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9 meses de pura magia

junho 2, 2016

Por Melissa Cirello – Personal Gestante

Primeiro Trimestre
A confirmação da gravidez é apenas o início de um sonho que demora nove meses para se completar. Este momento mágico acontece, aproximadamente, um mês depois da fecundação. Os seios ficam mais sensíveis, e a mulher sente vontade de urinar com mais frequência. A partir da sexta semana, aumentam as evidências. Entre os sintomas, é possível que apareçam as náuseas pela manhã ou no momento de preparar as refeições.
A progesterona começa então a agir: a gestante passa a salivar mais, pioram os enjôos, as gengivas sangram com facilidade, o apetite e o sono aumentam. Algumas mulheres tornam-se irritadiças, outras adquirem uma profunda instabilidade: ora choram, ora riem. Mas é possível que a futura mamãe experimente apenas alguns destes sintomas ou que nem sinta nenhum.
No final do terceiro mês, esta onda de desconfortos diminui consideravelmente e os incômodos como a azia, os enjôos e a prisão de ventre tendem a desaparecer. Passadas doze semanas de gravidez, soma-se ao alívio físico, a alegria de constatar os primeiros sinais de que dentro do seu corpo cresce um bebê.
Segundo Trimestre
A sua barriga ainda não cresceu, mas o mal-estar diminuiu e o bebê já está totalmente formado: aproveite, pois esta é a melhor fase da gravidez. Daqui para frente, o útero se dilata em um ritmo regular e você sente as formas do corpo se arredondarem aos poucos.
As aréolas dos mamilos ficam ainda mais escuras e as glândulas mamárias produzem colostro (por isso, não se assuste se detectar uma substância turva escorrendo dos seios; e nunca tente espremer). Para dar conta da oxigenação do bebê, o coração da mãe se dilata e trabalha mais: aumenta a quantidade de sangue em circulação no corpo da grávida. Nesse período, podem surgir leves inchaços nos tornozelos, nos pés e, em algumas fumantes, nas mãos. A quantidade excedente de sangue também pode produzir mais transpiração e, se tem tendência para varizes ou hemorróidas, peça orientação ao obstetra sobre a melhor forma de lidar com estes problemas. Neste trimestre, os sintomas mais comuns costumam ser uma suave secreção vaginal de cor esbranquiçada, congestão nasal, gases, cãibras e dores nas costas.
Ao completar 20 semanas, o fundo do útero eleva-se até à altura do umbigo. Se apalpar delicadamente a barriga, poderá sentir a cabeça e o corpo do bebê. conforme cresce, o útero empurra os pulmões materno para cima e a barriga para frente – o que pode fazer com que o umbigo fique saliente.
O quinto mês surpreende a grávida com uma novidade inesquecível: pela primeira vez percebe os movimentos do bebê. A princípio, é como um leve deslizar de um peixinho dentro de um aquário (há até quem confunda com o movimento dos gases nos intestinos); mas aprenderá rapidamente a reconhecer os seus movimentos e depressa saberá encontrar as melhores posições para fazê-lo acalmar-se ou, ao contrário, “comunicar-se” com você.
No final do sexto mês, a gestante poderá sentir dores e pontapés na região inferior do abdômen. São os músculos do útero a distenderem-se, para abrigar um bebê que já terá mais de meio quilo. A futura mamãe está no auge da gravidez e batalha entre seu apetite voraz e o ponteiro da balança do obstetra. Faça as contas. Ainda vai dar tempo de rever certos hábitos alimentares e fazer de tudo para manter-se dentro do peso.
Terceiro Trimestre
Você está entrando na reta final e tem dois bons motivos para ter tudo pronto: primeiro, para não ser pega de surpresa, no caso de um parto prematuro; segundo, porque daqui para frente, sentirá uma enorme dificuldade em movimentar-se, sem esquecer que não conseguirá passar mais de duas horas sem ir ao banheiro.
Se não tiver muita atenção à postura ou não der descanso aos pés, poderá sentir muitas dores. A coluna é forçada para frente, a caixa torácica fica dolorida com a pressão do útero e as pernas suportam mal o seu peso.
Além disso, a sensação de esmagamento dos órgãos internos (diafragma, fígado e intestinos) é cada vez mais forte. É preciso pensar duas vezes antes de subir uma escada com pressa. O melhor é ficar literalmente com as pernas para cima. Esta preocupação serve para aliviar o inchaço provocado pela maior retenção de líquido no corpo, nessa fase em que os rins funcionam mais lentamente. A falta de espaço para o feto dará a impressão de que cada movimento que ele faz é um forte pontapé nas costas. Por volta da 36 semana porém, os “golpes” tendem a diminuir: o bebê gira na sua barriga até se encaixar na posição do parto, de cabeça para baixo. Depois que ele descer, a mãe verificará que respira melhor.
O corpo da mulher prepara-se para o parto. As articulações pélvicas distendem-se e o colo do útero amolece. No sétimo mês, poderá sentir leves contrações, chamadas de contrações de Braxton Hicks, que não devem preocupá-la.
É natural que sinta coceira na barriga, devido ao fato da pele estar muito esticada, assim como também é normal que a secreção vaginal adquira um tom rosado ou rosa depois da relação sexual ou depois de fazer o exame pélvico.
Depois de ler essa breve descrição que eu denominei de PURA MAGIA, você já pensou em preparar o seu corpo fisicamente para engravidar e iniciar atividade física após a liberação do médico?
Muitas mudanças emocionais, físicas, fisiológicas estão por vir nessa viagem mágica. Pense nisso e prepare seu corpo!
Contem comigo!

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