a maioria dos desafios que nós pais e mães de crianças pequenas vivenciamos hoje em dia! Desde como dar limites e organizar a rotina com as crianças, questões de alimentação, sono, escolha e adaptação na escola, a questões pessoais, tais como mudanças na vida conjugal, profissional e familiar depois da chegada dos filhos, sobrecarga que sentimos, a busca do equilíbrio, rede de apoio… Enfim, abordamos os mais diversos temas que fazem do universo materno, paterno e familiar!

VPP: Assisti uma palestra sua onde você fala de como trabalhar em casa com as crianças e achei interessante quando mencionou que eles precisam de entender que o que fazemos tem início, meio e fim. Conta pra gente mais sobre essa dica para as mamães e papais que trabalham home office por exemplo. Realidade que é cada vez mais comum.

Clarissa: Na verdade, o que disse é que é importante que as crianças consigam perceber os processos completos no dia-a-dia familiar, em especial quando estes pais trabalham em casa. Ela precisa ver que as atividades que fazemos em nosso dia-a-dia tem início meio e fim. Por exemplo, se vou fazer uma sopa, eu primeiro separo os alimentos, depois descasco, lavo, pico, cozinho para somente depois servir esta comida para a família. Neste caso, a criança pode visualizar todas as etapas do processo – dependendo de sua idade pode até apoiar – diferente de quando o adulto está sentado na frente do computador e a criança não percebe o processo das atividades que estão acontecendo ali. Acompanhar este FAZER que tem início, meio e fim dos adultos, inspira um brincar mais concentrado e criativo da criança, permitindo que o adulto possa ter mais tempo livre para trabalhar e se concentrar em suas atividades.

VPP: Uma das maiores dificuldades que eu ouço as mamães discutirem hoje na educação dos filhos é colocar limite e ser mais ouvida pelos filhos. Qual dica você daria pra gente?

Clarissa: Quando falo de limites as duas palavras que me vem em mente são disposição e conexão. Quanto mais disponíveis estivermos para observarmos nossos filhos e conectados para nutri-los emocionalmente, sinto que saberemos exatamente como conduzir e guiar as crianças em cada situação, ou seja, apresentar os limites e as fronteiras que cada pai e mãe vai escolher para sua família!

VPP: Você gravou um vídeo sobre como educar o filho em 4 passos. Pode falar um pouco dos 4 passos pra gente?

Clarissa: O primeiro passo é observar a criança, principalmente as questões e comportamentos que nos incomodam. A partir daí, vou para o segundo passo que é a auto observação, ou seja, vou observar a mim mesmo(a) afim de buscar a correspondência do que estou percebendo em meu filho dentro de mim. Assim que começo a encontrar essas questões em mim vou começar um processo de redesenho do meu comportamento (3º passo) e logo buscar maneiras criativas para conduzir meu filho neste processo de mudança também (4º passo). Parece simples, mas é um processo que requer muita coragem, humildade e vontade de se tornar mesmo um exemplo digno de ser imitado pelos pequenos.

VPP: Como foi pra você mudar de país e adaptar a família em uma outra cultura? Por que você fez essa escolha?

Clarissa: Era algo que estávamos planejando há mais de 2 anos. Já conhecáamos bem a cidade e éramos apaixonados por Pucon. Tínhamos alguns amigos que já viviam lá, o que facilitou bem o processo! Estávamos em busca de uma vida mais tranquila, numa cidade pequena e que tivesse uma escola orientada pela Pedagogia Waldorf. O mais difícil foi adaptar ao clima. Pucon é uma cidade que tem as estações bem definidas e marcadas: no inverno faz muito frio. Além disso, lá chove em média de 7 a 9 meses por ano. Esse está sendo o maior desafio.

Pra quem quiser saber mais, aproveite a estadia da Clarissa no Brasil. Ela será uma das palestrantes no evento do Mom is Cool e Na pracinha, dia 28 de fevereiro, próxima quarta. Saiba mais em: acesse bit.ly/entrenos1

Como organizar a festa de aniversário do seu filho?

