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Depoimentos

“Simplesmente fantástico descobrir que não existe limites na realização dos nossos sonhos.”

O autoconhecimento, descoberta de crenças, medos e desenvolvimento humano começou logo na primeira sessão, deixei o primeiro encontro me sentindo plena e vendo a minha vida de forma organizada. Quando eu olhava para uma determinada experiência do passado, meus pensamentos e sentimentos já não eram mais os mesmos. O mais interessante é que o processo de coaching, que inicialmente era para ser uma experiência minha, afetou as pessoas ao meu redor. Fazer coaching com a Letícia trouxe à tona o desbloqueio de minhas atitudes, medos e uma maior compreensão dos hábitos inconscientes que norteavam minha vida.

Por Carolina Gontijo Hamdan Coutinho em 15/03/2016

“Aprendi a me valorizar, aprendi a lidar com meus medos, inseguranças. Aprendi a lidar melhor com meus filhos”

Hoje tive minha última sessão individual com esta profissional poderosa, humana, competente, amiga, companheira e determinada. Aprendi tanto com ela…Aprendi a me valorizar, aprendi a lidar com meus medos, inseguranças. Aprendi a lidar melhor com meus filhos,a ouvir a palavra “sabotagem” nas dietas com a importância que ela tem porque eu achava que isso era conversa fiada!

Ainda tenho muito caminho a percorrer, mas meus objetivos estão mais claros e mais fáceis de serem alcançados.
Por Priscilla Garcia em 06/10/2015

“Sem amor próprio não cuidaria da minha saúde e talvez não poderia cuidar da vida dos meus dois filhos”

Sou ainda um corpo em construção e, principalmente, uma mente em construção, mas agradeço todos os dias à Letícia por ter me dado um tempinho da vida dela e ajudado na minha vida toda! Aprendi a comer de verdade sem passar fome, parei de ter vergonha do meu marido e tenho a certeza de que ser mãe pela segunda vez foi a forma que Deus enviou para que eu me amasse mais.Sem amor próprio não cuidaria da minha saúde e talvez não poderia cuidar da vida dos meus dois filhos, que são o maior motivo que existe para eu viver.
Obrigada Letícia, por ser essa coach perfeita que nasceu com essa habilidade de ajudar as pessoas.
Por Átala Cardoso em 19/07/2015

“Consegui escolher sem culpa, falar não sem sofrer, ter serenidade para aceitar o que não posso mudar e força para mudar o que não quero aceitar”

“Hoje sou uma pessoa diferente de quando comecei o coaching. Passei por muitas reflexões, revi desejos,construí metas, retomei sonhos,coloquei mais organização na minha vida, e vi que é possível fazer se realmente quiser.

No lugar de uma pessoa triste e sem energia, estou cada vez mais jovem,leve, alegre e focada no meu projeto de vida.Consegui escolher sem culpa, falar não sem sofrer, ter serenidade para aceitar o que não posso mudar e força para mudar o que não quero aceitar, mesmo que a mudança seja grande.

A primeira coisa que aprendi no processo de coaching com a Letícia foi Autorresponsabilidade, a não jogar no outro o que só me diz respeito. Se for bom que eu corra atrás para conseguir, se for ruim , que eu mude para que eu não sofra mais.

As mudanças e a melhora continuam sempre!!!”

Ana Tereza Carneiro

“Quando você tocou na autoestima você conseguiu me tocar”

“Leticia Melo, eu participei do evento 1 outubro rosa Beagámães e confesso que a sua fala,ou melhor, o seu exemplo me tocou bastante. Te ver todos os dias é uma alegria e um incentivo pra mim aqui. Quando você tocou na autoestima você conseguiu me tocar.

Parece engraçado você se ver chorando em uma palestra que você não criou nenhuma expectativa, sabe? Eu estou passando por uma fase muito difícil comigo mesma, mas o seu olhar tocou o meu e acalentou meu coração.

