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Somos responsáveis por aquilo que nossos filhos comem

agosto 2, 2017

Você costuma dar bala, bombom, chiclete, docinhos ou qualquer outra guloseima quando seu pequeno está chateado? Inconscientemente, você pode estar contribuindo para criar uma relação nociva do seu filho e a comida.

Como mãe, sei o tanto que dói quando a criançada está triste. E mais: também sei o quanto pode ser tentador oferecer o doce preferido dos nossos pequenos nessas horas. Mas, mamães, é preciso que sejamos fortes!

Um estudo publicado no jornal Child Development mostrou que crianças alimentadas com guloseimas para compensar alguma frustração são mais propensas a desenvolver distúrbios alimentares anos depois.

A pesquisa, desenvolvida por cientistas britânicos e noruegueses, também constatou que pais que comem para acalmar sua emoções tendem a passar esse comportamento para seus filhos. Lembre-se que nossos pequenos são como esponjinhas, imitando tudo o que a gente faz, não é mesmo?

O estudo que pode ser lido aqui sugere que “comer para esquecer” pode aumentar o risco da criança ficar acima do peso, e desenvolver transtornos alimentares.

Enquanto mãe que sempre se preocupou em adotar uma vida saudável como forma de educar a minha filhota, acho melhor ensinar os pequenos a aprenderem a lidar com as situações adversas da vida desde cedo.

Não é que eu nunca dê um docinho à Júlia, mas prefiro muito mais oferecer um colo, um beijo ou um caloroso abraço.

O diálogo também é essencial nessas horas. Ele ajuda a entender o que aconteceu e possibilita esclarecer à criança que momentos de tristeza e irritação são comuns em nossa vida. É preciso tentar ajudá-las a lidar com a situação. Estaremos, assim, criando seres humanos fortes, prontos para enfrentar as adversidades da vida.

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