A Viviani Werneck, do IdeaAZ 4 You, realizadora de festas personalizadas, compartilhou conosco algumas dicas ótimas para você organizar a festa de aniversário do seu filho.

“Acredito que toda alegria deve ser festejada. A descoberta de que o seu bebê vai chegar, os primeiros 365 dias da vida do seu maior presente (um filho) e todos os próximos dias da vida dele, a formatura ou as demais comemorações da sua família significam muito e são verdadeiras conquistas. Por isso celebre sempre!”

Se você é mãe, e assim como eu também ama festejar, vou te dar umas dicas para organizar a festa do seu pequeno:

1. Planeje a festa com antecedência, pois assim ficará mais fácil organizar todos os detalhes;

2. Monte um cronograma e siga o seu planejamento;

3. Crie uma planilha com os gastos estimados para o seu evento;

4. Se você for montar a decoração, teste antes. Para isso, vale usar até a sua mesa de jantar;

5. Conte a história que você deseja na sua decoração, abuse dos elementos e complementos;

6. Defina a paleta de cores da sua festa;

7. Não abra mão das flores e dos balões, pois eles trazem alegria;

8. Mergulhe na inspiração!

Pesquise muito sobre o tema, assista o filme (se este for um tema clássico) e crie a sua festa. Realmente o processo construtivo e a organização de uma festa demandam muita de dedicação e comprometimento, mas o resultado final é muito prazeroso e estimulante. Comece e você não vai para mais!

Carnaval para a criançada em BH

Já faz tempo que os belo-horizontinos deixavam a capital mineira para curtir o Carnaval em outras cidades. BH agora é rota da folia, com programação dedicada, inclusive, à criançada.

Como já é tradição aqui no Vida Pós Parto, compartilho a agenda dos bloquinhos exclusiva para os pequenos caírem nas festa. Detalhe: a programação cresceu e tem mais opções que os anos anteriores. Fique ligada, mamãe!

As sugestões são do pessoal do Na Pracinha.

Sábado

Bolinha Preta

Realizado pela Cia Pé de Moleque e Aldeia Jabuticaba, conta com um repertório de músicas populares, marchinhas e cancioneiro folclórico brasileiro. O cortejo aconteceem minitrio elétrico.

Quando? Às 14h

Onde? R.Orange, 30, São Pedro

Indicação etária livre

Entrada franca

Bailinho de Carnaval Ouro Minas

O bailinho tem DJ e animadores, em ambiente pra família toda.

Quando? 19h às 23h

Onde? Av. Cristiano Machado, 4001 – Ipiranga

Quanto? R$ 40,00 (adultos); R$ 20,00 (crianças) | Crianças até 4 anos não pagam. Vendas: sympla

Mommys na Folia

Bailinho para a criançada organizado pelo grupo materno Mommys.

Quando? 10h às 13h

Onde? Buffet Carrossel (R. Timbiras, 2772, Santo Agostinho) Venda de alimentos no local. Indicação etária livre

Quanto? R$ 15,00 (adulto); R$ 30,00 (combo família 2 adultos + 1 criança) Vendas: sympla

Bloco “Alessandra no País da Ser Brincante”

Mini trio elétrico com músicos e um repertório repleto de marchinhas e sucessos de carnaval, oficinas e brincadeiras.

Quando? 13h às 17h

Onde? Praça Manoel de Barros (R. Castelo de Lisboa, s/n – Castelo)

Indicação etária livre

Entrada franca

Domingo

Bloco da Oca

Entre na folia motivado a preservar a natureza. O bloco, voltado pra família toda, busca valorizar as conexões com o meio ambiente, as raízes da nossa história e a cultura indígena.

Quando? 10h

Onde? R. Henrique Badaró Portugal, 480, Buritis (percurso pela pista de caminhada e retorno à concentração)

Indicação etária livre

Entrada franca

Folia Kids

O Gigante da Pampulha será palco de um parque infantil de brinquedos infláveis e apresentações das animações preferidas da criançada.

