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De olho no jantar: deixe a refeição mais saudável

julho 31, 2017

É comum cairmos em algumas ciladas no jantar. Que atire o primeiro prato quem nunca se recompensou com um doce ou uma massa gordinha depois de um dia cheio de trabalho.

Ocasionalmente, não existe nenhum problema em comer uma barrinha de chocolate ou sair com uma amiga no fim do dia para comer um japa, por exemplo. Equilíbrio é tudo.

Para que essas exceções sejam vividas sem culpa, é preciso manter uma alimentação saudável na maior parte do tempo, incluindo o jantar, é claro. E isso não vale só para ter um corpo mais magro, mas para o nosso organismo funcionar direitinho.

A lógica de comer menos à noite está em nosso relógio biológico

Ao final do dia, o nosso organismo começa a preparar os órgãos da digestão para o merecido período de descanso. O metabolismo tira o pé do acelerador, e também deixa de gastar energia como na parte da manhã. Afinal, é preciso poupar combustível para a noite de sono que vem por aí.

Reduza suas porções

Você não precisa cortar carboidratos e nem fazer jejum à noite, sobretudo se tem o hábito de se exercitar à noite. O ideal é optar por refeições mais leves, priorizando a comida de verdade. Eu não malho à noite, então, meu jantar é quase sempre salada com muitas folhas verdes e alguma proteína leve. Mas você pode optar por um sanduíche de pão integral ou sopas de legumes – uma delícia nesse inverno.

Coma pelo menos umas 3 horas antes de dormir

Dormir de barriga cheia obriga o nosso estômago e intestino a fazerem hora-extra, confundindo o organismo. O resultado: é azia, enjoo, mal estar. Tente organizar o seu jantar para algumas horinhas antes de dormir. Ah, os chás são ótimos digestivos e ainda ajudam a dar uma tranquilizada, sobretudo, se o seu dia tiver sido em ritmo alucinante.

Jantar em casa é mais saudável e ajuda a emagrecer

Uma pesquisa da Universidade Estadual do Oregon, nos Estados Unidos, feita com 400 pessoas mostrou que aquelas que jantam em casa seis vezes por semana têm hábitos mais saudáveis quando comparadas aos entrevistados que adoram comer fora. É que em casa a gente consegue regular a qualidade dos alimentos, além da quantidade de óleo e sal utilizadas. Ou seja, nosso corpo e mente agradecem.

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