É estranho porque eu nunca tinha te visto, não te conhecia é a partir daquele olhar é como se você estivesse falando pra mim: você quer carinho? Você quer respeito? Você quer ser vista? Você quer amor? Ame-se, cuide-se, respeite-se… Estou chorando porque descobri que tenho um potencial enorme!

Não tem dinheiro no mundo que pague o que você fez e faz ao postar uma foto sua. Não posso te pagar em dinheiro, mas te desejo todo bem e muita felicidade!

Daqui um tempo você terá notícias de mim

Você pra mim é como um anjo que Deus enviou!

Gratidão!!!”

“Conhecer o projeto foi uma grata surpresa, nas sessões do Vida pós parto, explorei todos os campos da minha vida.”

“Me chamo Suzana e tenho 29 anos.

Fiquei gravida aos 25 anos e  sou mãe de 1ª viagem.

Quando engravidei, pesava 53kg  e como toda boa mãe de primeira viagem, acreditei em todos os mitos que me contavam… e comi tudo que podia, chegando ao final da gestação com 74kg.

Eu imaginava que o bebe ia nascer… e eu  voltaria ao meu corpo normal…

Mas que engano… não é mesmo????

Alem de não voltar … eu comia muito mais, pois estava nervosa…. estressada e magoada com o que via no espelho.

Foi então, que através do instagram conheci o projeto Vida pós parto, fiquei impressionada em ver a mudança que a Letícia teve…. eu queria muito aquilo para minha vida.

Então entrei em contato por e-mail com a Letícia, ela me explicou como funcionava o projeto e começamos nossas sessões de coaching, o que eu não sabia era que o projeto não me ajudaria apenas a perder peso… mas sim a melhorar, a me reorganizar.

Conhecer o projeto foi uma grata surpresa, nas sessões do Vida pós parto, explorei todos os campos da minha vida.

Desde a alimentação,  eu como mãe, como esposa e como pessoa.

Hoje tenho apenas a agradecer, pois a letícia me ajudou a aproveitar melhor minha agenda… a aproveitar melhor tudo que a vida tem a me oferecer e mais importante do que isso… aproveitar melhor a pessoa que sou e a evolução que ainda tenho a percorrer.

Eu recomendo o vida pós parto para todas as mães e famílias.

Lê, você esta de parabéns, o seu projeto é lindo e tenho certeza que mudara muitas vida

P.S.

Já cheguei aos 56kg… ainda faltam 6kg

Todos os dias olho o instagram do Vida pós parto e me espelho em tudo para não desistir da minha meta.”

Uma mãe, uma história

Ser mãe realmente é a melhor experiência do mundo e ao mesmo tempo enlouquecedor. A gente se depara com uma série de transformações e saber lidar com cada uma delas nem sempre é muito fácil. Minha auto estima não estava das melhores na gravidez e no pós parto ficou pior ainda. Tem gente que se sente maravilhosa com “aquele” barrigão, mas eu sinceramente não me encaixo nesse perfil.

Sofri um aborto espontâneo (2 meses) na primeira gestação e depois disso fiquei um período com síndrome do pânico. Sete meses depois, tornei a engravidar e parei de utilizar os medicamentos. Foi complicado no início, mas no período da gestação o meu quadro ficou estável. Senti muito enjôo nos dois primeiros meses, depois azia, desconforto e muito cansaço. Na época, eu estava bem magrinha e engordei 16 quilos. Comia muito e de tudo. Não me preocupava com alimentação saudável, tampouco dieta. Pulei de 52 kg para 68kg. Tenho 1.66 de altura.

Minha gravidez foi relativamente tranqüila.  Continuei trabalhando num ritmo menos intenso, fazia fisioterapia para gestantes, ioga e participava de festas e encontros. O contratempo veio mais tarde com a notícia de placenta prévia e alguns sangramentos ocorridos, por isso entrei de licença médica dois meses antes do nascimento.