Quando? 9h

Onde? Estádio Mineirão

Quanto? R$ 50,00 (inteira) | Combo família: R$ 75,00 Vendas: https://www.nenety.com.br/eventos/carnaval-kids Indicação etária livre

Bloquim Dubem

O Bloquim contará com cortejo de tambores do Tambolelê, apresentação do Circo Irmãos Simões, bailinho de carnaval com samberçário grove e contação de histórias.

Quando? 13h às 17h

Onde? Parque Marcos Mazzoni (R. Deputado Bernardino de Sena Figueiredo, 1022, Cidade Nova)  Indicação etária livre

Entrada franca

Segunda

Carnabailinho Lá no lote

Esse evento promete! O Bloco da Bolinha Preta comanda a festa no mais novo espaço de eventos da cidade. A folia contará com fonte interativa, slackline, oficina de pintura facial e venda de comidinhas no local.

Quando? 9h às 13h

Onde? Av. Clóvis Salgado, 1485, Pampulha

Quanto? R$ 100,00 (passaporte família – 4 pessoas) | R$ 30,00 (individual). Bebês até 12 meses não pagam. Vendas: Sympla

Bailinho do Distrital

Fera Neném, Quintal da Guegué, Circo do Meio Dia, Coração Palpita estão na programação.

Quando? 10h30 às 15h

Onde? Mercado Distrital do Cruzeiro: R. Opala, s/n – Cruzeiro

Quanto? R$ 40,00 (inteira) | Crianças até 2 anos não pagam Obs.: acesso ao espaço Distrital até 15h Vendas: sympla

Os Baianinhas – Ala Infantil do bloco Baianas Ozadas

O maior bloco da capital agora tem uma ala infantil. O grupo ensaiou com crianças a partir de 5 anos com oficinas de musicalização. A bateria mirim conta também com o apoio do cantor Geo Ozada e Geovanne Sassá.

Quando? 9h

Onde? Av. Afonso Pena, 1394, Funcionários (em frente ao Palácio das Artes)

Indicação etária livre

Entrada franca

Terça

Baile Infantil Secretinho

Mais um evento no Mercado Distrital. Dessa vez quem comanda a festa é o Bloco Fera Neném, Pernafolia e Baianinhas Ousadas.

Quando? 10h às 15h

Onde? Mercado Distrital do Cruzeiro (R. Opala, s/n, Cruzeiro)

Quanto? R$ 40,00 (inteira) | Crianças até 6 anos não pagam ingresso Obs.: acesso ao espaço Distrital até 15h Vendas: sympla

Bloco Circo Marimbondo Concentração

O grupo da musicista Bianca Luar traz canções tradicionais da infância e releituras da MPB, especialmente do Clube da Esquina, em ritmos variados de carnaval. A criançada pode levar os instrumentos e tocar junto à bateria.

Quando? 10h

Onde? Esquina das ruas Paraisópolis com Teresopólis, no Santa Tereza

Indicação etária livre

Entrada franca

Bloco “Alessandra no País da Ser Brincante”

Mini trio elétrico e bailinho Pezinho na folia, com a Cia Pé de Moleque e intervenções brincantes.

Quando? 10h às 14h

Onde? Praça Manoel de Barros (R. Castelo de Lisboa, s/n, Castelo)

Indicação etária livre

Entrada franca

 

Meu filho não quer dormir!

Fazer a criançada dormir! Essa é, certamente, uma das tarefas mais difíceis para nós, mamães. Quem nunca presenciou cenas de manhas e até choros, deixando o momento, que era pra ser tranquilo, em algo extremamente estressante?

Já passei por isso tantas vezes, que acabei criando uma rotina estratégica para fazer a Júlia dormir sem drama.

Eu intercalo leitura e iPAD. Sim, iPAD. Os eletrônicos são condenados pelos especialistas e eu concordo. Mas utilizo para incentivar a leitura e assistimos um vídeo tranquilo e calmo. E desligamos um tempo antes de fechar os olhos, assim ela vai desligando os faróis aos poucos.

Além disso, faço massagem nas pernas, bracinhos, costas, barriga e um belo cafuné relaxante. Uma coisa importante. Tudo é feito com a luz baixa do abajour e o restante da casa apagada. Mesmo que eu não vá dormir naquela hora, é essencial transmitir a sensação de que a casa toda vai descansar. Quando ela apaga, eu me dedico a fazer tudo o que está faltando.

