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Cabeça erguida, autoestima nas alturas

maio 2, 2017

É isso mesmo! Além de fazer super bem para a saúde da coluna e ser esteticamente mais bonito, uma postura correta remete à segurança e eleva a autoestima.

Erguer o queixo, por as mãos na cintura e manter-se ereta já deixou de ser um conselho apenas dos manuais de autoajuda e recebeu o aval da Ciência. Prova disso é um estudo realizado na Universidade de Harvard, e publicado no livro O Poder da Presença, recém-lançado no Brasil.

Nele a psicóloga social Amy Cuddy defende que a postura correta aumenta a produção de testosterona, hormônio relacionado à libido e atitudes mais assertivas, e reduz o cortisol, composto que regula o stress, ajudando a clarear as decisões. Tudo isso foi comprovado com experimentos realizados em homens e mulheres.

Há diversas hipóteses que comprovam o resultado. A mais banal tem a ver com o poder da mente. Se acreditarmos que tal postura nos traz segurança, o organismo acaba alterando a secreção hormonal controlada pelo cérebro.

Posturas mais expansivas também permitem uma respiração mais profunda e eficiente, fazendo com que a gente fique mais relaxada e menos estressada.

E o estudo de Harvard não foi o primeiro a mostrar isso. A pesquisa é herdeira de uma linhagem histórica que começou na Filosofia, com René Descartes, e passou pela Neurociência.

Na década de 80, o neurocientista Antônio Damásio demonstrou que a capacidade da mente está relacionada à diversas regiões do cérebro.

De acordo com ele, a fragilidade tinha um único remédio: espinha ereta e a segurança de que tudo vai dar certo.

Sendo assim, a comunicação corporal interfere diretamente nos nossos resultados pessoais e profissionais. A diferença entre uma pessoa positiva e bem-sucedida para aquela que vive reclamando da vida são 2 cm na altura dos ombros.

Eleve o ombro, empine o corpo e sinta a química corporal, positivando seus pensamentos e emoções.

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