Lembro que curtia conversar com meu bebê, ouvir o coraçãozinho e imaginar como seria seu rostinho. Comprar roupinhas, arrumar o quarto para sua chegada era muito prazeroso. Mesmo com o lado positivo da gravidez, não sinto nenhuma saudade dessa fase da minha vida. Pularia numa boa esse momento, a fase inicial recém nascido e iria logo para 1 ano 1 meio, por aí. (rsssss)

Nesse panorama, eu não tive escolha: cesárea. Também se eu tivesse escolha, provavelmente seria cesárea. Sou medrosa assumida e com a dor e o sofrimento que passei no aborto espontâneo, não conseguiria sentir aquelas dores absurdas e contrações horrorosas de novo. Novamente, tive um contratempo. Em um momento da cirurgia, meu útero não estava contraindo como deveria e a maneira correta de resolver isso seria injetando uma substância para induzi-lo ao movimento. Mas, o anestesista simplesmente evaporou! Minha médica precisou tirar o útero para fora e massageá-lo. Enfim, quase desmaiei, minha visão escureceu, pressão baixou e fiquei muito mal. Graças a Deus, passou e deu tudo certo. Fui para quarto, me recuperei bem e a Izabela nasceu forte, saudável e esperta.

Como toda mãe de primeira viagem, fui para casa e enfrentei todas aquelas dificuldades: Amamentação, cólicas, choros, febre. Essa fase que eu considero de enlouquecedora: pós parto. Hormônios “borbulhando”, emoções novas, tristeza e alegria se misturando, depressão, medo, angústia. Era choro todo dia. De dia e de noite. Na cama, no banheiro e na cozinha. Choro de todos os lados. Meu e da Izabela. Eu chorava de lá e ela de cá. Uma sensação de tristeza profunda. Como pode ser isso? Uma vida nova, um ser que veio para alegrar e eu com todo esse sentimento. Era a chamada depressão pós parto, que veio e me deixou sem chão. Já não tinha mais mãe para me ajudar e a sensação era que eu era um bebezinho que precisava mais de colo e de proteção do que a minha Izabela. Minha anjinha, que veio para iluminar a minha vida.

Como eu estava amamentando e não dei certo com o primeiro remédio indicado, resolvi enfrentar sem medicamentos a depressão. E vivi um quadro conturbado no primeiro ano. O excesso de leite fez com que o meu peito empedrasse e, por isso, precisei fazer pulsão para resolver o problema. Senti muitas dores e fiquei um mês com febre e calafrios por causa disso.

Agora, me faça uma pergunta: “Valeu à pena? Você passaria por isso de novo para ter a Izabela?” Com certeza. Para mim, foi difícil e sofrido, mas o amor gigantesco que a gente sente supera qualquer dor. É uma experiência incrível esse amor que surge de repente e só aumenta e aumenta mais e não cabe dentro de nós.

Cada pessoa vê, sente e encara a gestação de uma forma. Umas com mais dificuldades, outras com leveza. Vivendo e aprendendo! Aprendendo e evoluindo! Para cada dia sermos um ser humano melhor e ensinarmos aos nossos filhos a viverem bem e feliz!

Por Paty Albuquerque
Ig @patyduran18

Eu empresária – A subida pode ser árdua

Não sei se você já ouviu essa história, mas eu resolvi empreender quando saí de licença-maternidade do meu segundo filho. Avisei a empresa de que após as férias, não voltaria mais e tinha certeza de que em menos de um ano, daria tudo certo. Afinal, quem seria louco o suficiente para não querer transformar tão maravilhosamente sua vida ou empresa por meio de um processo de Coaching comigo? “Uau! Coaching é tu-do! Todo mundo merece passar por essa experiência, todo mundo vai querer” pensava a minha doce e ingênua cabecinha. É, não foi beeeeem assim como eu imaginava…

No começo, ter 3 coaches ao mesmo tempo era um luxo! Vender minha primeira turma de Coaching em Grupo para Mulheres foi um parto. E eu surtei…

Chegamos, então, a mais uma nem tão gostosa verdade sobre a vida de empresária:

O retorno pode não aparecer na velocidade que você esperava.