Bom, isso é o que eu faço, mas nada melhor do que a palavra de quem mais entende do assunto, não é mesmo? Por isso, chamei a Lívia Praiero, consultora do sono Materno Infantil, para falar melhor sobre o sono da criançada.

Como fazer a criançada dormir?

“Crianças de idade entre 3 a 5 anos tem necessidades de muitas horas de sono, como os bebês. Segundo Kim West, autora do livro ‘The sleep lady’s good night, good tight’, a média de sono diária destas crianças é em torno de 10 a 12 horas de sono noturno, podendo ainda considerar a necessidade de sonecas em dias de muita atividade.

Você pode estar pensando que isso é muito? Na verdade, nossa rotina corrida, muitos equipamentos eletrônicos ao redor e atividades que duram até tarde da noite, têm transformado a rotina de nós adultos e, por consequência, refletido na rotina de nossos filhos. Podemos chamar de ‘geração superexcitadas’ que sim, sentem dificuldade para relaxar, ou seja, não conseguem dormir com facilidade. Pedem água, companhia, se distraem na TV, não conseguem se concentrar para dormir. Muitas das vezes, nem o ambiente é propício para o sono.

Essa privação de sono (lê-se, uma criança desta idade dormir menos do que necessita), pode não nos parecer um problema agora, mas atentem-se: é um grande problema. As horas de sono perdidas hoje impactarão no futuro! Não só no desenvolvimento cognitivo, como no desenvolvimento motor e até na obesidade. Já existem estudos que comprovam todos esses reflexos negativos e que justificam epidemias de depressão em tenra idade, obesidade e dificuldades de concentração e aprendizado.

Nossa sociedade está tão envolvida em suas mil atividades, obrigações, agenda lotada que não percebe que estão levando os filhos no mesmo ritmo, ou seja, nem tem a oportunidade de ficar em casa e ter um momento de sono preservado. Me deparo com crianças tarde da noite nos shoppings, bares, aniversários, supermercado…entendo que não conseguimos alguém para fazê-los companhia, mas será que não poderíamos poupá-los dessa agenda extra? Já pararam para pensar que nós, na idade deles, mal saíamos aos finais de semana? Nossos pais não viviam nessa velocidade e sim, preservavam nosso sono. Entendiam sua importância, seus impactos positivos e negativos. Com um olhar mais atento, davam o jantar mais cedo, nos impediam de assistir TV pós jantar, liam livros, recolhiam-nos a atividades mais calmas e favoráveis ao sono.

Não pensem que vou levantar a bandeira slow down, não consigo desacelerar minha rotina, quiçá de outras famílias, mas sim, peço que se atentem em ao menos preservar a hora de sono dos seus filhos. É o famoso ritual do sono, tão claro para pais de bebês, mas logo perdidos com o desmame dos filhos. O ritual do sono consiste em se recolher com o filho, 30 minutos antes da hora de dormir (pasmem, até os 6 anos a academia americana de pediatra preconiza que sejam colocados para dormir às 19:30h) para ficarmos 100% entregues a eles: olho no olho, não compartilhando a TV. Nossos filhos relutam para dormir porque no fundo sentem falta de jantar sem TV, de conversas conosco sem o celular interrompendo, de um quartinho escuro e calmo, com os pais ao lado. Não, você não o fará dormir, mas saiba que por muitos anos ele precisa de sua companhia para relaxar, se sentir seguros e dormir. Quanto menos bebê, mais ele precisa da sua presença!

Separe esses 30 minutos, fique com ele! Depois terá o resto da noite para colocar suas coisas em dia, fazer as compras, ler as mensagens perdidas…e seu filho, várias noites de somo, para manter seu pleno desenvolvimento! Não querem dormir, não sentem sono, não querem ficar sozinhos? Dediquem-se a momentos a sós e descobrirá o quão dorminhoco seu filho é! Sono é segurança. Sua presença trará o sono de volta!”