Quem já está nessa jornada, sabe: Você ama o que faz, trabalha bastante e com prazer, preza pela excelência, busca qualidade, tem produtos e/ou serviços criativos, úteis, maravilhosos, mas parece que o povo demora um pouquinho pra perceber isso, não é mesmo? Até percebe, mas não paga. Aaaaah, meu Deeeeus, que desespero!

Quando você planejou seu negócio, se cumpriu todas as etapas de um plano de negócio tradicional, elaborou os cenários e fez seu planejamento de fluxo de caixa, mas pensava que não havia possibilidade do cenário pessimista acontecer…podia jurar, já que seu produto/serviço é tão legal, que muito provavelmente o cenário ideal bateria à sua porta. Estou mentindo?

Nós nos apaixonamos pelo nosso business, assim como nos apaixonamos pelos nossos filhos; cá entre nós, mãe sempre acha o seu filho mais bonito que o dos outros… muito provavelmente você ficou “babando” pela sua ideia como uma mãe coruja, e gerou uma grande expectativa sobre seus resultados.

Aí acontece que os outros não “babam” assim também, e as vendas nos primeiros meses não são lá essas coisas, e você se frustra. Pensa em desistir, se culpa, acha que não presta, que não sabe nada, que cometeu um engano, que todos os outros conseguem e você não.

Agora deixa eu te falar: como Coach, alguns colegas de profissão diriam para eu exigir mais de você, dizer que você é a única responsável por sua vida e seus resultados, e não dar sopinha de minhoca. Até é verdade, viu..mas não é a única. Deixa eu ser bem sincera com você?

Eu demorei para perceber e aprender a fazer isso comigo, mas espero que você não demore tanto… seja doce consigo mesma. Não é ser preguiçosa, mole, folgada, hein?! É DO-CE! Entenda que você está dando o seu melhor, que cada passo que você dá, por menor que pareça, te leva mais pra perto do seu objetivo, e que normalmente, o crescimento de um negócio é gradual, lento, não-linear, e aprenda a lidar com isso. Respeite a si mesma, tenha paciência, dedique-se e o resultado virá. Vista os óculos do “realismo” e aprenda a olhar os problemas de frente. Use sua criatividade para mudar quando preciso, desista de uma ideia se ela não funcionar, mas ache uma melhor para testar. Empreendedorismo tem a ver com resiliência, crença em si mesma, perseverança, força, amor… Se você estudar a história de grandes empreendedores que estão no mercado, verá que o início também não foi fácil, que muitas vezes caíram, perderam dinheiro, faliram, mas estavam dispostos a levantar porque acreditavam no sonho e fizeram acontecer. Então inspire-se neles(as) e faça acontecer, ciente de que a escada para subir pode ser mais árdua do que você imaginava, mas isso faz parte do caminho para o sucesso.

Boa subida!

Uma mãe, uma história

Sou mãe da Lara de 2 anos e 9 meses. Sempre quis ser mãe, mas não tinha ideia de quando isso iria acontecer . Quando fiquei grávida , no início de 2012, aos 29 anos, fiquei super contente , pois já  estava casada há 4 anos e queríamos muito um novo integrante para fazer parte de nossa família .
O processo de engravidar em si não foi muito complicado ,mas a decisão de começar a tentar foi muito difícil pois eu tinha 3 miomas enormes . Quando descobri que tinha esses miomas fui a vários médicos . Alguns disseram que eu não poderia ser mãe , que era para desistir . Outros falavam que eu deveria fazer uma cirurgia para retirá-los, só assim poderia tentar engravidar . Minha salvação foi encontrar um médico que me sugeriu : primeiro tentar engravidar, e só depois pensar em uma eventual cirurgia . E como eu ainda nao havia tentado resolvi pagar pra ver . Felizmente deu certo! Em dois meses já estava grávida . Uma vez grávida , não havia grandes riscos , já que os miomas estavam na parte exterior do útero .

Minha gravidez foi bem tranquila , enjoei como é normal no três primeiros meses , mas no quarto mês todos os sintomas indesejáveis pararam . Por eu sempre ter praticado exercícios, minha médica liberou hidroginástica e alguns exercícios funcionais. Pelo fato dos miomas serem enormes ( o maior tinha 8 cm) , era melhor não pegar pesado, pois não sabia como meu corpo iria reagir , então preferi ter cautela . Fiz bastante hidro, o que foi ótimo. Ia caminhar no parque sempre que podia e procurei me  alimentar de uma forma saudável, dentro das minhas possibilidades naquele momento, ja que estava trabalhando e a variedade de restaurantes na minha área nao era muito grande.

Tudo correu bem , tanto que decidi tentar parto normal , pois só havia engordado 13 quilos e estava com 40 semanas e super disposta . A bolsa rompeu e fui para a maternidade . Fiquei horas em trabalho de parto mas não tive dilatação . Fiquei triste comigo mesma , como se tivesse fracassado no final , depois de uma ótima gestação , sem inchaços nem azia . Quando minha médica começou a cesariana , me senti fraca , sem ter o controle da situação . Hoje eu vejo como era imatura , já que ser mãe é exatamente nunca ter o controle de tudo . Fazemos o melhor que podemos, mas sem aquela neura de acertar tudo sempre.
Saber que eu não tinha o controle de tudo foi a minha maior dificuldade no pós parto . Eu ficava insegura em relação aos cuidados com a minha filha , com a nova rotina da casa. E olhava para meu corpo inchado no espelho, e pensava: será que vou voltar a recuperar a minha forma de antes?

Eu não me reconhecia. Não sabia amamentar e estava a ponto de explodir de tanta pressão e expectativa que havia colocado em mim mesma. Foi aí que entendi que tudo tem seu tempo . O corpo volta com o tempo , a adaptação à nova rotina de cuidados com o bebê também, e o resgate  da nossa identidade como mulher, idem . Tudo acontece de forma natural e, é claro, com muito esforço, dedicação e organização .
Voltei a treinar quando a Lara tinha um mês . Como não tenho babá, esperava as horas que meu marido estava em casa e ia dar uma caminhada . Fui também reaprendendo a comer um pouco menos em cada refeição e voltei a comer de três em três horas . Em pouco tempo, perdi 10 quilos . A maior dificuldade está sendo perder esses três últimos , que parecem não querem sair nunca mais! ( risos)

Quando a Lara tinha 8 meses, contratei uma personal trainer especializada em pós parto e gestação . Foi muito importante treinar com a Melissa Cirello nesta fase , já que meu corpo precisava se recondicionar aos poucos  até estar preparado para os exercícios mais intensos . Eu e a Mel fomos intensificando os treinos e quando a Lara fez um ano , tudo já estava melhor . Hoje continuo treinando e cuidando da alimentação , faço muito mais restrição do que antes da Lara nascer e me sinto bem assim . Deixo as besteiras para ocasiões especiais.
Outro ponto importante que ficou mais evidente ao me tornar mãe foi a minha deficiência visual . Eu nasci com baixa visão porque minha mãe teve toxoplasmose quando estava grávida de mim e, com isso, tive um problema irreversível em ambas as retinas . Para piorar , em 2013 , tive descolamento de retina no meu melhor olho, perdi mais um pouco do pouco que eu tinha, e eu tive que parar de amamentar quando ela tinha 3 meses . porque fiz cirurgia e tive que ficar de cabeça baixa para ajudar no pós operatório. Foi um período bem difícil , mas com fé e  força de vontade aos poucos, tudo foi melhorando . As vezes achava que não conseguiria fazer tudo e tive vontade de desistir . Achava também por causa da minha deficiência que não seria uma mãe como as outras . Mas tentei , errei, acertei e acho que encontrei o equilíbrio .