Lívia Praeiro, fundadora do 8 horas – Consultoria do sono Materno Infantil, mãe do Miguel e da Maria Luísa

A festa de Bailarina da Júlia

Quem me acompanha nas redes sociais, sabe que a Juju adora ballet. Ela curte tanto a dança, que a última festa de aniversário foi totalmente inspirada no tema. Foi tudo lindo e emocionante, do jeitinho que Júlia queria.

Por isso, hoje abro espaço aqui no Vida Pós Parto, para a Viviani Werneck, do IdeaAZ 4 You, realizadora de festas personalizadas, contar um pouquinho mais sobre como foi a produção dessa festa. E, claro, esclarecer as dúvidas de várias seguidores de como foi todo o processo.

A Viviani é uma daquelas mulheres fortes que, depois de se tornarem mães, decidiram empreender: tanto para curtir aquilo que mais gostavam quanto para ficar perto dos filhos.

“No fim do ano passado, nós recebemos um convite da queridíssima Aline Vale para realizar a produção da festa Bailarina. Essa festa foi para comemorar os 5 anos da pequena Júlia que é uma garotinha doce, cheia de energia e apaixonada por ballet.

Assim como em todas as nossas festas, buscamos, sempre, apresentar uma produção exclusiva, mas com a identidade da aniversariante. Conversamos muito com a idealizadora desse projeto e com a mãe da pequena bailarina, a Letícia Melo, quem nos ajudou a identificar o perfil. Assim foi possível começar o nosso processo criativo.

Tivemos grande liberdade para criar, já que se tratava de um tema lúdico. Como em todo o processo de criação, foi necessário muito tempo de pesquisa e dedicação.

Definido o local da festa começamos a escolha da paleta de cores e a trabalhar as dimensões para proporções de peças, mobiliário que utilizaríamos na produção e itens que iriam compor os cenários que criamos – nessa festa a mesa de bolo e o espaço kids.

O processo completo de uma produção de festa envolve muita gente e, por esse motivo, sempre é importante trabalhar com parceiros que estejam conectados com a nossa mesma vibração. Isso ajuda a inspiração a fluir e a alcançar os melhores resultados.

Com uma formação tão diferente do meu mercado atual de atuação, pois sou formada em Administração de Empresas e Direito, a minha longa experiência com gestão e organização me auxiliam muito no processo de montagem.

Ousadia e criatividade em abundância me levaram a atuar no mercado de festas, já que eu sempre me reconheci como uma apaixonada por esse movimento festivo. Com um estilo clean e rico em detalhes, nós buscamos montar nossas produções sempre de forma exclusiva e inovadora. E esse trabalho me completa e me realiza!

A criação de produções de festas, como um negócio próprio, surgiu fortemente na minha vida após a chegada dos meus filhos. Aliada à vontade de ter mais tempo para eles, também veio a vontade de empreender.

O empreendedorismo materno me ajudou e me aproximou muito dos meus filhos à medida que me possibilitou mais tempo para ficar com eles e acompanhar o crescimento. É claro que esse caminho não é feito só de flores, e é preciso driblar as dificuldades de trabalhar em casa e ter mil possibilidades de interrupções ou de simplesmente não conseguir desligar dos filhos que estão logo ali ao lado brincando.

Com toda certeza afirmo que um dos maiores prazeres de trabalhar com eventos é entregar para o cliente uma festa única e que fique muito melhor do que ele tinha imaginado, percebendo, a cada entrega, que transformamos os seus sonhos em realidade.

No caso da Júlia, o resultado foi uma festa linda, cheia de charme e com a leveza de uma bailarina.

As bailarinas e o cisne que utilizamos na produção foram todos criados pela talentosa Aline, e as peças exclusivas da mesa foram todas escolhidas do acervo do Estúdio Paleta, que é o local, em BH, de locação de peças que sai na frente quando o assunto é o diferente e exclusivo.

Nós amamos, e vocês o que acharam dessa produção?”

Ps.: Na próxima semana, a Viviani volta por aqui para dar dicas de como organizar a festa de aniversário para seu filhote.

Por Viviani Werneck, IdeiAZ 4 You

  • Site desenvolvido por Agência Vetta