Hoje , sei que não vou poder fazer algumas coisas com ela como dirigir por exemplo , mas ao falar da minha deficiência com naturalidade e leveza , noto que ela já entende que a mamãe tem uma lupa para ler , que a mamãe assiste televisão de perto e que com todas as dificuldades a Lara tem uma mãe que a ama muito e fará de tudo para ser a mãe que ela merece ter. Porque ela é uma criaturinha adorável, muito esperta e inteligente.

Para dividir minha experiências de mãe com baixa visão , criei meu blog , o Eye Candy www.aninhawagner.com.br . Até mesmo como uma forma de mostrar que tudo é possível , basta querer, ser persistente e ter foco.

Beijos

Aninha Wagner

Uma mãe, uma história

Meu nome é Barbara, tenho 31 anos, casada pela segunda vez com o mesmo marido, desde os 17 anos e supermãe da Valentina 8,Gabriel 5 e Catharina 3 anos.

Sempre sonhei com a maternidade e confesso que pressionei muito meu marido, 15 anos mais velho que eu, para aumentarmos nossa família.

Minha primeira filha nasceu quando eu tinha 23 anos e ainda cursava a faculdade de Fisioterapia na UFMG. Tranquei o curso e me dediquei a ela, amamentei livre demanda ate 1 ano e 2 meses e optei por não ter enfermeira ou babá.

Na verdade, minha loucura e amor por ela eram tão grande,que nem mesmo as avós podiam chegar muito perto.(Risos)

Um ano depois engravidei novamente,mas perdi e tive de fazer curetagem. No mês seguinte engravidei e desta vez veio meu Gabriel! Fiquei apaixonada e muito surpresa por constatar que o amor que eu senti pela minha primeira filha, pode se multiplicar!!! Continuei cuidando dos dois sem ajuda. Já havia concluído a faculdade e duas pós graduações.

Quando Gabriel completou 6 meses engravidei novamente mas perdi.Em seguida,2 meses depois, engravidei da Catharina. Foi uma gravidez complicada, tive de fazer repouso absoluto, parar minhas atividades físicas (meu maior vício) e não podia nem carregar os outros filhos. Tive de colocar Gabriel na escola e contar com a ajuda de uma senhora que, desde então, não saiu mais de nossas vidas!

Catharina nasceu prematura e com uma má formação que nos surpreendeu e exigiu mais dedicação e entrega.Ela nasceu com uma fenda no palato e só pôde ser operada com 1 ano de vida.
Ainda assim, continuei cuidando dos três filhos sozinha com ajuda somente aos finais de semana.

Catharina operou e se recuperou super bem… Hoje leva uma vida normal, sem restrições ou cuidados especiais. Aliás,é a mais levada dos três!

Quando Catharina fez 2 anos, coloquei na escolinha e pude, assim, ficar com meio horário livre para treinar e cuidar de mim! Hoje em dia minha rotina é assim: acordo cedinho, faço meu Crossfit as 6:30 antes que todos acordem. Depois, tomamos café juntos e a rotina se inicia: aulinha de natação, inglês, kumon, ballet… Levo, assisto às aulas, busco… Dou almoço e deixo os 3 na escola.

Ha 2 meses,abri meu negócio e pela primeira vez estou trabalhando!

Ser mãe é minha maior realização!!! Me move! Me fortalece! Me tira da cama todos os dias!!!Deus me deu três chances de me tornar um ser melhor e dar todo amor que tenho dentro de mim! É um amor tão forte que faz “doer” as costelas… Rsrsr… Me tira o ar… Uma prisão sem grades… Mas não me imagino sem isso! Meus filhos são tuuuuuudo pra mim!!! E nada nem ninguém mudará minha prioridade: protegê-los e fazê-los muito, mas muito felizes!!!

Por Bárbara Pissolati, mãe e sócia proprietária da FittestMarca

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